Empreendimento surpreende pela localização inusitada, com vistas de paisagens incríveis, e sua grandiosidade. Estrutura permite desenvolver diversas modalidades de turismo, destacando-se agro, aventura, contemplação, cultural, ecológico, eventos, gastronômico, histórico, lazer…

 

Olivas de Gramado: 150 hectares, com sustentabilidade ambiental

 

Quando se imagina ter esgotado a oferta de atrações relacionadas a turismo na Cidade de Gramado — afinal, são quase 100 anos vivendo praticamente apenas desta atividade econômica, e há parques temáticos especializados em quase tudo —, surgem novidades.

Esse ícone de atração de visitantes, vindos de todas as partes da Terra, situado na Serra Gaúcha, região de montanhas a Nordeste do Estado do Rio Grande do Sul, vai passar a oferecer visitas e experiências relacionadas ao cultivo de oliveiras e produção de azeite.

A estrutura da Olivas de Gramado, resultado de investimentos distribuídos ao longo da última década, impressiona pela grandiosidade. Ocupando área de 150 hectares — mais ou menos 150 campos oficiais de futebol —, assenta-se em sustentabilidade ambiental.

 

Olivas de Gramado amplia quantidade de parques temáticos do Município de Gramado, com experiência relacionada à cultura de oliveiras e produção de azeite

As instalações da Olivas de Gramado espalham-se pelo topo de um terreno cujos limites a Leste, Sul e Oeste são dados pelo Cânion da Pedra Branca, depressão formada pelo curso do Rio Caí, durante milhões de anos, gerando vistas de paisagens deslumbrantes

 

Olivas de Gramado: 90 hectares de Área de Preservação Permanente

 

Mais da metade do espaço — 90 hectares — está destinado como Área de Preservação Permanente, mantendo fauna, flora e relevo protegidos. Será aberta para visitação por meio de trilhas cuidadosamente traçadas, com o acompanhamento de guias capacitados.

Os restantes 60 hectares já abrigam 10 mil pés de oliveiras em fase inicial de produção — divididas em seis espécies: duas para consumo; quatro para extração de óleo —, um lagar — local da produção do azeite —, e várias estruturas de atendimento aos turistas.

Algumas prontas, outras em fase de conclusão, espalham-se pelo topo de um terreno cujos limites a Leste, Sul e Oeste são dados pelo Cânion da Pedra Branca, depressão formada pelo curso do Rio Caí por milhões de anos, gerando vistas deslumbrantes.

Distante 14 quilômetros do Centro da Cidade de Gramado, tem acesso pelo lado Norte, saindo da Linha Nova, próximo ao ponto de origem do Município sinônimo de criação de renda, geração de postos de trabalho e distribuição da riqueza oriundas do turismo.

 

Olivas de Gramado amplia quantidade de parques temáticos do Município de Gramado, com experiência relacionada à cultura de oliveiras e produção de azeite

Mais da metade do espaço da Olivas de Gramado, com 90 hectares, está destinado como Área de Preservação Permanente, mantendo fauna, flora e relevo protegidos. Será aberta à visitação em trilhas cuidadosamente traçadas, e acompanhamento de guias capacitados

 

Olivas de Gramado: Espaço Gourmet, horta orgânica, viveiro…

 

Ali, cercados por remanescentes da Mata Atlântica, e muitos exemplares de Araucárias, já estão à disposição de frequentadores atrações como Espaço Gourmet, horta orgânica, viveiro de plantas e um pomar com 100 espécies de árvores frutíferas nativas e exóticas.

A fazendinha, ou Vila do Bichos, formada por uma sequência de casas em miniaturas e abrigando uma coleção de casais de animais de tamanho diminutos — ovelhas, pôneis, porcos, bois etc. —, será, sem dúvida, grande atração para crianças de todas as idades.

Um antigo ônibus-lotação, no estilo Jardineira, recuperado em toda a sua originalidade, vai rodar por vias já preparadas para a circulação de veículos, oferecendo passeios por entre todas as atrações ali existentes — principalmente os grandes plantios de oliveiras.

 

Olivas de Gramado amplia quantidade de parques temáticos do Município de Gramado, com experiência relacionada à cultura de oliveiras e produção de azeite

Na Olivas de Gramado, a fazendinha, ou Vila do Bichos, uma sequência de casas em miniaturas, abrigando coleção de casais de animais de tamanho diminutos — ovelhas, pôneis, porcos, bois etc. —, será uma grande atração para crianças de todas as idades

 

Olivas de Gramado: Centro de Recepção, Empório Comercial…

 

Em breve, ficam prontos Centro de Recepção, dotado de auditório para apresentações, restaurante e Empório Comercial, com oferta de azeite e produções da comunidade de agricultores vivendo nas proximidades: biscoitos, doces, embutidos, queijos, vinhos…

Uma passarela com piso em vidro permitirá circular por cima da área de esmagamento dos frutos, filtragem do óleo e envasamento do líquido, possibilitando aos interessados acompanhar o processo de extração do azeite e seu envasamento em garrafas de vidro.

Esta edificação também vai abrigar uma boutique, na qual estarão disponíveis itens para uso pessoal — como agasalhos, bonés, camisetas etc. —, e lembranças variadas, todas desenvolvidas segundo padrões de qualidade de uma nova grife, a Olivas de Gramado.

 

Olivas de Gramado amplia quantidade de parques temáticos do Município de Gramado, com experiência relacionada à cultura de oliveiras e produção de azeite

Breve, a Olivas de Gramado terá seu Centro de Recepção, dotado de auditório para apresentações, restaurante e Empório Comercial, com oferta de azeite e produções dos agricultores vivendo nas proximidades: biscoitos, doces, embutidos, queijos, vinhos…

 

Olivas de Gramado: bistrô combinará sofisticação com colonial

 

Áreas para eventos privados, capela ecumênica, deques para contemplação de paisagens com toda segurança, em locais estratégicos, espaços com churrasqueiras, ponto para a decolagem, pouso e ancoragem de balões, rampa de parapente e hotel virão em breve.

Um dos principais atrativos de turismo ao redor do mundo, a gastronomia, não ficou de fora. O Bistrô Olivas de Gramado vai combinar os pratos de menus sofisticados com a identidade colonial da região — além de dispor de uma carta diversificada de bebidas.

— Vamos resgatar a história e a essência da Cidade de Gramado, trazendo turistas para a região rural onde o Município realmente começou. Isso, num empreendimento inédito e pioneiro no setor do turismo — diz Daniel Bertolucci, empresário à frente do negócio.

O parque-temático Olivas de Gramado começará a receber público a partir de dezembro 2018. Passeios disponíveis, assim como seus horários e valores, podem ser consultados tanto no site www.olivasdegramado.com.br quanto pelo DDD 54 e móvel 9-9974-4578.

 

Olivas de Gramado amplia quantidade de parques temáticos do Município de Gramado, com experiência relacionada à cultura de oliveiras e produção de azeite

A Olivas de Gramado terá, também, áreas para eventos privados, capela ecumênica, deques para contemplação de paisagens, espaços com churrasqueiras, ponto para a decolagem, pouso e ancoragem de balões; rampa de parapente e hotel virão em breve

 

Olivas de Gramado amplia quantidade de parques temáticos do Município de Gramado, com experiência relacionada à cultura de oliveiras e produção de azeite

No Centro de Recepção da Olivas de Gramado, uma boutique vai oferecer itens para uso pessoal — como agasalhos, bonés, camisetas etc. —, e lembranças variadas, todas desenvolvidas segundo padrões de qualidade de uma nova grife, a Olivas de Gramado

 

Olivas de Gramado amplia quantidade de parques temáticos do Município de Gramado, com experiência relacionada à cultura de oliveiras e produção de azeite

Antigo ônibus-lotação, no estilo Jardineira, recuperado em toda a sua originalidade, vai rodar por vias da Olivas de Gramado, preparadas para circulação de veículos, fazendo passeios por entre as atrações ali existentes — principalmente os plantios de oliveiras

 

Olivas de Gramado amplia quantidade de parques temáticos do Município de Gramado, com experiência relacionada à cultura de oliveiras e produção de azeite

A estrutura da Olivas de Gramado, resultado de investimentos distribuídos ao longo da última década, impressiona pela grandiosidade. Ocupando área de 150 hectares — mais ou menos 150 campos oficiais de futebol —, assenta-se em sustentabilidade ambiental

 

Olivas de Gramado: surgimento das oliveiras na face da Terra

 

A origem da oliveira remonta aos primórdios da Era Terciária, período geológico com início logo após o impacto do meteorito na área do atual Mar do Caribe, há 65 milhões de anos — catástrofe aceleradora do processo levando à extinção dos grandes animais.

Ou seja: bem anterior ao aparecimento do homem, ocorrido há cerca de 300 mil anos. A planta surgiu na Ásia Menor, região do Oriente Médio conhecida por Crescente Fértil, abrangendo terras de países como Irã, Iraque, Israel, Líbano, Palestina, Turquia, Síria

Dali, por ação da Natureza, ou dos seres humanos, se espalhou por toda a bacia do Mar Mediterrâneo. Em diversos pontos daquele amplo território foram descobertos vestígios de instalações de produção de azeite e fragmentos de vasos usados para guardar o óleo.

O homem aprendeu a extrair o óleo das olivas — ou das azeitonas — ainda durante o Período Neolítico, ou Período da Pedra Polida, de 10 mil a 3 mil anos antes de Cristo; no início, servia apenas à alimentação; depois, como unguento; mais tarde, combustível.

 

Olivas de Gramado amplia quantidade de parques temáticos do Município de Gramado, com experiência relacionada à cultura de oliveiras e produção de azeite

Mapa da Europa no apogeu do Período Neolítico, quando o homem aprendeu a extrair o óleo das olivas, ou das azeitonas. No início, ele usava o produto apenas na alimentação; depois, como unguento, principalmente para tratar feridas; mais tarde, combustível

 

Olivas de Gramado amplia quantidade de parques temáticos do Município de Gramado, com experiência relacionada à cultura de oliveiras e produção de azeite

Conjunto de artefatos usados como ferramentas diversos pelo homem durante o Período Neolítico. Todos são de pedras polidas, facilitando o manuseio. Vasilhames como esse surgindo à direita da imagem podiam ser usados para guardar o óleo extraído de olivas

 

Olivas de Gramado: plantio organizado na Ilha de Creta

 

A Civilização Minoica, florescendo na Ilha de Creta, no Mar Mediterrâneo, entre 3 mil e 1500 anos antes de Cristo, desenvolveu os cultivos organizados da oliveira, até então encontrada apenas na Natureza, prosperando muito devido à comercialização do azeite.

Mesmo diante dessa experiência terrena de sucesso, durante todo o período do Antigo Egito, entre 3000 e 30 anos antes de Cristo, a crença teimava em explicar o cultivo da oliveira como um dos ensinamentos imemoriais passados aos homens pela deusa Ísis.

Lenda da Grécia Antiga, período de 1100 a 150 anos antes de Cristo, sobre as disputas pelas terras onde hoje está a Cidade de Atenas, descreve Palas Atena — deusa da arte, civilização, justiça, estratégia, habilidade e sabedoria —, fazendo surgir uma oliveira.

E, com os frutos daquela árvore, transfere a simples mortais a capacidade de produzir óleo. Num primeiro momento, apenas para iluminar espaços durante as noites; depois, para suavizar a dor dos feridos; e, por fim, como um alimento rico em sabor e energia.

 

Olivas de Gramado amplia quantidade de parques temáticos do Município de Gramado, com experiência relacionada à cultura de oliveiras e produção de azeite

Detalhe das ruínas Palácio de Cnossos, na Ilha de Creta, no meio do Mar Mediterrâneo, um dos muitos sítios históricos remetendo ao apogeu da Civilização Minoica. Foi um período muito próspero, devido ao desenvolvimento do plantio organizado das olivas

 

Olivas de Gramado: Getsêmani, lagar de azeite, prensa de azeite

 

Relatos descrevem Remo e Rômulo, os fundadores da antiga Cidade de Roma, vendo a luz do dia pela primeira vez sob galhos de uma oliveira. Vestígios fossilizados da planta foram achados pelo Norte da África e até em montanhas no meio do Deserto do Saara.

Segundo a Bíblia, no Novo Testamento, Jesus passou seus momentos finais de liberdade nas proximidades do Getsêmani. Este termo, com origem no antigo Aramaico, o idioma falado na Palestina naqueles tempos, significa “lagar de azeite”, ou “prensa de azeite”.

A oliveira fornece as olivas, ou azeitonas, usadas como alimento ou na produção azeite. Suas raízes fortes aprofundam-se no solo por até seis metros. Com grande capacidade de absorção de água e nutrientes, adaptam-se muito bem a clima seco e terrenos inóspitos.

Elas apresentam crescimento lento e, no geral, são baixas — mas há variedades capazes de chegar até 20 metros de altura. As árvores selvagens, competindo no meio ambiente com outras espécies, são menores; já as plantadas em olivais crescem acima da média.

 

Olivas de Gramado amplia quantidade de parques temáticos do Município de Gramado, com experiência relacionada à cultura de oliveiras e produção de azeite

A oliveira fornece as olivas, ou azeitonas, usadas como alimento ou na produção azeite. Suas raízes fortes aprofundam-se no solo por até seis metros. Com grande capacidade de absorção de água e nutrientes, adaptam-se muito bem a clima seco e terrenos inóspitos

 

Olivas de Gramado: oliveira com 2.850 anos em Portugal

 

A longevidade das oliveiras é muito grande. Em Israel, algumas têm idades estimadas em mais de 2.500 anos. Ou seja: nasceram antes de Jesus Cristo. Uma delas, presente no Monte das Oliveiras, parte Oeste da Cidade de Jerusalém, teria pelo menos 1.700 anos.

Outra, de idade semelhante, está na Cidade de Trevi, situada na Região Central da Itália. Mas os exemplares mais antigos da Europa — e, com absoluta certeza, de todo o mundo — encontram-se em Portugal, hoje, o país mais identificado com o cultivo de oliveiras.

A Cidade de Tavira, na região do Algarve, abriga um exemplar com, estima-se, mais de 2.000 anos de idade. Supõe-se ela ter nascido em terras da antiga Mesopotâmia, atual Iraque, e transplantada para o, agora, território de Portugal pelos navegadores fenícios.

A civilização fenícia espalhou-se por todo o litoral do Mar Mediterrâneo entre 1500 a 300 anos antes de Cristo. Povo empreendedor, com forte tino comercial, criaram rotas navais de comércio, atendidas por barcos apelidados de galés, movidos a velas e remos.

A oliveira mais velha de todas foi certificada tendo 2.850 anos. Pode-se conhecê-la de perto, pois está num terreno à beira de uma estrada, no Bairro da Covina, na Cidade de Santa Iria d’Azoia, pequena comunidade situada no Sudoeste do território português.

Sua datação foi obtida por equipes especializadas, do Laboratório de Produtos Florestais e da Unidade de Modelação do Departamento Florestal, pertencentes à Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, com metodologia científica descrita em certidão oficial.

 

Olivas de Gramado amplia quantidade de parques temáticos do Município de Gramado, com experiência relacionada à cultura de oliveiras e produção de azeite

Imagem da oliveira mais velha do mundo, tendo 2.850 anos de idade. Pode-se conhecê-la de perto, pois está em terreno à beira de uma estrada, no Bairro da Covina, na Cidade de Santa Iria de Azoia, pequena comunidade situada no Sudoeste do território português

 

Olivas de Gramado: Visigodos deixam referência comprovada

 

Em Portugal, as referências mais antigas e comprovadas em relação às oliveiras são do tempo dos Visigodos, século VII, anos 600. Trata-se de uma lei visando a proteção das oliveiras, aplicando multas a responsáveis por arrancar árvores ou destruir plantações.

Os árabes, após a conquista da Península Ibérica — território hoje ocupado por Espanha e Portugal —, processo ocorrido ao longo século VIII, anos 700 —, deram forte impulso àquela cultura, principalmente pelo aperfeiçoamento das técnicas de plantio de manejo.

Com o fim do domínio árabe — ou dos mouros — sobre a Península Ibérica, a partir do século XII, anos 1100, e a definição das fronteiras de Portugal, século XIII, anos 1200, cultura de oliveiras e produção de azeite tornam-se parte da identidade da nova nação.

Aliás, esse último, transforma-se no primeiro produto de exportação daquele país. Suas vendas para o mercado externo — na época, formado pela a Europa e países ao redor do Mar Mediterrâneo, crescem durante o século XIV, anos 1300, e século XV, anos 1400.

E praticamente explodem a partir do início do século XVI, anos 1500, quando o azeite de oliva passa a ser utilizado em lampiões para iluminar o interior das residências e as vias públicas das grandes cidades — além de serem iniciadas exportações para a Índia.

O crescimento se mantém durante o auge dos descobrimentos e com a consolidação das colônias de ultramar, sendo as principais Angola, Arquipélago da Ilha de Cabo Verde, Arquipélago da Ilha da Madeira, Brasil, Goa, Guiné-Bissau, Macau e Moçambique.

 

Olivas de Gramado amplia quantidade de parques temáticos do Município de Gramado, com experiência relacionada à cultura de oliveiras e produção de azeite

Rota da migração dos Visigodos pela Europa, com as datas das chegadas aos diversos territórios. Eles avançam para a Península Ibérica, onde hoje situa-se Portugal, a partir do ano 418. Lá, deixam o mais antigo documento relacionada à cultura das oliveiras

 

Olivas de Gramado: Portugal detém o maior olival do mundo

 

Atualmente, Portugal tem por volta de 400 mil hectares plantados com oliveiras. A metade está concentrada na região do Alentejo, no Centro-Sul da nação. O restante divide-se pelas áreas agrárias da Beira Interior, Oeste, Ribatejo e Trás-os-Montes.

O atual maior olival do mundo, com 9.700 hectares, é da Sovena, companhia integrante do grupo português Jorge de Mello, produtor dos azeites Andorinha e Oliveira da Serra. A sede da empresa fica na pequena Cidade de Ferreira do Alentejo, ao Sul de Portugal.

Eles também têm culturas em Soleada, na região da Catalunha, no extremo Noroeste da Espanha; e em Olivari, região central da Tunísia, país ao Norte de África. Olivais fazem parte de paisagens na Grécia, Itália e em outras partes do mundo, mas em menor escala.

 

Olivas de Gramado amplia quantidade de parques temáticos do Município de Gramado, com experiência relacionada à cultura de oliveiras e produção de azeite

Uma pequena vista daquele considerado o maior olival do mundo, com 9.700 hectares plantados na região do Alentejo, ao Sul de Portugal. Ele pertence à companhia Sovena, detentora de grandes plantios também na Espanha e na Tunísia, país ao Norte da África

 

Olivas de Gramado amplia quantidade de parques temáticos do Município de Gramado, com experiência relacionada à cultura de oliveiras e produção de azeite

Imagem resumindo a presença do cultivo de oliveiras ao redor do Mar Mediterrâneo, sem dúvida a melhor região do planeta para este tipo de cultura, devido ao clima seco, temperaturas amenas e terrenos impondo dificuldades à progressão das raízes no solo

 

Olivas de Gramado: experiência no Estado do Espírito Santo

 

O Brasil é o segundo importador mundial de azeitonas e o sétimo de azeite. Portugal é o maior fornecedor, seguido de Espanha e Itália. Isso decorre do cultivo de oliveiras, entre nós, ser ínfimo — apesar de algumas iniciativas isoladas ao longo dos últimos 100 anos.

No período de 1950 a 1960, o português Antônio de Oliveira Pires produziu um azeite de oliva com excelente qualidade, a partir de oliveiras plantadas em sua propriedade, no interior do Município de Campos do Jordão, situado a Nordeste do Estado de São Paulo.

Também no início dos anos 1960, outro português, o agrônomo Júlio de Oliveira Pinho, iniciou um cultivo na Fazenda Experimental Mendes da Fonseca, mais conhecida como Fazenda do Estado, por pertencer a órgão público voltado a estudos pesquisas agrárias.

Ela está situada na Região de Montanhas do Estado do Espírito Santo, no Município de Domingos Martins, nas proximidades da localidade de Pedra Azul, em local com quase 1.000 metros de altitude acima do nível do mar, de clima seco e temperaturas amenas.

Sua pesquisa não foi adiante quando um novo administrador do local, usando corrente presa ao para-choque de um Fusca, arrancou os pés de oliva, um a um. Decepcionado com aquilo, pediu exoneração do serviço público e enveredou para a iniciativa privada.

Ele e a esposa, Nazareth, tornaram-se pioneiros do moderno turismo hoje mola-mestre do local. Primeiro, na sociedade do Restaurante Lusitânia. Depois, erguendo o primeiro empreendimento hoteleiro realmente de qualidade da região, a sua Pousada dos Pinhos.

Que sabe, tivesse ele oportunidade de levar adiante seu experimento, hoje poderíamos ter em terras capixabas um empreendimento batizado como Olivas de Pedra Azul, em moldes semelhantes ao da Olivas de Gramado, em vias de ser aberto na Serra Gaúcha.

Nova pequena experiência com oliveiras na região de Pedra Azul veio por iniciativa de outro português: Álvaro Manuel da Silva Aroso — mudou para lá por indicação de Júlio de Oliveira Pinho; este o ajudou muito e, por isso, o primeiro o considerava seu pai em terras brasileiras.

Há uns 10 anos, plantou algumas mudas em meio à encosta abaixo da via de acesso ao Aroso Paço Hotel, belo empreendimento de hospedagem tocado pela família. Elas se deram muito bem naquele local, estão cada vez mais viçosas e já produzem seus frutos.

Parêntesis: se tiver interesse em ler um texto sobre a vida e obra de Júlio de Oliveira Pinho, no qual o caso da destruição das oliveiras está narrado com mais detalhes, basta clicar sobre o título da publicação colocado a seguir: Informativo Dia a Dia Pedra Azul.

 

Olivas de Gramado amplia quantidade de parques temáticos do Município de Gramado, com experiência relacionada à cultura de oliveiras e produção de azeite

Reprodução da parte superior da página 8, edição 11, do Informativo Dia a Dia Pedra Azul, publicado julho de 2004, com a matéria sobre Júlio de Oliveira Pinho, agrônomo português responsável por plantio experimental de oliveiras no Estado do Espírito Santo

 

Olivas de Gramado amplia quantidade de parques temáticos do Município de Gramado, com experiência relacionada à cultura de oliveiras e produção de azeite

Vista das oliveiras plantadas por Álvaro Manuel da Silva Aroso, na encosta abaixo da via de acesso ao Aroso Paço Hotel, empreendimento hoteleiro da família na região de Pedra Azul. Adaptadas  ao local, mostram-se bastante fortes e viçosas

 

Olivas de Gramado amplia quantidade de parques temáticos do Município de Gramado, com experiência relacionada à cultura de oliveiras e produção de azeite

Detalhe dos primeiros frutos das oliveiras plantadas por Álvaro Manuel da Silva Aroso. Ele, um pioneiro em diversas atividades agrícolas na região — por exemplo, a cultura do morango —, falecido não faz muito, teria ficado orgulhoso de mais esse seu sucesso

 

Olivas de Gramado: experiências de plantio e cultivo no Brasil

 

Iniciativas como a de Antônio de Oliveira Pires e de Júlio de Oliveira Pinho têm a ver com o trabalho desenvolvido pela Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais — Epamig, pioneira nas pesquisas sobre oliveiras em território brasileiro desde 1986.

Em mais de três décadas de trabalho, selecionando as variedades mais adequadas às nossas condições de território e temperatura, tem alcançado sucesso. Um trabalho capaz de oferecer à oliva e ao azeite, nacionais, o mesmo status já entregue à uva e ao vinho.

As mudas produzidas nos laboratórios da Fazenda Experimental Maria da Fé, localizada na área rural da pequena Cidade de Maria da Fé, no Sudeste do Estado de Minas Gerais, tem apresentado resultados promissores para o desenvolvimento desta cultura no Brasil.

Os estudos foram lá concentrados por ali estarem os maiores olivais nacionais, junto aos da Cidade de Camanducaia, também a Sudoeste do Estado de Minas Gerais. Mas já há produção no Estado de Santa Catarina — cujo Oeste e Sul são vistos como promissores.

 

Olivas de Gramado amplia quantidade de parques temáticos do Município de Gramado, com experiência relacionada à cultura de oliveiras e produção de azeite

Publicações da Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais — Epamig, pioneira nas pesquisas sobre oliveiras em território brasileiro desde 1986. Em mais de três décadas selecionando variedades mais adequadas ao Brasil, tem alcançado sucesso

 

Olivas de Gramado: cultivo retorna às suas origens no Brasil

 

— O Brasil, especialmente a partir do Estado do Rio Grande do Sul, e o Uruguai, em breve, vão despontar mundialmente como produtores de azeite de oliva de qualidade. Isso, graças à combinação de solos propícios e clima favorável à cultura das oliveiras.

Essa afirmativa é de Pedro Bertolucci, outro dos sócios do empreendimento Olivas de Gramado. Ele foi prefeito do Município de Gramado duas vezes, com administrações sempre muito bem avaliadas, principalmente devido à importância dada ao turismo.

Depois de deixar a política, e dar início nos investimentos da nova atividade, estudou o segmento com profundidade. Além de conhecer diversas plantações ao redor do Mar Mediterrâneo, conversou com especialistas, inclusive trazendo alguns à sua propriedade.

Assim, com o início das operações da empresa Olivas do Sul, em 2006, na Cidade de Cachoeira do Sul, no Centro do Estado do Rio Grande do Sul, e, agora, as atividades da Olivas de Gramado, a cultura de oliveiras retorna às suas origens em terras brasileiras.

Afinal, o mais antigo registro de plantio de oliveiras no Brasil é de 1800 — ou seja: tem mais de dois séculos. E foi desenvolvido com mudas trazidas escondidas por imigrantes açorianos — depois plantadas e cultivas com sucesso no Estado do Rio Grande do Sul.

 

Olivas de Gramado amplia quantidade de parques temáticos do Município de Gramado, com experiência relacionada à cultura de oliveiras e produção de azeite

O mais antigo registro de plantio de oliveiras no Brasil é de 1800 — ou seja: tem mais de dois séculos. E foi desenvolvido com mudas trazidas escondidas por imigrantes açorianos — depois plantadas e cultivas com sucesso no Estado do Rio Grande do Sul

 


 

O post “Olivas de Gramado amplia quantidade de parques temáticos do Município de Gramado, com experiência relacionada à cultura de oliveiras e produção de azeite” foi produzido por João Zuccaratto, jornalista especializado em turismo baseado na Cidade de Vitória, a capital do Estado do Espírito Santo, em função de sua participação na edição 2018 da Feira Internacional de Turismo da Cidade de Gramado — Festuris, realizada no Sierra Park Centro de Eventos e Feiras, na Cidade de Gramado, ícone do turismo da Serra Gaúcha, região de montanhas a Nordeste do Estado do Rio Grande do Sul, de 8 a 10 de novembro de 2018, com apoio da Rede Ficare de Hotéis, Restaurante e Lancheria São PedroZermatt Hotel.

Clique nos trechos em colorido ao longo do texto do post “Olivas de Gramado amplia quantidade de parques temáticos do Município de Gramado, com experiência relacionada à cultura de oliveiras e produção de azeite” para abrir novas guias, com informações complementares ao aqui sendo tratado. Eles guardam links levando a verbetes da Wikipedia e sites de empresas, entidades, Governos estaduais, Prefeituras etc.

A repetição de diversas expressões ao longo do conteúdo do post “Olivas de Gramado amplia quantidade de parques temáticos do Município de Gramado, com experiência relacionada à cultura de oliveiras e produção de azeite” — como “Olivas de Gramado” — é intencional. Elas são as principais palavras-chave dos conteúdos. Colocá-las várias vezes na postagem faz parte das técnicas de Search Engine Optimization — SEO, ou otimização para ferramentas de busca. Ajuda a destacar o trabalho na lista apresentada quando se pesquisa com BingGoogle ou Yahoo!.

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• Jornal MG Turismo, da Cidade de Belo Horizonte, capital do Estado de Minas Gerais;

• Jornal Turismo & Serviços, da Cidade de Vila Velha, litoral do Estado do Espírito Santo;

• Link de notícias do site da Associação de Jornalistas e Blogueiros do Brasil — Ajobtur; e,

• Revista Receptiva, da Cidade de Bento Gonçalves, um dos ícones do turismo da Serra Gaúcha, região de montanhas localizada a Nordeste do Estado do Rio Grande do Sul.

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• Blog do Jornal Passaporte, da Cidade de Belém, capital do Estado do Pará e

• Facebook do Jornal Cidade Sorriso, da Cidade de Porto Alegre, capital do Estado do Rio Grande do Sul.