Cópia do estudo, sem análise de capacidade de transporte e custo de implantação, foi entregue à Secretaria de Transporte do Estado do Espírito Santo. Solução tem duas grandes vantagens: por ser elevado, não ocupa espaço nas vias; e será um grande ícone para atração de muitos turistas.

 

Monotrilho elevado: evolução para o sistema existente

 

A Região Metropolitana da Grande Vitória agrega seis Municípios à capital do Estado do Espírito Santo, a Cidade de Vitória. Forma área com uns 100 quilômetros de comprimento por 25 de largura, abrigando cerca de 2 milhões de habitantes — metade da população capixaba.

Ao Norte, estão localizados Município de Fundão e Munícipio de Serra; a Oeste, Município de Cariacica e Município de Viana; e, pelo Sul, Município de Guarapari e Município de Vila Velha. Em maior parte, apresenta terrenos planos e elevações pouco acima do nível do mar.

A partir de meados de 1989, esse espaço passou a contar com sistema de transporte público de massa utilizando ônibus com grande capacidade de carga. Sua estruturação teve semelhança àquele em operação na Cidade de Curitiba, a capital do Estado do Paraná, desde final de 1974.

 

Jovem arquiteto e urbanista capixaba propõe sistema de monotrilho elevado em substituição aos ônibus nas linhas tronco do transporte de passageiros na Região Metropolitana da Grande Vitória

O sistema de transporte coletivo de passageiros à base de ônibus implantado no final de 1989 na Região Metropolitana da Grande Vitória teve sua estruturação semelhante àquele operando com enorme sucesso na bela Cidade de Curitiba, a capital do Estado do Paraná, desde 1974

 

Monotrilho elevado: fugindo das ruas congestionadas

 

Linhas alimentadoras ligam as periferias urbanas a terminais aglutinadores. E estes são unidos entre si por linhas troncos. A solução permite deslocamentos de um extremo a outro, em três etapas, por duas baldeações: alimentadora-terminal, terminal-terminal, terminal-alimentadora.

E, o mais importante: pagamento de apenas uma passagem em cada direção. No papel, uma beleza; na Cidade de Curitiba, uma revolução; na Região Metropolitana da Grande Vitória, uma decepção. Faltam as faixas exclusivas para os veículos circularem pelas linhas tronco.

Nestas, pontos similares a pequenos terminais e presença de trocadores para cobrar passagens ou liberar entrada daqueles com direito a benefícios e pisos da parada e do veículo no mesmo nível agilizam embarques e desembarques, inclusive de pessoas com a mobilidade reduzida.

 

Jovem arquiteto e urbanista capixaba propõe sistema de monotrilho elevado em substituição aos ônibus nas linhas tronco do transporte de passageiros na Região Metropolitana da Grande Vitória

Os pontos tornam-se pequenos terminais, com presença de trocadores para cobrar passagens ou liberar entrada daqueles com direito a benefícios. Pisos da parada e do veículo no mesmo nível agilizam embarque e desembarque, inclusive de pessoas com a mobilidade reduzida

 

Monotrilho elevado: gestão qualificada as linhas tronco

 

Como os ônibus disputam espaço com ambulâncias, bicicletas, caminhões leves, caminhões pesados, carros de serviço, carros particulares, motocicletas, táxis e viaturas de Polícia, em vias geralmente congestionadas, a gestão do sistema é sofrível e a operação, bem mais cara.

Mesmo liberando saídas de acordo com programação planejada, e maior número de veículos circulando nas linhas, não se tem controle sobre tempo de percurso e superlotação. Soma-se a esses transtornos dois problemas cruciais: o assédio de vendedores e a redução da segurança.

Os terminais, em vez de serem apenas locais de chegada e partida imediata das conduções, estão transformados em enormes garagens. Dá pena ver a quantidade de capital imobilizado em unidades desnecessárias, com o conjunto podendo atender melhor com menos veículos.

 

Jovem arquiteto e urbanista capixaba propõe sistema de monotrilho elevado em substituição aos ônibus nas linhas tronco do transporte de passageiros na Região Metropolitana da Grande Vitória

Monotrilhos elevados não disputam espaço com ambulâncias, bicicletas, caminhões leves, caminhões pesados, carros de serviço, carros particulares, motocicletas, táxis, viaturas de Polícia em vias geralmente congestionadas, a gestão do sistema torna-se mais qualificada

 

Monotrilho elevado: ideia fantástica, de difícil execução

 

Diante dessa realidade, em vez de investir na complementação da infraestrutura do sistema — implantação das faixas exclusivas e construção das estações de parada, por exemplo —, entra Governo, sai Governo, cada um aparece com sua ideia fantástica, todas de difícil execução.

Uma hora, Veículo Leve sobre Trilhos, o VLT — na verdade, bondes modernizados. Outra, Bus Rapid Transit, o BRT, ou Trânsito Rápido de Ônibus — o sistema da Cidade de Curitiba: criado por brasileiros, elogiado mundo afora, rodou o planeta e retornou com nome em inglês.

Aliás, já notei: quer iludir, batiza com apelido na língua de William Shakespeare. Outro dia, ouvi Last Mile, última milha. Em vez do transporte do passageiro de uma ponta a outra do sistema com conforto, rapidez e segurança, desvia a atenção para os últimos dois quilômetros.

Mas só pensa naqueles desembarcando pelos terminais. Os das alimentadoras ficam de fora. A ideia é oferecer bicicletas compartilhadas passíveis de serem guardadas em casa até o dia seguinte. Assim, sugiro batizar o retorno com outro neologismo: Fist Mile, primeira milha.

Tomo a liberdade de apresentar outra sugestão: seja First Mile, seja Last Mile, não precisa de bicicleta para ser coberta. Há maneira melhor de se resolver isso, simples, sem burocracia, e ainda fazer bem para a saúde; perdão, mas segue outro neologismo em inglês: By Foot, a pé.

 

Jovem arquiteto e urbanista capixaba propõe sistema de monotrilho elevado em substituição aos ônibus nas linhas tronco do transporte de passageiros na Região Metropolitana da Grande Vitória

O endeusado BRT, ou Trânsito Rápido de Ônibus, é o sistema em operação, com sucesso, há quase cinco décadas, na Cidade de Curitiba: criado apenas por brasileiros, elogiado nos quatro cantos do mundo, rodou o planeta e retornou com nome em inglês — dá para acreditar nisso?

 

Monotrilho elevado: solução para maior gargalo da atualidade

 

Enquanto a solução à vista de todos não é encarada seriamente, cria-se o ambiente propício à apresentação de novas ideias. Por isso, é alentador o esforço do jovem arquiteto e urbanista Bryan Noronha de Mendonça, propondo trocar os ônibus das linhas tronco por monotrilhos.

Ele começou seu estudo preocupado com, talvez, o mais importante gargalo da mobilidade urbana, atualmente, em toda a Região Metropolitana da Grande Vitória. Trata-se da Ponte Deputado Darcy Castello Mendonça — mais conhecida pelo seu apelido: Terceira Ponte.

Ela faz a ligação entre a Cidade de Vitória, ao Norte, com a Cidade de Vila Velha, ao Sul. Situada na entrada do canal de acesso a um enorme complexo portuário, seu vão central, em estrutura metálica, está a 70 metros acima do nível do mar, permitindo o tráfego de navios.

 

Jovem arquiteto e urbanista capixaba propõe sistema de monotrilho elevado em substituição aos ônibus nas linhas tronco do transporte de passageiros na Região Metropolitana da Grande Vitória

A Terceira Ponte é uma das ligações entre a Cidade de Vitória, ao Norte, à Cidade de Vila Velha, ao Sul. Obra iniciada em 1978, só foi concluída no final de 1989. Projetada para receber até 12 mil veículos por dia, já opera com 70 mil e este número continua crescendo

 

Monotrilho elevado: Terceira Ponte com cinco faixas

 

Construção iniciada em 1978, só foi concluída no final de 1989. Projetada para receber até 12 mil veículos por dia, já opera com 70 mil e este número continua crescendo. Com faixas de rolamento duplas em cada sentido, fica impossível reservar uma delas somente para ônibus.

Há propostas visando minimizar essa deficiência. Uma, dos técnicos ligados ao Governo e prestes a ser executada. Outra, mais antiga, do engenheiro João Luís de Menezes Tovar, um dos diretores da empresa responsável pela conclusão da construção da ponte, fazem 30 anos.

A primeira vai eliminar a divisória central, delimitadora da mão e contramão, em concreto. Aproveitando o espaço liberado, e reduzindo a largura das atuais faixas de rolamento, será criada, então, uma quinta faixa, a ser aproveitada de modo reversível nos horários de rush.

A liberação do sentido de uso será feita com a disposição de cones de plástico, facilmente deslocáveis de um lado para outro. Durante as manhãs, privilegia o deslocamento vindo da Cidade de Vila Velha para a Cidade de Vitória; no final do dia e início da noite, inverte-se.

 

Jovem arquiteto e urbanista capixaba propõe sistema de monotrilho elevado em substituição aos ônibus nas linhas tronco do transporte de passageiros na Região Metropolitana da Grande Vitória

As duas propostas visam eliminar a divisória central, delimitadora da mão e contramão, em concreto. Aproveitando o espaço liberado, reduzindo a largura das atuais faixas de rolamento, cria-se, então, uma quinta faixa, a ser aproveitada de modo reversível nos horários de rush

 

Monotrilho elevado: Terceira Ponte com seis faixas

 

Na outra proposta, além da divisória central, desaparecem também as proteções laterais. Elas seriam substituídas por anteparos metálicos, presos às laterais do piso da ponte. Com reduções nas larguras das atuais faixas de rolamento, permite passar das atuais quatro faixas para seis.

Solução semelhante foi aplicada na Ponte Presidente Costa e Silva, mais conhecida como Ponte Rio-Niterói, ligação entre a Cidade de Niterói, ao Norte, e a Cidade do Rio de Janeiro, capital do Estado do Rio de Janeiro, ao Sul. Ela tinha seis faixas e passou a contar com oito.

Outro arquiteto e urbanista, Heliomar Venâncio, sugeriu pendurar uma ciclovia de cada lado da estrutura. Seu projeto, além de permitir o trânsito de ciclistas, coloca fim noutro problema sério envolvendo a Terceira Ponte: o uso do seu vão central para a consecução de suicídios.

 

Jovem arquiteto e urbanista capixaba propõe sistema de monotrilho elevado em substituição aos ônibus nas linhas tronco do transporte de passageiros na Região Metropolitana da Grande Vitória

Outro arquiteto e urbanista, Heliomar Venâncio, sugeriu pendurar uma ciclovia de cada lado da estrutura. Seu projeto, além de permitir o trânsito de ciclistas, coloca fim noutro problema sério envolvendo a Terceira Ponte: o uso do seu vão central para a consecução de suicídios

 

Monotrilho elevado: cópia entregue ao Governo do Estado

 

Assunto de consulta pública, a população foi convidada a escolher entre quatro opções de anteparos capazes de eliminar de uma vez por todas as possibilidades de alguém se jogar lá de cima. Inclusive, Bryan Noronha de Mendonça considerou essa situação em seus desenhos.

Ele entregou cópias do seu trabalho à Secretaria de Transportes do Estado do Espírito Santo e à RodoSol, concessionária da Terceira Ponte e trecho privatizado da Rodovia ES-010, mais conhecida por Rodovia do Sol, unindo o Município de Vila Velha ao Município de Guarapari.

Seria importante, agora, análise profunda da capacidade de transporte de um sistema nesses moldes e, é claro!, dos seus custos de implantação. Se a primeira equivaler ou superar o atual sistema à base de ônibus, mesmo mais cara, sua adoção mostra duas vantagens significativas.

 

Jovem arquiteto e urbanista capixaba propõe sistema de monotrilho elevado em substituição aos ônibus nas linhas tronco do transporte de passageiros na Região Metropolitana da Grande Vitória

Em consulta pública, a população foi convidada a escolher entre quatro opções de anteparos capazes de eliminar de uma vez por todas as possibilidades de alguém se jogar de cima da Terceira Ponte. Bryan Noronha de Mendonça considerou essa situação em seus desenhos

 

Monotrilho elevado: ícone para a atração de turistas

 

Primeira: por ser em estrutura elevada, não ocupa faixas de rolamento nas principais avenidas e ruas das cidades atendidas; além disso, sua execução causará menos transtornos ao trânsito, pois não haverá necessidade de se interromper tráfego de veículos em longos trechos das vias.

A segunda está em o Estado do Espírito Santo ganhar um ícone de turismo com perspectivas imediatas de fama internacional, atraindo não só visitantes comuns, viajando a passeio, mas, também, os grupos de estudiosos da mobilidade urbana e profissionais gabaritados do setor.

Aliás, Bryan Noronha de Mendonça incluiu mais uma ideia interessante no estudo: construir um mirante por baixo do vão central da Terceira Ponte. Fechado por painéis de vidro, dali os turistas poderiam apreciar com tranquilidades as vistas hoje percebidas ao se cruzar a ponte.

 

Jovem arquiteto e urbanista capixaba propõe sistema de monotrilho elevado em substituição aos ônibus nas linhas tronco do transporte de passageiros na Região Metropolitana da Grande Vitória

Um sistema de monotrilho elevado na Região Metropolitana da Grande Vitória daria ao Estado do Espírito Santo um ícone de turismo de fama internacional, atraindo visitantes comuns e, também, grupos de estudiosos da mobilidade urbana e profissionais do setor

 

Monotrilho elevado: em 1994, projeto de aeromóvel

 

Entrevistando Bryan Noronha de Mendonça para a produção desta matéria, citei a ele sobre um Trabalho de Conclusão de Curso, TCC, do qual tive a grata satisfação de acompanhar sua apresentação na Universidade Federal do Estado do Espírito Santo, Ufes, no final de 1994.

Neles, os arquitetos e urbanistas André Luiz de Souza e Éldio Teixeira Júnior propunham algo bem similar, com a implantação de um sistema de aeromóvel como eixo central para um transporte público de massa com qualidade na Região Metropolitana da Grande Vitória.

Eles basearam o trabalho na experiência em desenvolvimento na Cidade de Porto Alegre, a capital do Estado do Rio Grande do Sul: um meio de transporte urbano automatizado em via elevada, com sistema de propulsão pneumática, inventado por Oskar Hans Wolfgang Coester.

Estive no Departamento de Arquitetura e Urbanismo daquela instituição federal e, em sua Biblioteca Setorial, foi um prazer enorme encontrar um exemplar do mesmo. Ao manuseá-lo, notei, pelo desgaste da encadernação, dele vir sendo bastante consultado nestas duas décadas.

 

Jovem arquiteto e urbanista capixaba propõe sistema de monotrilho elevado em substituição aos ônibus nas linhas tronco do transporte de passageiros na Região Metropolitana da Grande Vitória

Em 1994, os arquitetos e urbanistas André Luiz de Souza e Éldio Teixeira Júnior propuseram algo bem similar, com a implantação de um sistema de monotrilho como eixo central para um transporte público de massa com qualidade pela Região Metropolitana da Grande Vitória

 

Monotrilho elevado: imagens projeto Bryan Noronha de Mendonça

 

Jovem arquiteto e urbanista capixaba propõe sistema de monotrilho elevado em substituição aos ônibus nas linhas tronco do transporte de passageiros na Região Metropolitana da Grande Vitória

 

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Monotrilho elevado: sistemas em operação no território brasileiro

 

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O post “Jovem arquiteto e urbanista capixaba propõe sistema de monotrilho elevado em substituição aos ônibus nas linhas tronco do transporte de passageiros na Região Metropolitana da Grande Vitória” foi produzido por João Zuccaratto, jornalista especializado em turismo baseado na Cidade de Vitória, a capital do Estado do Espírito Santo.

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A repetição de diversas expressões ao longo do conteúdo do post “Jovem arquiteto e urbanista capixaba propõe sistema de monotrilho elevado em substituição aos ônibus nas linhas tronco do transporte de passageiros na Região Metropolitana da Grande Vitória — como “Monotrilho elevado” — é intencional. Elas são as principais palavras-chave dos conteúdos. Colocá-las várias vezes na postagem faz parte das técnicas de Search Engine Optimization — SEO, ou otimização para ferramentas de busca. Ajuda a destacar o trabalho na lista apresentada quando se pesquisa com BingGoogle ou Yahoo!.

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• Revista Receptiva, da Cidade de Bento Gonçalves, um dos ícones do turismo da Serra Gaúcha, região de montanhas localizada a Nordeste do Estado do Rio Grande do Sul.

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• Blog do Jornal Passaporte, da Cidade de Belém, capital do Estado do Pará e

• Facebook do Jornal Cidade Sorriso, da Cidade de Porto Alegre, capital do Estado do Rio Grande do Sul.