São 17 hectares cobertos de Mata Atlântica, abrigando mais de mil animais, de 150 espécies, de todos os continentes. Caminhada de apenas 1.400 metros, através de um desfile infinito de muita alegria, belezas, cores, encantamento, formas, tamanhos e variedades. Imperdível!

 

O Parque das Aves é dos programas mais interessantes que o turista pode fazer, estando no Município de Foz do Iguaçu. Trata-se de um passeio a pé, por uma trilha de 1.400 metros. O trajeto segue cruzando por diversos espaços, em que se sucedem áreas livres, cercados de grandes dimensões e viveiros imensos. Neles, vivem mais de mil animais, de 150 espécies, vindos de todos os continentes — em sua grande maioria, principalmente da fauna brasileira.

 

O Parque das Aves está situado na Rodovia das Cataratas km 17, em frente ao Pórtico de Entrada do Parque Nacional do Iguaçu.  Fica aberto todos os dias do ano. O horário de funcionamento da bilheteria e entrada é das 08:30 às 17:00 horas

O Parque das Aves está situado na Rodovia das Cataratas km 17, em frente ao Pórtico de Entrada do Parque Nacional do Iguaçu. Fica aberto todos os dias do ano. O horário de funcionamento da bilheteria e entrada é das 08:30 às 17:00 horas

 

O empreendimento ocupa cerca de 17 hectares, cada pedacinho deles coberto por árvores da Mata Atlântica. Há momentos em que se sente numa floresta verdadeira, pois não se vê o Céu, ou mesmo a luz do Sol. Com tudo construído em harmonia com o meio ambiente, e sempre com bastante espaço para circular ou voar, apesar de viverem em cativeiro, animais, aves e répteis não exibem sintomas de estresse, maus-tratos, falta de alimentação etc.

Pelo contrário! Da entrada à saída, o que se acompanha é um desfile infinito de alegria, belezas, cores, formas, tamanhos e variedades, tendo como pano de fundo uma cantoria difícil de ser explicada em palavras. Este contato tão próximo encanta a visitantes de todas as idades, vindos dos mais variados recantos da Terra. Os momentos rendem fotos e vídeos e, bem mais que isso, emoções e lembranças únicas, daquelas a serem recordadas a vida toda.

 

No Parque das Aves, tudo foi pensado e construído de modo a se integrar o mais possível com a natureza exuberante que existe ao seu redor

No Parque das Aves, tudo foi pensado e construído de modo a se integrar o mais possível com a natureza exuberante que existe ao seu redor

 

Logo que o visitante chega ao Parque das Aves, tem à disposição um mapa impresso, com o roteiro a ser seguido. E, ao longo do percurso, placas de orientação, inclusive com informação em inglês, impedem que alguém se perca naquele sem fim de detalhes, capazes de hipnotizar até mesmo o mais insensível dos seres humanos, deixando-o sem noção de onde está. São 30 pontos em destaque, cada um deles especializado num tema, creio que podemos assim dizer.

 

O visitante do Parque das Aves tem à sua disposição um mapa impresso, ou disponível no site, com a sequência em que a trilha deve ser percorrida

O visitante do Parque das Aves tem à sua disposição um mapa impresso, ou disponível no site, com a sequência em que a trilha deve ser percorrida

 

Começa-se passando ao lado do cercado das avestruzes e das gaiolas dos saguis, para se chegar à Árvore da Vida, símbolo da vida, representando a perpétua evolução, sempre em ascensão vertical, subindo em direção ao Sol, ao Céu. Ao lado, o Viveiro dos Papagaios, e, mais adiante, o Viveiro do Periquitos, seguido do ambiente das tachãs, aves daquela região, uma vez que ocorrem no Centro-Oeste e Sul do Brasil, e também na Argentina e Paraguai.

Em seguida, o encanto rosa do Lago dos Flamingos e o primeiro local no qual se circula por dentro: o Viveiro da Floresta, com sua inigualável população de tucanos. Quando se consegue sair dali, vê-se os tons de negro dos mutuns e das jacutingas, antes de encarar os faisões. E, em seguida, adentrar o Viveiro do Pantanal, para se conviver um pouco com uma coleção de aves brasileiras capaz de deixar qualquer um de queixo caído, tamanha a sua diversidade.

 

O Lago dos Flamingos é o primeiro espaço em que se circula por dentro, ao longo de uma passarela especialmente construída para isso

O Lago dos Flamingos é o primeiro espaço em que se circula por dentro, ao longo de uma passarela especialmente construída para isso

 

Como ali dentro vivem protegidos, livres das ameaças dos predadores e da agressividade dos humanos, vão deixando de lado aquele condicionamento de fugir mediante a simples aproximação das pessoas. Assim, enquanto se caminha, é bastante comum encontrar muitos pousados tranquilamente nos guarda-corpos das passarelas de circulação. Ficam por ali, paradinhos, fazendo charme, pose, para câmeras, filmadoras e smartphones.

 

É bastante comum encontrar muitos pássaros pousados tranquilamente nos guarda-corpos das passarelas de circulação. Ficam por ali, paradinhos, fazendo charme, pose, para câmeras, filmadoras e smartphones

É bastante comum encontrar muitos pássaros pousados tranquilamente nos guarda-corpos das passarelas de circulação. Ficam por ali, paradinhos, fazendo charme, pose, para câmeras, filmadoras e smartphones

 

Saindo do Viveiro do Pantanal, pega-se uma sequência de espécies de solo: sucuris, iguanas, répteis e jiboias. E passa-se entre dois novos viveiros. Ao lado esquerdo, o Trilha da Harpia, ou dos falcões; ao lado direito, a Morada do Urubu-rei. Logo mais adiante, a Área das Emas e o Paraíso dos Grous, aves oriundas da Europa. Seguindo em frente, o Viveiro das Ararajubas, o Viveiro dos Tucanos e o Viveiro dos Papagaios cujas espécies estão ameaçadas de extinção.

Chega-se a um instante bem especial, um espaço para os amantes da delicadeza natural. É o Borboletário, dentro do qual várias espécies de borboletas podem ser observadas em voo, ou alimentando, ou até em momentos de curiosidade com o visitante. E elas convivem com os rápidos e espertos beija-flores, que não se cansam de dar bailes nos visitantes, dificultando na hora do registro fotográfico, da captação de cenas ou na produção dos indefectíveis selfies.

 

Não há quem não se encante com uma cena como esta. E pensar que existem pessoas que os tiram da natureza, escravizando-os em gaiolas diminutas

Não há quem não se encante com uma cena como esta. E pensar que existem pessoas que os tiram da natureza, escravizando-os em gaiolas diminutas

 

Mais adiante estão as corujas e os casuares, estes, procedentes da Austrália, Nova Guiné é ilhas adjacentes. Apesar de ser ave de grande porte, é muito ágil, podendo saltar quase dois metros e alcançar 50 quilômetros por hora. Tendo comportamento pacato é tímido, torna-se extremamente agressiva ao perceber ninhos ou crias sob ameaça ou risco. Como não dá para se prever quando isso acontece, é considerada por muitos como muito perigosa.

Agora, chega-se a um ponto bastante especial. Trata-se do Viveiro das Araras, inaugurado em 2014, quando o Parque das Aves completou seus primeiros 20 anos de existência. É o maior do mundo destinado a este tipo de pássaro. Vivem lá dentro cerca de 200, não se importando com o desfile de humanos e muito menos com o burburinho de vozes e uso dos equipamentos eletrônicos. Por isso, é fácil vê-las voando, alimentando-se a si e a filhotes, e até namorando.

 

As aves não se importam com o desfile de humanos e muito menos com o burburinho de vozes e uso dos equipamentos eletrônicos. Por isso, é fácil vê-las voando, alimentando-se a si e a filhotes, e até namorando

As aves não se importam com o desfile de humanos e muito menos com o burburinho de vozes e uso dos equipamentos eletrônicos. Por isso, é fácil vê-las voando, alimentando-se a si e a filhotes, e até namorando

 

A imersão é concluída cruzando-se com araras mansas, cobras mansas e papagaios-do-Congo, encontrados na Zona Central do continente africano. Como é praxe nos parques temáticos, aventura, passeio ou visita encerra-se em local onde se pode fazer um lanche, tomar café e adquirir lembranças. O Parque das Aves não foge à regra, principalmente porque parte da renda ali obtida é revertida na manutenção do empreendimento — que não é barata!

 

O Parque das Aves não recebe subvenção de órgãos públicos ou privados. Sua manutenção provém da receita da bilheteria e dos artigos comercializados na lojinha de lembranças

O Parque das Aves não recebe subvenção de órgãos públicos ou privados. Sua manutenção provém da receita da bilheteria e dos artigos comercializados na lojinha de lembranças

 

História iniciada no Sudoeste da África

 

A história do Parque das Aves começa no Sudoeste da África, em uma cidade costeira da Namíbia, quando uma família de turistas da Alemanha ganhou um filhote de papagaio-do-Congo. E aquele pequeno exemplar fez desabrochar o amor pelas aves num também pequeno membro daquele grupo: Dennis Croukamp. Já adulto, casado, pensando em mudar para o Brasil, acatou a ideia de um amigo, escolhendo para morar o Município de Foz do Iguaçu.

Ele tinha sugerido também que Dennis Croukamp criasse por lá um Parque de Crocodilos. Este replicou: “Gosto de aves. Vamos criar um Parque de Aves.” Adquiriu uma área de cerca de 17 hectares, ainda bastante coberta por árvores de Mata Atlântica, situada entre o Rio Iguaçu e a estrada que dá acesso ao Parque Nacional do Iguaçu, onde foi residir com a esposa Anna, veterinária. Chegaram ao Sul do País sem conhecer uma única palavra em português.

Compraram o livro “Português em Três Meses” e começaram a estudar nossa língua. Ao mesmo tempo, deram início ao lento, longo e penoso processo para obter todas as licenças necessárias à instalação do Parque das Aves. Enquanto venciam a forte burocracia estatal, removeram do terreno toneladas de detritos acumulados ao longo dos anos. E também toda a vegetação invasora ali presente, plantando somente espécies nativas nos espaços vagos.

Na parte da frente do terreno, construíram prédio administrativo, loja e lanchonete. Nos primeiros momentos, Anna vivia dentro da mata, buscando os locais ideais para instalar cercados, gaiolas e viveiros, marcando também as trilhas entre as árvores para uni-los. Com o Parque das Aves ganhando forma, começaram a aparecer os primeiros habitantes, provenientes de doações, empréstimos ou confiscados pelas fiscalizações ambientais.

Exemplares de outros continentes foram importados. Com todas as obras prontas e as autorizações necessárias em mãos, o casal Anna e Dennis inaugurou o Parque das Aves dia 6 de outubro de 1994 — alcançaram verdadeiro recorde, pois conseguiram isso apenas 11 meses após terem colocado os pés em território brasileiro. Desde então, com as instalações em constante crescimento e melhoria, tornou-se o maior parque de aves da América Latina.

 

No encerramento do passeio, os visitantes podem tirar fotos ou fazer vídeos confraternizando com alguns dos animais

No encerramento do passeio, os visitantes podem tirar fotos ou fazer vídeos confraternizando com alguns dos animais

 

O que se vê e o que não se vê

 

O visitante do Parque das Aves se encanta com o que vê, mas desconhece o que não vê. O zoológico é referência no resgate, salvamento e abrigo de aves e animais encaminhadas pelas autoridades ambientais, principalmente aquelas salvas dos traficantes. Praticamente metade do plantel hoje lá existente tem origem neste processo. E 43% da população nasceu no Parque, resultado das pesquisas sobre reprodução de espécies, algumas em risco de extinção.

Outras ações importantes do Parque das Aves, desconhecidas inclusive pelos moradores do Município de Foz do Iguaçu e do seu entorno, são os projetos de preservação desenvolvidos junto com outras entidades, como institutos e universidades, tanto do Brasil quanto do exterior, além de outros, apoiados por instituições de renome nacional e internacional. Há também aqueles voltados à comunidade, visando, principalmente, a educação ambiental.

 

  • Araras do Iguaçu

 

O Projeto Araras do Iguaçu, pioneiro na reabilitação e reintrodução de pássaros no meio ambiente, busca a recolocação da arara-vermelha-grande em terras do Estado do Paraná, principalmente nas proximidades da foz do Rio Iguaçu, onde sua presença foi extinta. O sucesso neste objetivo vai contribuir para ações semelhantes em outros pontos do Brasil, como a ararinha-azul, cujos exemplares atualmente existentes são apenas de cativeiro.

 

  • Coletivo Educador de Foz do Iguaçu

 

O Parque das Aves é parceiro do Coletivo Educador de Foz do Iguaçu, formado por mais 15 instituições. Encontros periódicos servem para alinhar atividades compartilhadas com outros setores da sociedade, através de metodologias participativas para aprimoramento de educadores dos mais diversos segmentos, sempre enfatizando sobre o valor que a educação ambiental tem na busca pela sustentabilidade nas questões culturais, econômicas e sociais.

 

  • Colibris da Alegria

 

Como os colibris são aves simbólicas de perseverança, de vontade de fazer a diferença e de realizar o bem, as equipes do Parque das Aves os escolheram para denominar as séries de ações desenvolvidas com pacientes em tratamento de câncer. As visitas, permeadas com um conjunto de atividades lúdicas, promovem sorrisos generosos, alargando as possibilidades de se encontrar afetividade, motivação e relacionamentos em momentos de muita fragilidade.

 

  • Dia das Crianças

 

Outubro é o mês mais colorido do ano. É época da Primavera e do nascimento de filhotes, do aniversário do Parque das Aves e do Dia das Aves, e, mais importante, do Dia das Crianças! E como neste período a visitação de pequenos cresce bastante, há preocupação de se oferecer a eles experiências de alegria, com muitas surpresas gostosas e divertidas. Por isso, os alunos das escolas municipais são contemplados com programação especial durante a semana toda.

 

  • Educação na Comunidade

 

O Parque das Aves, além de um dos pontos turísticos de maior visitação no Município de Foz do Iguaçu, desenvolve diversos programas voltados para a população da cidade. Todos têm como objetivo principal sensibilizar o público e tornar as pessoas agentes de formação de uma sociedade menos predatória e mais sustentável. Em sua maioria voltadas à formação das crianças, as ações também visam atingir adultos e formadores de opinião.

 

  • Natal das Aves

 

Todo mês de dezembro é sempre encerrado com o Natal das Aves. São dois momentos de confraternização: um, para todos colaboradores do Parque e seus filhos; o outro, para grupos especiais, como crianças órfãs ou em situação de vulnerabilidade social, participantes do projeto Colibris da Alegria etc. Todos fundamentados em que, com afeto e solidariedade, as pessoas reflitam mais sobre a vida, respeitando a si mesmos, o próximo e o meio ambiente.

 

  • Parque das Aves na Escola

 

Transforma escolas em espaços agradáveis e saudáveis, criando jardins e hortas e plantando muitas árvores. O processo tem participação efetiva dos alunos. O contato e a vivência com a terra e com as plantas propiciam transformações importantes na valorização das atividades coletivas, da cooperação cotidiana e do meio ambiente. Fundamenta-se com o conceito “permacultura”, integrando plantas, construções e pessoas com estética e harmonia.

 

  • Psitacídeos ameaçados

 

Psitacídeos são araras, papagaios e periquitos. É dos grupos mais ameaçados do mundo: das 370 espécies, 26% sofrem desse problema. Ou seja: de cada quatro, um está em perigo. No Brasil, são encontradas 85; e 16 estão na lista. Por isso, o Parque das Aves dedica atenção especial a eles. Abriga 37 espécies, sendo sete daquelas em risco de extinção. Em sua grande maioria, confiscadas das mãos de traficantes. Muitas outras, resgatadas de maus-tratos.

Há também algumas encontradas machucadas na natureza. Após avaliação das condições de saúde, ficam abrigadas, em recuperação. Sãs, passam a integrar uma população de segurança, contribuindo com programas de soltura no meio ambiente. Sob a guarda do Parque das Aves, além de cuidados veterinários, têm alimentação saudável, a mesma encontrada nas florestas. E o relacionamento com seus iguais ajuda a recuperar os comportamentos normais.

Nestas duas décadas de atuação, as equipes do Parque das Aves acumularam bastante conhecimento e experiência sobre psitacídeos ao ar livre ou não. O domínio sobre as técnicas de reprodução em cativeiro gerou 11 filhotes de papagaio-da-cara-rosa e cinco de papagaio-de-peito-roxo em cinco anos; 23 de ararajuba em nove anos; e 13 de arara-azul em 10 anos. E todos estes sucessos vão sendo repassados para instituições semelhantes ao redor do mundo.

 

  • Semana da Pessoa com Necessidades Especiais

 

Em parceria com a Secretaria de Educação Especial e outras instituições de Foz do Iguaçu, o Parque das Aves integra-se à Semana da Pessoa com Necessidades Especiais. O período incorpora ações que emocionam tanto as equipes que os organizam quanto os visitantes. Em geral, apresentações culturais e exposição de artesanato capazes de gerar muita energia positiva. E informativos para as entidades distribuírem em programações paralelas.

 

  • Semana do Meio Ambiente

 

Como não poderia ser diferente, o Parque das Aves é parceiro da Semana do Meio Ambiente de Foz do Iguaçu, contribuindo com atividades de sensibilização ambiental para milhares de pessoas em diversos pontos do Município, como o Terminal de Transporte Urbano e o Parque Monjolo. E também recebe, gratuitamente, para visitação, por volta de 3.000 moradores, na data de abertura do evento, um dia especial, batizado como “O Parque das Aves é de Foz”.

 

  • Tucano

 

O Parque das Aves possui a maior quantidade de tucanos em exibição do mundo. Uma das aves mais visadas por traficantes, depois de libertados, chegaram debilitados, feridos, em razão dos maus-tratos. Cuidados por veterinários com experiência no manejo destas espécies, depois de recuperados, socializam-se com outras aves e são observados com muito carinho pela equipe do parque, estudando comportamento, nutrição e, principalmente, reprodução.

A alimentação de tucanos em cativeiro é difícil, pois são muito sensíveis ao excesso de ferro na comida. Anos de pesquisa permitiram desenvolver dieta especial, mantendo-os saudáveis. A nutrição é complementada por frutos encontrados na floresta ao redor. E como as outras aves do Parque, têm possibilidade de recuperar seus comportamentos naturais. Agrupados em fêmeas e machos, formam casais, maximizando-se as chances de sucesso na procriação.

Também são selecionados indivíduos com compatibilidades física e comportamental. Estes pares, separados do grupo, vivem em recintos voltados à reprodução. O monitoramento é constante, inclusive nos ninhos, para aprender sobre comportamento reprodutivo. Como a prioridade é isso acontecer de modo o mais natural possível, as equipes interferem só o necessário, geralmente contribuindo na melhoria do bem-estar e qualidade de vida.

 

  • Valorização da Cultura Indígena

 

Dentro das programações da Semana do Meio Ambiente, o Parque das Aves inclui atividades com o tema “Valorização da Cultura Indígena”. Isto é desenvolvido em parceria com o Coletivo Educador de Foz do Iguaçu, no Zoológico Municipal Bosque Guarani, quando estudantes com origem indígena guarani da cidade argentina de Puerto Iguazu são convidados para compartilhar uma manhã de aprendizado com seus colegas das escolas de Foz do Iguaçu.

 

Mais informações

 

Parque das Aves

Rodovia das Cataratas km 17

Aberto todos os dias do ano

O horário de funcionamento da bilheteria e entrada é das 08:30 às 17:00 horas

DDD 45 — Telefone 3529-8282

www.parquedasaves.com.br

 

Post scriptum

 

Este post foi republicado na revista Pelo Mundo. Confiram no link a seguir:

 

http://www.revistapelomundo.com.br/pelo-trade/parque-das-aves-e-um-passeio-dos-mais-interessantes-na-regiao-de-foz-do-iguacu/

 


As informações contidas neste posto foram baseadas nos conteúdos existentes no site do Parque das Aves. E todas as fotos aqui presentes, e não identificadas, também foram fornecidas pela entidade.

Matéria produzida a partir da participação na edição 2015 do Festival de Turismo das Cataratas, realizado de 17 a 19 de junho, na cidade de Foz do Iguaçu, localizada no extremo Oeste do Estado do Paraná, na região da Tríplice Fronteira, sendo vizinha à Argentina e ao Paraguai.