Livro cita frota chinesa aportando na Ilha de Santa Catarina. Ficaram poucos dias, mas deixaram nas pedras sinais da passagem deles por lá. Criativos, os empreendedores do Costão do Santinho Resort Golf e SPA usaram aquela inscrição como marca comercial.

 

Marca do Costão do Santinho pode ter sido obra de chineses, por volta de 1422, 1423...

Uma das inscrições rupestres encontradas nas pedras no lado Oeste da Praia do Santinho foi usada como marca comercial do Costão do Santinho Resort, Golf e SPA. São aquelas linhas em amarelo, à esquerda da imagem. Não há referências sobre quem produziu aqueles sinais. Aproveito para dar um pitaco sem qualquer comprovação histórica: podem ter sido os chineses, por volta dos anos 1422, 1423

 

Em meados do já longínquo ano de 1998, tive a oportunidade de desfrutar três dias como hóspede do Costão do Santinho Resort, Golf e SPA, então recentemente aberto na Praia do Santinho, situada ao Norte da Ilha de Santa Catarina, na qual está localizada a cidade de Florianópolis, capital do Estado de Santa Catarina. Tudo de uma qualidade ímpar: hotel de primeiro nível, mar de águas azuis e límpidas banhando areias branquíssimas. Saudade!

No lado Oeste da pequena enseada, uma formação de rochas, sobre a qual se pode passear seguindo uma trilha demarcada. Ao se aproximar da metade do percurso, chama atenção uma construção de linhas geométricas. Postes e vigas em madeira suportam armação de cordas esticadas, presas em paralelo, separadas umas das outras por mais ou menos uns 20 centímetros. Como se fosse um telhado, cobria com linhas de sombra o chão ali delimitado.

 

Marca do Costão do Santinho pode ter sido obra de chineses, por volta de 1422, 1423...

No detalhe marcado na imagem, a construção erguida para proteger o local da rocha onde está a inscrição rupestre utilizada como marca comercial do Costão do Santinho Resort, Golf e SPA

 

Marca do Costão do Santinho pode ter sido obra de chineses, por volta de 1422, 1423...

Uma vista de Leste para Oeste da estrutura erguida para marcar e proteger o local onde está a inscrição rupestre utilizada com marca comercial do Costão do Santinho Resort, Golf e SPA

 

Tudo projetado e construído para ressaltar e dar alguma proteção a tesouro lá existente. Um conjunto de linhas entalhadas na pedra com uma maestria sem igual. O desenho, tão bem acabado, tão perfeito, parece ter sido produzido com algo que, ali encostado, e por enorme pressão, afundou a rocha. Não se percebe variações na largura e na profundidade dos veios. Os espaçamentos entre os traçados seguem esta mesma regra: são completamente idênticos!

 

Marca do Costão do Santinho pode ter sido obra de chineses, por volta de 1422, 1423...

A inscrição rupestre escolhida como marca comercial do Costão do Santinho Resort, Golf e SPA sombreada pelo aramado suportado pelas vigas em madeira

 

Marca do Costão do Santinho pode ter sido obra de chineses, por volta de 1422, 1423...

A inscrição rupestre que serviu de marca comercial para o Costão do Santinho Resort, Golf e SPA gravada sobre as rochas existentes no lado Oeste da Praia do Santinho

 

 

Há outras inscrições nas mesmas pedras, próximo dali. E muitas outras em pontos diversos do Arquipélago da Ilha de Santa Catarina. Mas aquele conjunto é tão marcante que foi escolhido para ser a marca comercial do Costão do Santinho Resort, Golf e SPA. A informação que se tem é de que tudo aquilo foi esculpido por povos primitivos, séculos e séculos passados, bem antes da chegada dos europeus nas Américas. Quem? Quando? Por quê? Ainda não se descobriu.

É o tipo de herança dos primórdios da história da ocupação da Terra que abre espaço para diversas especulações. Povos dominando tecnologias primitivas teriam sido mesmo capazes de gravar rochas em diversos pontos do Arquipélago da Ilha de Santa Catarina? Alcançaram aquela perfeição utilizando ferramentas rudimentares, à base de pedra? Os responsáveis não teriam sido outros? Os mais velhos recordam do livro “Eram os Deuses Astronautas?

 

Marca do Costão do Santinho pode ter sido obra de chineses, por volta de 1422, 1423...

Capas de algumas obras do suíço Erich von Däniken, nas quais defende a ideia de que os deuses adorados pelos povos primitivos da Terra nada mais eram do que seres extraterrenos. No alto, à esquerda, seu primeiro sucesso, de 1968, e que levou à produção das demais obras: “Eram os Deuses Astronautas?

 

Bom, como tecer este tipo de teoria está ao alcance de qualquer um — e o melhor: sobre esta atividade não se paga imposto! —, vou colocar minha azeitona nesta empada. Antes, preciso fazer uma pequena digressão. Tem algum tempo, comprei um exemplar da obra “1421 — O Ano em Que a China Descobriu o Mundo”. Seu autor é Gavin Menzies, ex-comandante da frota de submarinos da Marinha do Reino Unido, o que ajuda e atrapalha.

Como ele recupera e descreve a navegação de expedições de barcos chineses ao redor do planeta, tem conhecimento prático para reconstituir muitos acontecimentos. Isso ajuda. Em determinados momentos, o texto torna-se difícil, inundado por terminologias navais, fora da compreensão de pessoas comuns. Isso atrapalha. Apesar de boa quantidade de ilustrações e mapas, por terem sido mal editoradas, nada contribuem para a compreensão do conteúdo.

 

Marca do Costão do Santinho pode ter sido obra de chineses, por volta de 1422, 1423...

Mapa com as trajetórias das frotas chineses por todos os oceanos, durante os anos de 1421 a 1423, exibido no site do autor de “1421 — O Ano em Que a China Descobriu o Mundo”, Gavin Menzies. Ele serve de fundo para uma animação que mostra aquela caravela em amarelo deslocando-se pelos percursos. Para acesso, clique aqui.

 

Tanto que, apesar de leitor experiente, comecei a devorar as páginas e parei sem avançar muito várias vezes. Entretanto, como estou pondo fim à biblioteca física aqui de casa, era dos últimos volumes a serem doados — depois de lido, é claro! Aos trancos e barrancos, superei as partes mais chatas e cheguei à última página, pronto para dar pitaco sem valor histórico sobre a origem das inscrições rupestres no Arquipélago da Ilha de Santa Catarina.

Aquilo tudo é obra de chineses. Sabem por quê? Segundo Gavin Menzies, uma das grandes expedições enviadas pela China em 1421, para rodar pelo mundo, cruzou todo o Oceano Atlântico, vinda do Oceano Índico. Subiu pela costa da África, alcançou a América do Norte e desceu contornando a América do Sul. Em virtude disso, cita o Brasil em três oportunidades. Uma delas sobre terem passado pelo Arquipélago da Ilha de Santa Catarina.

Volto a dar asas à minha imaginação. Sempre que chegavam a um lugar, se a estada era longa, erguiam estelasmonólitos de pedra, com inscrições gravadas em baixo relevo — marcando o local visitado; se era curta, com seus artesãos de cantaria não tendo tempo para trabalho mais elaborado, seria mais natural apenas marcar a passagem numa rocha. Quem sabe não foi isso que ocorreu em diversos pontos do Arquipélago da Ilha de Santa Catarina.

Chegaram vindos do Norte, viajando em direção ao atual Cabo Horn, no extremo Sul da América do Sul, para alcançar o Oceano Pacífico. Nos poucos dias aportados em praias do agora Município de Florianópolis, reabasteceram a esquadra com água, frutas, verduras e carne de caça e fizeram os reparos necessários nos barcos. Enquanto isso, os artistas se espalharam pelas ilhas, deixando aqui e ali a própria marca daquela expedição nas pedras.

Como eram muitos, explica o Arquipélago da Ilha de Santa Catarina apresentar inscrições em pontos distintos. Como profissionais preparados para a função, dotados de instrumentos de gravação apropriados, era questão de horas, ou mesmo de poucos dias, para executarem as tarefas. Só espero que, diante desta revelação bombástica, não se achem no direito de cobrar direitos autorais pela criação da marca do Costão do Santinho Resort, Golf e SPA.

 

Brasil citado três vezes: uma referente ao arquipélago da Ilha de Santa Catarina e duas sobre a região próxima à cidade de Santarém, no Estado do Pará

 

Não tenho porque duvidar das expedições navais chineses nos séculos XIV e XV. A China, naquela época, era a maior potencial naval do mundo: cultural, econômica, militar… Tinha todas as condições de preparar e enviar frotas imensas mundo afora. Barcos portentosos, tripulações capacitadas, tudo superlativo em relação ao que os europeus vão fazer 100 anos mais tarde. Os documentos que Gavin Menzies vai mostrando provam isso do modo cabal.

Com o avançar da leitura, nota-se incoerências na narrativa. Ele foge da realidade e passa a colocar interpretações pessoais, comprometendo a própria credibilidade. Está certo que não é historiador formado, pesquisador tradicional. E sim um entusiasta do assunto, capaz de investir os próprios recursos em busca de informações em qualquer parte do mundo. Faz isso, inclusive, viajando aos locais, para conversar pessoalmente com detentores de dados.

Como revelei antes, na obra “1421 — O Ano em Que a China Descobriu o Mundo”, o autor Gavin Menzies cita três vezes o Brasil. Além da referência à passagem pelo Arquipélago da Ilha de Santa Catarina, as outras duas estão na página 418. A primeira está relacionada ao diário de um frade espanhol, chamado Gaspar de Carvajal. Este religioso acompanhou uma das primeiras expedições a cruzar o Rio Amazonas, indo da foz, no Oceano Atlântico, até dentro do Peru.

Na descrição daquela longa aventura, em determinado momento, Gaspar de Carvajal anota coisas surpreendentes. Seu texto manuscrito revela que, na confluência do Rio Amazonas com o Rio Tapajós — onde hoje situa a área urbana de Santarém, com seu Balneário de Alter do Chão, encontrava-se uma “vasta cidade”. E a descreve completamente tomada de “esplêndidos edifícios, cheios de cerâmica bela e multicolorida, da mais fina qualidade.”

Mas Gavin Menzies vai mais além. E afirma: “No dia 7 de setembro de 2002, a doutora Denise Maria Cavalcante Gomes, da Universidade de São Paulo, a USP, descreveu uma cidade perdida em meio a ‘um inferno verde habitado exclusivamente por índios’, na floresta junto à cidade de Santarém.” Na verdade, toma o resultado de pesquisa científica sobre vestígios de cerâmica naquela região e dá ao mesmo uma dimensão que ele não tem.

O trabalho está disponível no site da USP, resultado de estudo sobre a Coleção de Cerâmica Arqueológica Tapajônica existente no acervo do Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade de São Paulo desde o ano de 1971. A autora analisou um universo de 1.256 exemplares de vasilhas cerâmicas e apêndices sem ter saído da cidade de São Paulo. Como, então, poderia ter descoberto os restos de uma civilização perdida no meio da Amazônia.

Este e outros detalhes desclassificam a obra de Gavin Menzies. Ele também afirma que os portugueses chegaram a montar uma colônia na ilha de Porto Rico bem antes de Cristóvão Colombo ter descoberto a América. Sendo verdade, por que Portugal foi tão prejudicado com o Tratado de Tordesilhas? Num momento em que a descoberta de terras atestava o potencial de um país, por que deixaram os espanhóis serem os pais deste Novo Mundo?

Para explicar incoerências em mapas produzidos antes de 1500 e já mostrando as ilhas existentes do Mar do Caribe, propõe que o nível do mar, naquela época, era bem mais baixo de que hoje em dia. Isto só seria possível se a camada de gelo existente no Polo Norte fosse bem maior do que atualmente, avançando em direção ao Sul. Provavelmente, o suficiente para cobrir toda a Groenlândia, impedindo de se navegar por grande parte do seu litoral.

Entretanto, para justificar a colocação perfeita da Groenlândia naquelas cartas náuticas, supõe aquele território vivendo uma era de um clima quase tropical. Assim, seria possível a circunavegação da mesma, permitindo aos cartógrafos marcarem com exatidão seus limites e posições. Ora, convenhamos! Ou bem o mundo vivia uma pequena fase glacial ou um período de degelo catastrófico, com o nível dos oceanos invadindo todas as áreas litorâneas.

A gente nota que o autor, na verdade, como se diz popularmente, “viaja na maionese” ao se consultar o site dele. O endereço citado em “1421 — O Ano em que a China Descobriu o Mundo” é www.1421.tv. Buscando por esta URL, acaba-se no www.gavinmenzies.net. E aí a coisa fica clara mesma. No link Livros, um dos títulos à disposição para venda é muito revelador: “O Império Perdido de Atlantis”. Para quem gosta, e acredita, é “prato-feito”.

 

Marca do Costão do Santinho pode ter sido obra de chineses, por volta de 1422, 1423...

Capas das obras de Gavin Menzies. Li apenas a primeira, acima, à esquerda, Mas os títulos das demais são bem convidativos. Quem sabe, mais para a frente, havendo edições em e-book, eu encare as demais

 

Só para concluir, uma curiosidade daquele site. No link Gallery, sublink Miscellaneous Artefacts, bem ao pé da página, está a imagem de uma inscrição em pedra. Como legenda, este texto, em tradução livre: “Abaixo, foto de uma pedra localizada na Ilha do Campeche, junto à Ilha de Santa Catarina, no Sul do Brasil. Esclarecimento obtido junto à Secretaria de Turismo do Estado de Santa Catarina informa ser similar a outras encontradas na África.”

 

Marca do Costão do Santinho pode ter sido obra de chineses, por volta de 1422, 1423...

Reprodução de parte do site de Gavin Menzies, na qual está publicada a imagem de uma inscrição rupestre encontrada na Ilha do Campeche, uma das que fazem parte do Arquipélago da Ilha de Santa Catarina

 

Marca do Costão do Santinho pode ter sido obra de chineses, por volta de 1422, 1423...

Imagem ampliada da inscrição rupestre citada no site de Gavin Menzies

 

Um pouco sobre a história da região da Praia do Santinho e do Costão do Santinho Resort, Golf e SPA

 

Marca do Costão do Santinho pode ter sido obra de chineses, por volta de 1422, 1423...

Vista aérea da Praia do Santinho, paraíso situado ao Norte da Ilha de Santa Catarina, com a estrutura do Costão do Santinho Resort, Golf e SPA abaixo, à direita, da imagem

 

A Praia do Santinho, situada na parte Norte da Ilha de Santa Catarina, acidente geográfico que abriga a maior parte da cidade de Florianópolis, capital do Estado de Santa Catarina, tem uma beleza ímpar. Limitada por formações rochosas em ambos os lados, sua faixa de areia branca é banhada por um mar de águas azuis e límpidas. Localizada ao lado de áreas de preservação ambiental, está rodeada de histórias e registros de civilizações primitivas.

 

Marca do Costão do Santinho pode ter sido obra de chineses, por volta de 1422, 1423...

Esculturas em metal representando o Homem de Sambaqui, considerados os primeiros habitantes da região da Praia do Santinho. A área hoje ocupada pelo Costão do Santinho Resort, Golf e SPA era moradia desta civilização pré-histórica da Ilha de Santa Catarina, vivendo por lá desde pelo menos 5.000 anos antes de Cristo. Registros da vida daquele povo estão nas ricas inscrições rupestres do Museu Arqueológico Brasileiro a Céu Aberto

 

 

Nos primórdios da ocupação humana, vieram, ali, primeiro, os Homens de Sambaqui e, mais tarde, os índios Carijós. Assim, a região abriga e expõe tesouros arqueológicos como inscrições nas pedras do Morro das Aranhas, acervo do primeiro Museu Arqueológico Brasileiro a Céu Aberto. E, no Morro dos Ingleses, fica o Museu dos Brunidores, sítio onde foram encontrados artefatos de pedra, como pontas de lanças e instrumentos para a pesca.

 

Marca do Costão do Santinho pode ter sido obra de chineses, por volta de 1422, 1423...

No Morro dos Ingleses, fica o Museu dos Brunidores, sítio onde foram encontrados artefatos de pedra, como pontas de lanças e instrumentos para a pesca. Esta é uma herança de outro povo primitivo da região, os índios Carijós. Ocuparam aquelas terras há 2.000 anos antes de Cristo e, além de introduzirem a agricultura, foram os primeiros a usar cerâmica como artefato e trançar utensílios de pesca. Viviam em aldeias, também eram coletores e caçadores e deixaram como registro diversas pinturas rupestres

 

Foi respeitando estes cenários que os criadores do Costão do Santinho Resort, Golf e SPA idealizaram um dos maiores complexos turísticos do Brasil. Lá pelo final dos anos 1970, depois de comprados os terrenos, definiram o grande projeto dentro de conceitos inéditos. Assim, os quase um milhão de metros quadrados de espaço começaram a ser ocupados em sistema inovador no País, mesclando propriedade particular e hotelaria. Sucesso imediato!

 

Marca do Costão do Santinho pode ter sido obra de chineses, por volta de 1422, 1423...

Respeitando os cenários da região da Praia do Santinho, os criadores do Costão do Santinho Resort, Golf e SPA idealizaram um dos maiores complexos turísticos do Brasil, no final dos anos 1970. E definiram o grande projeto dentro de conceitos inéditos, mesclando propriedade particular e hotelaria

 

Centenas de investidores apoiam a ideia de trocar a casa de praia tradicional pelo conforto de um apartamento num resort. As vilas começam a ser construídas em janeiro de 1990, nos moldes da arquitetura açoriana. Os primeiros grupamentos de residência são inaugurados em dezembro daquele ano, chamando atenção para suas janelas e portas bem coloridas, recuperando uma tradição bem característica dos primeiros colonizadores daquela região.

 

Marca do Costão do Santinho pode ter sido obra de chineses, por volta de 1422, 1423...

Passados quase 30 anos, a estrutura do Costão do Santinho Resort, Golf e SPA está integrada ao verde da paisagem, com suas construções seguindo as tradições dos primeiros colonizadores ali chegados, portugueses vindo principalmente do Arquipélago dos Açores

 

Agora, passados quase 30 anos, estar no Costão do Santinho Resort, Golf e SPA é viver momentos inesquecíveis em família. É deixar as preocupações do lado de fora e concentrar-se apenas em desfrutar de completa estrutura de lazer em uma das mais belas paisagens do Brasil. Premiado diversas vezes como o melhor resort de praia do País, oferece centenas de atividades o ano inteiro. E isto vai da recreação infantil a shows nacionais e internacionais.

 

Marca do Costão do Santinho pode ter sido obra de chineses, por volta de 1422, 1423...

Um dos focos do empreendimento está voltado ao atendimento do lazer das famílias, oferecendo um estrutura completa com este objetivo

 

O conjunto de piscinas aquecidas rivaliza com o frescor das praias de areias brancas banhadas por águas azuis, cristalinas. O ambiente propício à prática de esportes dos mais leves aos mais radicais é equilibrado por uma bateria de seis restaurantes exclusivos. As opções de cardápio são bem variadas, indo da simplicidade açoriana ao requinte francês; da picanha na brasa ao sushi; dos mais tradicionais pratos brasileiros às receitas internacionais.

 

Marca do Costão do Santinho pode ter sido obra de chineses, por volta de 1422, 1423...

O hóspede do Costão do Santinho Resort, Golf e SPA tem à sua disposição seis restaurantes exclusivos

 

Em qualquer deles, hóspede ou morador perceberá experiências internacionais de chefs traduzidas em variedade de sabores. Adegas com centenas de rótulos de vinhos nacionais e estrangeiros e cozinhas preparadas para restrições alimentares são diferenciais especiais. Outro ponto fundamental: cardápios elaborados segundo as estações do ano transformam a gastronomia em experiências inesquecíveis no Costão do Santinho Resort, Golf e SPA.

 

Marca do Costão do Santinho pode ter sido obra de chineses, por volta de 1422, 1423...

Adegas com grande variedades de rótulos nacionais e estrangeiros e opções de atendimento para pessoas com restrições alimentares são dois grandes diferenciais

 

As opções para atividades ao ar livre são inúmeras: trilhas para caminhadas, quadras para a prática de esportes, aulas de surfe, paredes de escalada… A tudo isso, recentemente, veio se juntar a estrutura do SPA, criada para os cuidados do corpo e da mente. Com os ambientes todos voltados ao mar, oferece programas de emagrecimento, embelezamento, equilíbrio pessoal, fim de estresse e relaxamento físico. Convenhamos: tem tudo a ver com o local!

 

Marca do Costão do Santinho pode ter sido obra de chineses, por volta de 1422, 1423...

Imagem da área externa do SPA, um dos espaços destinados aos programas de recuperação física e emocional agora disponíveis no Costão do Santinho Resort, Golf e SPA

 

A seguir, imagens das opções de atividades de relaxamento e práticas esportivas à disposição do hóspede do Costão do Santinho Resort, Gol e SPA

 

Marca do Costão do Santinho pode ter sido obra de chineses, por volta de 1422, 1423...

 

Marca do Costão do Santinho pode ter sido obra de chineses, por volta de 1422, 1423...

 

Marca do Costão do Santinho pode ter sido obra de chineses, por volta de 1422, 1423...

 

Marca do Costão do Santinho pode ter sido obra de chineses, por volta de 1422, 1423...

 

Marca do Costão do Santinho pode ter sido obra de chineses, por volta de 1422, 1423...

 


 

A ideia para este trabalho surgiu no início da tarde do primeiro dia do Festival de Turismo de Gramado de 2016. Cruzando pela feira, me chamou atenção a beleza do estande do Costão do Santinho Resort, Golf e SPA. A marca do empreendimento sobressaindo-se do fundo azul-escuro das paredes.

Ainda não tinha concluído a leitura do livro “1421 — O Ano em que a China Descobriu o Mundo”, mas já havia ultrapassado a citação dos chineses terem estado no Arquipélago da Ilha de Santa Catarina.

Recordando que o logotipo reproduz uma das inscrições presentes nas rochas ao lado da Praia do Santinho, na hora liguei uma coisa com outra. E fui incomodar a equipe lá presente com o assunto. Para minha surpresa, todos se interessaram pelo tema.

Mal tinha deixado o local, veio a “iluminação”: isso dá uma excelente matéria! Terminada a leitura da obra, fiz algumas pesquisas, selecionei as imagens e redigi o texto! O resultado está aí, à disposição de todos. Espero que gostem.