Apesar de pouco difundido no País, o balonismo vem crescendo entre nós. Voar de balão pelos céus está ligado a atividades de mídia, competições esportivas e passeios turísticos. Mesmo com pouca expressão mundial, somos respeitados internacionalmente pela criatividade dos nossos pilotos.

 

Balonismo: esporte tem tudo a ver com turismo

 

Meu site especializado em notícias de turismo — www.turismoecia.jor.br — não tem como competir com meios de comunicação de grande porte e maior envergadura na cobertura de eventos como a edição deste ano da Feira Internacional de Turismo de Gramado — Festuris 2016 e outros, similares. Por isso, o foco de minha participação está em encontrar nichos com informações exclusivas, fora do radar daqueles veículos.

Elas podem até ser encontradas nas áreas das grandes companhias ou marcas. Mas, na maioria das vezes, são garimpadas em expositores menores, trabalhando em espaços bem mais humildes. Isso foi repetido dias 3 a 6 de novembro último, na cada vez mais belíssima Cidade das Hortênsias de Gramado, sem sombra de dúvidas, ícone do turismo das Serras Gaúchas, região de montanhas a Nordeste do Estado do Rio Grande do Sul.

Visitando o estande do Sindicato dos Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares do Litoral Norte do Rio Grande do Sul, encontrei uma empresa especializada em experiências incomuns: voos em balões elevados aos céus por ar quente. Trata-se da Trip Balonismo Aventura, com sede no Município de Torres, cidade de geografia exuberante, excelente para ser observada do alto, flutuando no ar, envolvido por uma atmosfera de silêncio.

Sob esta nova Denominação Social, está completando uma década de atuação, tendo surgido em 2016, fruto da união da Airsul Publicidade e Balonismo com a Revoada Balonismo. À frente da Trip estão dois pilotos profissionais experientes: Ricardo Lima, oriundo da Airsul, e Giovani Pompermaier, da Revoada. Unidos, tornaram-se referência na atividade, realizando voos panorâmicos em diversos pontos do Brasil e no exterior.

 

Cidade de Torres, no Estado do Rio Grande do Sul, é um polo de balonismo no Brasil

A Cidade de Torres, localizada na costa Nordeste do Estado do Rio Grande do Sul, está se transformando num polo para a prática do voo em balão. Geografia privilegiada, boa oferta de ventos e um festival anual da modalidade têm ajudado o esporte a progredir

 

Balonismo: voo mais bonito, mais seguro, mais tranquilo

 

O voo de balão, ou balonismo, é considerado como mais bonito, mais seguro e mais tranquilo se comparado àqueles realizados em qualquer outro tipo de aeronave, por mais moderna esta seja: asa-delta, avião, helicóptero, planador, ultraleve, wingsuit etc. Muito praticado em todo o mundo pela beleza e tranquilidade proporcionada no passeio, aqui no Brasil começou a popularizar-se a partir dos anos 1990, e vem em forte crescimento.

Pelo balão ser considerado aeronave, tem matrícula — o famoso prefixo, como aqueles presentes nos aviões — registrada junto à Agência Nacional de Aviação Civil — Anac. O piloto precisa de licença — chamada de brevê — específico para a prática, também expedido por este mesmo órgão de fiscalização. Além disso, obrigatoriamente, são necessários dois documentos: Certificado de Voo e Apólice de Seguro Aeronáutico.

O balonismo vem avançando no País, principalmente, por funcionar como ferramenta de mídia, atraindo anunciantes de todos os segmentos de mercado. Como eles têm um espaço enorme para estampar logotipos ou marcas de grandes empresas nas suas faces externas, facilitando a visibilidade mesmo a grandes distâncias, funcionam muito bem como complemento de campanhas publicitárias. Aliás, são um sucesso neste aspecto.

Além de servirem para passeios e como outdoors voadores, muitos praticantes têm a oportunidade de participar de diversas competições, tanto aqui quanto no exterior. Os campeonatos de balonismo, elaborados de forma criteriosa, servem para aprimorar a perícia dos pilotos. Alvos são distribuídos numa região e um diretor técnico determina quais devem ser percorridos de acordo com as condições climáticas antes de cada prova.

 

Cidade de Torres, no Estado do Rio Grande do Sul, é um polo de balonismo no Brasil

Balão é aeronave, tem prefixo como nos aviões e piloto precisa de brevê. Além disso, para sair do chão precisa ter Certificado de Voo e Apólice de Seguro Aeronáutico. Com a segurança em primeiro lugar, tornou-se a atividade aérea mais segura do mundo

 

Balonismo: segurança sempre em primeiro lugar

 

Tanto o voo panorâmico quanto a disputa no ar são sempre desenvolvidas segundo os parâmetros de segurança estabelecidos pela Federation Aeronautique Internacionale — FAI. Esta rigidez o garante como desporto aéreo mais seguro, com índices de acidentes próximo à zero. Infelizmente, em nossa Nação, é bastante comum confundir a atividade do balonismo, regulamentada e legal, com a soltura de balões de festa junina, proibida.

Se você pretende ir a determinado lugar usando balão, escolheu o meio de transporte menos adequado, tanto em termos de direção quanto de tempo da viagem. Balão voa conduzido pela direção e velocidade dos ventos. Não dá para programar o momento da chegada e muito menos aterrissar no local desejado. Se a intenção é apreciar as vistas, vivendo experiência única, poucas coisas na vida podem ser consideradas melhores.

O filósofo e psiquiatra Bertrand Piccard, balonista que deu a volta ao mundo em balão fez a seguinte metáfora: “A vida é como um balão; quando nos deparamos com ventos fortes, a solução não é lutarmos contra eles, mas procurar novas atitudes, novos ventos, que nos levem na direção certa.” Parodiando antigo slogan de famosa marca de lingerie feminina, pode-se garantir: “O primeiro voo em balão ninguém esquece.” E quer repetir.

 

Cidade de Torres, no Estado do Rio Grande do Sul, é um polo de balonismo no Brasil

Os balões preparados para a realização de voos turísticos têm capacidade de levar diversos passageiros ao mesmo tempo. Os maiores acomodam até 35 pessoas no cesto, gente que se dá a chance de viver emoções e experiências realmente inesquecível

 

Balonismo: três tipos de balões dominam a atividade

 

A identificação do balão é aeróstato, designação de aeronave mais pesadas que o ar mas capaz de se sustentar na atmosfera. Isso é possível com o uso de grande uma cavidade preenchida com volumes menos densos do que o ar, como ar aquecido, gás hélio ou gás hidrogênio. Voa impulsionado pela velocidade e direção dos ventos. Distingue-se dos dirigíveis, também aeronaves flutuantes, pois estes têm propulsão e direção controladas.

Há três categorias principais de balões tripulados: balão a gás Hélio, balão de ar quente e balão de ar quente Special Shape. Os primeiros, raros devido aos custos elevados, têm o envelope — a parte inflável — fechado. A ascensão é obtida com seu enchimento por gás Hélio. Como este é mais leve que o ar atmosférico, consegue-se alcançar grandes altitudes, tornando possível viajar por longas distâncias, até mesmo dar a volta na Terra.

Aliás, as competições existentes no mundo para balão a gás Hélio são de distância. As equipes voam dias e dias, ininterruptamente, sendo vencedora aquela capaz de atingir o ponto mais longínquo em relação ao local de partida. A segunda categoria, dos balões de ar quente, é a mais comum, tendo a maior quantidade de adeptos e praticantes. Os envelopes, abertos na parte inferior, permitem a entrada de ar aquecido em seu interior.

Como o ar quente é menos denso que o ar externo, ficando preso dentro do envelope, consegue-se a ascensão do conjunto. O aquecimento é produzido por dispositivo de queima de gás propano logo abaixo da boca inferior do invólucro. A carga elevada por balão de ar quente depende do tamanho deste. O considerado normal acumula, em média, de 2.000 a 3.000 mil metros cúbicos, podendo levar entre duas a cinco pessoas.

 

Cidade de Torres, no Estado do Rio Grande do Sul, é um polo de balonismo no Brasil

Uma das categorias em que se dividem os balões é a Special Shape, ou com formatos especiais. Nesta imagem, além de um normal, ao fundo, vemos dois com envelopes como que “esculpidos”: Darth Vader, na frente, e “Mestre Yoda”, mais recuado

 

Balonismo: balões turísticos chegam a levar 35 pessoas

 

Os balões de ar quente chamados de “turísticos” têm capacidade de armazenamento de 5.000 a 24.000 mil metros cúbicos. Assim, podem levar de 6 até 35 passageiros por voo. São bastante comuns em locais já famosos mundialmente por oferecerem este tipo de atração. Uma é a região da Capadócia, no centro da Turquia; outra, do Rio Ródano, nos Alpes Franceses; e, por fim, o Napa Valley, no Oeste dos Estados Unidos da América.

No Brasil, apesar do acervo de atrações naturais, como Pantanal no Centro-Oeste, curso do Rio São Francisco no Nordeste e lago da Hidrelétrica de Itaipu no Estado do Paraná, a prática é bem pouco difundida. Existe nas cidades de Boituva, Piracicaba, Rio Claro e Sorocaba, no Estado de São Paulo; Campo Largo, no Estado do Paraná; São Lourenço, no Estado de Minas Gerais; e as belas Canela e Torres, no Estado do Rio Grande do Sul.

Finalmente, o terceiro tipo, balão de ar quente Special Shape, é similar ao de ar quente, mas com envelope de formas variadas: animais, embalagens de produtos, personagens diversos e o que mais a imaginação permitir. De construção complexa, seu peso pode variar de duas a dez vezes o de um envelope normal. A pilotagem exige uma perícia mais apurada, sendo poucos pilotos no mundo capazes de conduzi-los com segurança.

O Brasil, segundo país em quantidade na produção de Special Shapes, é respeitado por criatividade. Como exemplo, o grande feito de Eduardo de Melo e Mauro Chemin, com dois em forma de abelha. Decolando juntos, ficaram em primeiro no maior evento de balonismo do mundo, a Albuquerque International Balloon Fiesta, realizada na Cidade Albuquerque, do Estado do Novo México, a Sudoeste dos Estados Unidos da América.

 

Cidade de Torres, no Estado do Rio Grande do Sul, é um polo de balonismo no Brasil

Balões tripulados espalham-se pelos céus sobre a região da Capadócia, no centro da Turquia. Local é um dos mais procurados por turistas de todo o mundo para realizar voos panorâmicos em área marcada por muita história e paisagens deslumbrantes

 

Balonismo: chineses usando balões no século III antes de Cristo

 

Há referências mostrando chineses elevando balões por ar quente já no século III antes de Cristo. Eram utilizados para sinalização, orientando tropas em batalhas. Sua invenção é atribuída ao estrategista militar Zhuge Liang — conhecido pelo apelido de Kongming —, que viveu de 181 a 234 antes de Cristo. Similares aos balões de festas juninas, feitos de papel e brilhando no ar, acabaram popularizados como as “Lanternas Kongming”.

Registos históricos, já mais recentes, mostram os mongóis usando balões elevados por ar quente na Batalha de Lagnica, em 1241. A partir do início do século XVIII, anos 1700, a história dos balões de ascensão por ar quente se intensifica. Primeiro, com o português Bartolomeu de Gusmão. Logo nos primeiros dias de 1709, ele pede à Corte autorização para exibir uma “máquina de voar”. A licença é fornecida em 19 de abril.

Apesar da enorme curiosidade despertada no rei Dom João V, somente em 3 de agosto a experiência é feita na Sala de Audiências do palácio. Um fracasso! O pequeno balão de papel com ar aquecido por chama pega fogo antes de alçar voo. Poucos dias após, nova tentativa. Sucesso! O balão sobe quase até o teto, surpreendendo os presentes. O feito é interrompido pelos criados: temendo um incêndio, derrubam o artefato, destruindo-o.

 

Cidade de Torres, no Estado do Rio Grande do Sul, é um polo de balonismo no Brasil

Specials Shapes em forma de abelhas com os quais os brasileiros Eduardo de Melo e Mauro Chemin venceram na Albuquerque International Balloon Fiesta, na cidade Albuquerque, do Estado do Novo México, Sudoeste dos Estados Unidos da América

 

Balonismo: sucesso do português Bartolomeu de Gusmão

 

Bartolomeu de Gusmão não desanima e três dias depois, em 8 de agosto de 1709, faz sua terceira experiência. Só que, agora, em ambiente ao ar livro, no pátio da Casa da Índia. Diante dos principais da Corte, balão ergue-se lentamente, flutuando no ar até a chama de aquecimento se esgotar. Nesse tempo, voo por cerca de um quilômetro. Havia sido apresentado ao mundo um engenho mais pesado que o ar com capacidade de voar.

O rei Dom João V, impressionado, concedeu a Bartolomeu de Gusmão o direito sobre toda e qualquer nave voadora desde então. E estabeleceu pena de morte para aqueles que ousassem copiar a ideia. O inventor antecipou em 74 anos a concepção do primeiro balão de ar quente capaz de ser tripulado. Dois irmãos, Jacques-Étienne Montgolfier e Joseph-Michel Montgolfier, franceses, realizaram essa façanha em 5 de junho de 1783.

A partir dos mesmos princípios de Bartolomeu de Gusmão, um balão com 32 metros de circunferência elevou-se do solo cerca de 300 metros e voou por 10 minutos, cobrindo cerca de três quilômetros. O ar quente foi produzido com a queima de palha seca. Em 19 de setembro, repetiram a experiência, agora, diante do rei Luís XVI e da rainha Maria Antonieta — nomes marcados por terem sido guilhotinados pelos revoltosos de 1789.

O balão voou por 25 minutos, por mais ou menos nove quilômetros, carregando dois ocupantes: François Laurente e Pilâtre de Rozier. De experiência em experiência, os arrojados Jacques-Étienne Montgolfier e Joseph-Michel Montgolfier delinearam os princípios básicos da navegação aérea, base dos avanços na exploração da atmosfera. Devido às suas invenções, receberam honrarias da Academia de Ciências da França.

O sucesso daqueles dois acelerou o processo de busca por novas soluções. Assim, após milênios preso ao solo, no dia 15 de outubro de 1783, o homem erguia-se no ar de duas formas distintas. Primeiro, com Etienne de Montgolfier, em balão de ar quente; depois, Pilâtre de Rozier com misto de ar quente e gás. O passo seguinte foi o controle do voo, nascendo daí os dirigíveis. No início, de tamanhos modestos; logo depois, gigantescos.

 

Cidade de Torres, no Estado do Rio Grande do Sul, é um polo de balonismo no Brasil

O português Bartolomeu de Gusmão apresenta seu protótipo de balão à Dom João V. Feito de papel, o ar aquecido o eleva até o teto, surpreendendo os presentes, mas o feito é interrompido pelos criados: temendo um incêndio, derrubam o artefato, destruindo-o

 

Balonismo: principais competições da modalidade no Brasil

 

• Campeonato Brasileiro de Balonismo

 

O Campeonato Brasileiro de Balonismo define o ranking nacional da modalidade, definindo aqueles com direito a participar o Campeonato Mundial de Balonismo.

 

• Campeonato Nipo-Brasileiro de Balonismo

 

Como o próprio nome diz, reúne competidores do Brasil e do Japão. Ele surgiu em comemoração aos 100 anos da imigração japonesa para o País e tornou-se um dos eventos do calendário oficial da modalidade. É realizado na Cidade de Maringá, situada no Oeste do Estado do Paraná, região com forte presença de descendentes oriundos daquela nação asiática.

 

• Copa Brasil de Balonismo

 

A Copa Brasil de Balonismo é, talvez, a mais tradicional competição disputada no Brasil, organizada pela Confederação Brasileira de Balonismo e algumas Federações estaduais, como a Federação Paulista de Balonismo. As etapas acontecem por diversas cidades, algumas delas recebendo as provas todos os anos, como Leme, Ribeirão Preto e São Carlos, no Estado de São Paulo, em São Lourenço, no Estado de Minas Gerais.

 

• Festival Internacional de Balonismo da Cidade de Torres

 

O Festival Internacional de Balonismo, sempre no mês de abril, na Cidade de Torres, situada na costa Nordeste do Estado do Rio Grande do Sul, tornou aquela localidade a “Capital Brasileira do Balonismo”. Seus moradores e turistas aguardam sempre com ansiedade o grande evento. E o sucesso pode ser medido pela afluência de público ao Parque do Balonismo, recebendo cerca de 100 mil pessoas durante o acontecimento.

 

Cidade de Torres, no Estado do Rio Grande do Sul, é um polo de balonismo no Brasil

O balonismo está crescendo no Brasil graças, principalmente, à sua força de mídia. As grandes áreas externas da parede dos envelopes são utilizadas para ampliar a promoção de campanhas, empresas, entidades, ideias, marcas, ONGs, produtos, serviços etc.

 

Balonismo: provas desenvolvidas nos campeonatos da modalidade

 

• Alvo Declarado, ou Valsa de Hesitação

 

Consiste em jogar marcas em cima de alvo colocado no solo. Havendo mais de um alvo, pode-se escolher aquele que melhor convier ao competidor.

 

• Até a Linha

 

Escolhe-se um ponto e os balões devem voar em sua direção. Vence a prova quem fizer o percurso em menos tempo.

 

• Caça à Raposa

 

Um balão decola antes dos competidores, fazendo percurso aleatório. Entre 10 e 30 minutos depois, dependendo das condições de vento, os competidores partem, buscando seguir o mesmo percurso, em busca da “raposa”. Vence quem pousar mais próximo do ponto onde o Balão Raposa aterrissou.

 

• Cotovelo

 

Primeiro, voa-se para um alvo, para atingi-lo com uma marca. Depois, desviando o rumo, voa-se para outro alvo, repetindo o bombardeio. Ganha mais pontos aquele que, na mudança de rumo, fizer ângulo mais apertado.

 

• Distância Máxima

 

A marca só pode ser lançada após determinado período de voo. Ganha mais pontos quem consegue colocá-la o mais distante do ponto de saída. É uma prova especial para momentos de ventos bastante fortes.

 

• Distância Mínima

 

Normalmente feita em dias de vento fraco, o competidor só pode lançar a marca após determinado período de voo. Ganha aquele que tiver percorrido a menor distância.

 

• Fly In, ou Voo em Direção a um Alvo

 

Vence aquele que jogar sua marca o mais próximo daquele ponto. As marcas são saquinhos de areia amarrados com fita trazendo o número do balão.

 

• Fly On, ou Voo em Continuação

 

Depois de completar a Fly In, competidor passa as coordenadas do ponto que pretende alcançar. Vence aquele que conseguir chegar mais perto do objetivo.

 

• Key Grab, ou Prova da Chave

 

Um mastro com seis a 10 metros de comprimento é fixado na área do evento em, em seu topo, presa uma sacola contendo a chave de um carro zero quilômetro, por exemplo — ou um outro prêmio, ou um símbolo do evento etc. Os competidores escolhem livremente de onde decolar, dentro de distância mínima determinada pela organização. Vence aquele que, sem tocar o solo, pegar a sacola com as mãos.

 

• Night Glow

 

Apresentação noturna dos balões apenas elevados, presos ao chão por cordas, sem fazer percursos em voo. Iluminados, exibem belíssimo espetáculo de luzes e cores. Em geral, não é competitiva, mas pode-se escolher o mais bonito, mais criativo etc.

 


 

Matéria produzida a partir da participação na edição deste ano da Feira Internacional de Turismo de Gramado — Festuris 2016, dias 3 a 6 de novembro, no Sierra Park Centro de Feiras e Eventos, na Cidade das Hortênsias de Gramado, no Estado do Rio Grande do Sul.

Clique nos trechos em colorido ao longo do texto para abrir novas guias, com informações complementares ao aqui sendo tratado. Eles guardam links levando para verbetes da Wikipedia e sites de empresas, entidades, Governos estaduais, Prefeituras etc.

A repetição da expressão “Balonismo” — e outras mais — é intencional. Ela é a principal palavra-chave dos conteúdos. Colocá-la várias vezes na postagem faz parte das técnicas deSearch Engine Optimization — SEO, ou otimização para ferramentas de busca. Ajuda a destacar o trabalho na lista apresentada quando se pesquisa com Bing, Google ou Yahoo.

Nos meus textos de divulgação de turismo, adotei o critério de, ao citar uma cidade, fazê-lo em conjunto com seus apelidos. Exemplo: Cidade das Hortênsias de Gramado ou Cidade da Rota Romântica de Canela.

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Conteúdo desenvolvido a partir de conhecimentos gerais do autor e pesquisas na Internet, principalmente Wikipedia e sites de entidades relacionadas à prática do balonismo. Não é um trabalho científico, podendo apresentar erros. Se eles forem apontados, reeditarei o material com as correções.