Mais bela praia do Estado do Rio Grande do Sul e das mais belas do Brasil; Capital Brasileira do Balonismo; níveis excelentes de Qualidade de Vida; infraestrutura para receber eventos locais, estaduais, regionais, nacionais e internacionais: estes são alguns diferenciais de competitividade do Turismo da Cidade de Torres.

 

Cidade de Torres: entre Oceano Atlântico e Serra do Mar

 

A Cidade de Torres fica no litoral Nordeste do Estado do Rio Grande do Sul, na divisa com o Estado de Santa Catarina. São 200 quilômetros até a capital do primeiro, a Sul, Cidade de Porto Alegre, e 300 até Cidade de Florianópolis, capital do segundo, a Norte.

Assim como outros aglomerados urbanos daquela ampla faixa de terra, está situada em planície praticamente interminável — margeada a Leste por praias contínuas e extensas e, a Oeste, por maciços rochosos compondo a muralha do extremo Sul da Serra do Mar.

Essa região estende-se por cerca de 800 quilômetros, desde Cabo de Santa Marta, ao Sul da Cidade de Laguna, no Estado de Santa Catarina, até à Barra do Rio Chuí, fronteira do Brasil com o Uruguai. Trata-se de um território essencialmente arenoso, a nível do mar.

Apresenta também grande quantidade de lagos, lagoas e lagunas. A maior do País, e das maiores do mundo, a Lagoa dos Patos, está lá. Outras, enormes, são a Lagoa dos Barros, junto à Cidade de Osório, e a Lagoa dos Quadros, limitando a Cidade de Terra de Areia.

Na Cidade de Torres, temos uma, grande, Lagoa Itapeva; uma média, Lagoa do Jacaré; e, uma, bem pequena, Lagoa do Violão — essa dentro da área urbana. E ela é um dos muitos e variados atrativos de Turismo lá presentes, a serem detalhados mais adiante.

 

A Cidade de Torres fica no litoral Nordeste do Estado do Rio Grande do Sul, na divisa com o Estado de Santa Catarina. São 200 quilômetros até a capital do primeiro, a Sul, Cidade de Porto Alegre, e 300 até Cidade de Florianópolis, capital do segundo, a Norte

 

Cidade de Torres: afloramentos montanhosos à beira-mar

 

O clima da Cidade de Torres é úmido, oscilando entre momentos de calor intenso e frio expressivo. A temperatura média varia em torno de 19 graus Célsius. Não são comuns estações secas, pois as chuvas — abundantes e regulares — ocorrem durante todo o ano.

Algumas vezes, há a formação de ciclones na costa, trazendo ventos fortes, ressacas e temporais. Esse conjunto de fatores prejudica, principalmente, atividades relacionadas ao mar, como pesca industrial e permanência nas praias — em terra, há alagamentos.

Em toda a área da planície costeira, a Cidade de Torres é única a possuir afloramentos montanhosos à beira-mar, as torres, indutoras da denominação local. E, também, a única formação rochosa marítima do litoral do Estado do Rio Grande do Sul: Ilha dos Lobos.

 

Em toda a planície costeira gaúcha, a Cidade de Torres é única a possuir afloramentos montanhosos à beira-mar, as torres, indutoras da denominação local. E, também, a única formação rochosa marítima do litoral do Estado do Rio Grande do Sul: Ilha dos Lobos

 

Cidade de Torres: Turismo cresce a partir da década de 1930

 

A evolução da Cidade de Torres, entre o final do século XIX, anos 1801 a 1900, e início do século XX, anos 1901 a 2000, foi morosa. Tinha uma produção de subsistência. Isso, apesar daquela região ter acolhido levas de imigrantes, notadamente alemães e italianos.

As expansões econômica, social e urbana só desabrocham a partir do início da década de 1930. Em vista das belas paisagens, clima ameno e excelentes praias para banho de mar, aos poucos, o potencial turístico foi sendo descoberto, passando a ser explorado.

Desde então, cresce com celeridade e vigor, chegando, hoje, a se tornar uma das mais procuradas do Estado. Recebe, no verão, público flutuante mensal de 200 mil pessoas. Importante: muitas delas, estrangeiras, oriundas dos países da Bacia do Rio da Prata.

Esses números contrastam com as dimensões da população fixa, em torno dos 40 mil habitantes. Essa disparidade de extremos não impediu o desenvolvimento de uma boa infraestrutura para atender à forte demanda turística, a fonte principal de renda local.

 

A Cidade de Torres está para completar um século de crescimento do Turismo. Das mais procuradas do Estado do Rio Grande do Sul, recebe, no verão, público flutuante mensal superior a 200 mil pessoas, muitas delas vindas dos países da Bacia do Prata

 

Cidade de Torres: edificações históricas presentes na Cidade Alta

 

As edificações históricas situam-se na Cidade Alta. A mais antiga de todas é a Igreja de São Domingos. Suas obras tiveram início em 1816; a inauguração, em 24 de outubro de 1824. Ela tornou-se o marco inicial do amplo núcleo urbano atual da Cidade de Torres.

Erguida por prisioneiros de guerra e escravos guaranis já cristianizados por jesuítas espanhóis, expulsos do Brasil — é representativa dos projetos brasileiros de influência portuguesa. Visual externo e decoração interna misturam vários estilos arquitetônicos.

É primeira igreja construída na área litorânea entre a Cidade de Laguna, no Sudeste do Estado de Santa Catarina, e a Cidade de Osório, no Nordeste do Estado do Rio Grande do Sul. E, também, a segunda mais antiga de todo o extenso litoral do território gaúcho.

Tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional — Iphan desde 1983, é parte da memória histórica e religiosa do Estado do Rio Grande do Sul. Após longo processo de restauro, durando cerca de sete anos, foi reaberta em abril de 2017.

 

A mais antiga construção da Cidade de Torres é a Igreja de São Domingos. Suas obras tiveram início em 1816; a inauguração, em 24 de outubro de 1824. A edificação foi tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional — Iphan em 1983

 

Cidade de Torres: belo acervo de casas coloniais açorianas

 

Outro imóvel de destaque é a Casa Número Um, com, aproximadamente, 200 anos de idade. Situada ao lado da Igreja de São Domingos, acredita-se ter sido erguida pelo fundador e primeiro morador da Cidade de Torres, o alferes Manoel Ferreira Porto.

Chama atenção o cenário da antiga Rua de Baixo, atual Rua Júlio de Castilhos. Ela ocupou parte de trilha ancestral, estabelecida por nativos Carijós. Após a chegada dos europeus, foi pisada por bandeirantes, exploradores e viajantes cruzando pela região.

Durante a consolidação do vilarejo, as primeiras casas ocuparam as margens dessa via. Com o passar dos anos, virou a principal rua da Cidade de Torres. E abriga um casario colonial açoriano ao longo de suas margens, sendo apreciado por moradores e turistas.

O conjunto foi erguido com pedras extraídas do Morro do Farol, rejuntadas com barro e cal obtido pela moagem de conchas dos sambaquis. Os telhados estão apoiados sobre estruturas montadas com madeiras de lei, retiradas as matas então existentes na região.

Outro prédio histórico de destaque é o antigo edifício da Prefeitura da Cidade de Torres, agora abrigando o Museu Municipal. Há diversos exemplares das casas de veraneio, construídas para famílias curtirem períodos de veraneio nos primórdios do século XX.

 

Outro imóvel de destaque é a Casa Número Um, com, aproximadamente, 200 anos de idade. Situada ao lado da Igreja de São Domingos, acredita-se ter sido erguida pelo fundador e primeiro morador da Cidade de Torres, o alferes Manoel Ferreira Porto

 

Cidade de Torres: infraestrutura turística de qualidade

 

Interligada ao Estado do Rio Grande do Sul, e restante do País, por malha de rodovias asfaltadas, com grandes extensões duplicadas, o acesso à Cidade de Torres é bastante facilitado — há, também, uma boa grade de horários no serviço de ônibus rodoviários.

Ao chegar, o visitante depara com excelente infraestrutura turística. São mais de nove mil leitos, distribuídos por campings arrumados, casas de hospedagem, chalés, hotéis de vários níveis e pousadas charmosas — sem contar compartilhamentos, como AirBNB.

Os serviços variam do econômico ao sofisticado, sem perder em qualidade. Motoristas de táxi, recepcionistas, camareiras, guias de Turismo, garçons, gerentes, atendentes do comércio… Todos têm prazer em atender bem os visitantes, em qualquer época do ano.

 

Interligada ao Estado do Rio Grande do Sul, e restante do País, por malha de rodovias asfaltadas, com grandes extensões duplicadas, o acesso à Cidade de Torres é bastante facilitado — há, também, uma boa grade de horários no serviço de ônibus rodoviários

 

Cidade de Torres: 30 anos como Capital Brasileira do Balonismo

 

A região no entorno da Cidade de Torres é um verdadeiro paraíso de atrativos para os amantes de Turismo de Aventura, Turismo de Esportes e Turismo de Lazer. São opções normais e radicais, com diversidade de surpresas, seja em terra, na areia, no mar e no ar.

Dentre as primeiras, de baixa adrenalina, caminhadas orientadas, ciclismo, corridas leves, enduro a pé, futebol de campo, futebol na areia, futsal, futevôlei, ginástica, pesca esportiva, golfe, tênis em pisos firmes, tênis em piso de areia, vôlei em piso de areia…

Para adrenalina elevada, balonismo, canoagem, jet ski, kitesurfe, motocross, paraglider, paramotor, paraquedismo, skate, stand up paddle, surfe etc. Por exemplo, em relação à primeira atividade, a Cidade de Torres é considerada a Capital Brasileira do Balonismo.

Há mais de três décadas, ela sedia o Festival Internacional de Balonismo, considerado o maior encontro da modalidade em toda a América Latina. A cada edição, o número de pilotos participantes é maior, já ultrapassando 50, vindos de todas as partes do mundo.

 

Há mais de três décadas, a Cidade de Torres promove seu Festival Internacional de Balonismo, maior encontro da modalidade em toda a América Latina. A cada edição, o número de pilotos participantes é maior, já ultrapassando 50, vindos de todo o mundo

 

Cidade de Torres: atrações rurais, muito agito, boa Gastronomia

 

A área rural nas encostas e cânions da Serra do Mar, apenas 60 quilômetros distante do Centro da Cidade de Torres, possibilita a oferta de roteiros integrados de Agroturismo, Ecoturismo e Turismo Rural — muitos deles, enriquecidos por Turismo de Aventura.

Um, bastante procurado, é o do Vale do Paraíso, região interiorana na qual se destacam as colonizações alemã e italiana. Uma linha turística une a área urbana à Serra Geral, com paradas na Cidade de Praia Grande e no Parque Nacional dos Aparados da Serra.

A Cidade de Torres agrada também curtidores dos agitos da noite. As baladas ocupam os típicos quiosques ao longo da beira-mar e bares charmosos. Há eventos praticamente o ano todo: shows ao ar livre, Carnaval de Blocos e o maior Reveillon do Sul do Brasil.

Aliás, segmento de bom destaque no Turismo da Cidade de Torres é a Gastronomia. E o cardápio de opções se espalha da margem do Rio Mampituba, ao Norte, à Cidade Alta, ao Centro, a Cidade Baixa, a Oeste, e toda a extensão às margens das praias, a Leste.

Mampituba, no idioma Tupi, é “curso d’água de muitas curvas”. Outra versão: “pai do frio”. Auguste de Saint-Hilaire, no seu relato Viagem à Província de Santa Catarina, cita outros significados: intimidar, mochila, lugar onde se juntam muitos morcegos.

Próxima à foz do rio, a Rota Gastronômica exibe estabelecimentos variados, reunindo churrascarias, casas especializadas em frutos do mar, galeterias e pizzarias. Na segunda, estabelecimentos diversos, como bufês, cafeterias, lancherias, sorveterias e outros mais.

Junto às faixas de areia, uma bateria de quiosques. O sistema de atendimento varia de empreendimento a empreendimento. Ele vai do tradicional self service, passando pelo a quilo e alcançado a la carte. Os preços são de acordo com o serviço oferecido ao cliente.

 

Segmento de grande destaque no Turismo da Cidade de Torres é a Gastronomia. E o cardápio de opções se espalha da margem do Rio Mampituba, ao Norte, à Cidade Alta, ao Centro, a Cidade Baixa, a Oeste, e toda a extensão às margens das praias, a Leste

 

Cidade de Torres: quilômetros de praias com mar azul

 

A Cidade de Torres é margeada por quilômetros de mar azul, sendo adornada também por dunas, falésias, furnas, uma ilha e extenso colar de praias das mais belas do Brasil. Os limites entre umas e outras dessas últimas se dá, geralmente, por elevações rochosas.

 

• Praia dos Molhes

 

Trecho inicial da Praia Grande, junto ao molhe construído para regular a saída das águas na foz do Rio Mampituba. A larga faixa de areia apresenta remanescentes de Vegetação de Restinga. É preferida para banho de mar e prática de esportes ao ar livre e céu aberto

 

• Praia Grande

 

Com dois quilômetros de extensão, vai do molhe da Barra do Rio Mampituba até um afloramento rochoso. Sua larga faixa de areia apresenta remanescentes de Vegetação de Restinga. É preferida para banho de mar e prática de esportes ao ar livre e céu aberto.

 

• Praia do Meio ou Prainha

 

O próprio apelido indica ser bem pequena, com apenas, 600 metros de comprimento. Vai do afloramento rochoso, no limite com a Praia Grande, até o Morro do Farol. Não é das mais adequadas para banhos de mar, em virtude da presença de rochas no fundo.

 

• Praia da Cal

 

Com cerca de dois quilômetros de extensão, seus limites se dão pelo Morro do Farol, ao Norte, e Morro das Furnas, ao Sul. A denominação se deve à antiga presença de fornos usados para a produção de cal, a partir da torrefação de conchas retiradas de sambaquis.

 

• Praia da Guarita

 

Praia pequena, com cerca de 500 metros de extensão, entre Morro das Furnas e Morro da Guarita. Boa parte da larga faixa de areia está coberta por Vegetação de Restinga. Integra a área da unidade de conservação estabelecida no Parque Estadual da Guarita.

 

• Praia de Itapeva

 

O nome, no idioma Tupi, significa “pedra chata”. É a maior, com seis quilômetros de extensão, do Morro da Guarita até Morro de Itapeva. Apresentando Mata de Restinga e Vegetação de Restinga, integra a unidade de conservação Parque Estadual de Itapeva.

 

Cidade de Torres: paraíso de atrações ligadas à Natureza

 

Além de conhecida pelas mais belas praias gaúchas, e também do Brasil, a Cidade de Torres apresenta enorme diversidade em termos de atrativos de Turismo ligados à Natureza, como dunas, falésias, furnas, ilha oceânica, lagoas, mar, morros, praias e rio.

Para começar, abriga um refúgio de vida silvestre e dois parques estaduais, voltados à conservação de preservação de riquezas animais e vegetais ameaçadas pela expansão econômica ao longo d a extensão do Litoral Nordeste do Estado do Rio Grande do Sul.

O Refúgio de Vida Silvestre da Ilha dos Lobos, bem próximo ao litoral, pode ser visto das praias da Cidade de Torres. Menor Unidade de Conservação da Natureza do Brasil, é o único local no País a receber visitas constantes de Leões-Marinhos e Lobos-do-Mar.

O Parque Estadual de Itapeva, outra Unidade de Conservação da Natureza, tem objetivo de proteger um dos últimos remanescentes de Mata de Restinga — componente da Mata Atlântica — em toda a extensão do Litoral Nordeste do Estado do Rio Grande do Sul.

O Parque da Guarita — oficialmente, Parque Estadual José Antônio Lutzenberger —, maior cartão-postal da Cidade de Torres, exibe paisagem singular: elevações abruptas no meio da planície e bordas em falésias verticais, junto à imensidão das águas do mar.

Como engloba as áreas planas situadas entre as montanhas, bem ao nível do mar, estas receberam melhorias e instalações, num projeto criado pelo paisagista Roberto Burle Marx, implantado sob supervisão do agrônomo e ecologista José Antônio Lutzenberger.

As obras ali desenvolvidas foram embasadas nos conceitos de beleza estética e respeito ecológico. As instalações preservaram todos os remanescentes originais da Natureza ali existente, enriquecidos pela inclusão de novas espécies de vegetação da Mata Atlântica.

 

O Parque Estadual da Guarita, mais um dos cartões-postais da Cidade de Torres, exibe paisagem singular, formada pelo contraste entre a imponência das elevações abruptas no meio da planície, suas bordas como falésias verticais e a imensidão das águas do mar

 

Cidade Torres: lenda associada à Lagoa do Violão

 

A Lagoa do Violão, situada dentro da Cidade de Torres, é dos seus principais cartões-postais. Utilizada para passeios em pedalinhos, é cruzada, ao centro, de um lado a outro, por uma pon0te para uso de pedestres. Um calçadão às margens serve para caminhadas.

Este atrativo está ligado a antiga lenda, vindas dos primórdios da colonização do solo brasileiro pelos europeus. Ela explica o motivo do acidente geográfico ter assumido a forma similar ao instrumento musical, situação responsável pela sua atual denominação.

Começa com o naufrágio de uma caravela, depois desta chocar-se com as pedras da Ilha dos Lobos, em frente à Praia Grande, em noite escura, mar revolto, causado por grande tempestade. Apesar da proximidade com a terra, somente um dos tripulantes se salvou.

Ele conseguiu vencer as ondas e chegar à areia usando seu inseparável violão como boia salva-vidas. Acabou na Praia do Cal, onde foi encontrado quase sem vida pelo chefe da tribo dos nativos habitando a região. Recuperado, passou a viver na aldeia ali existente.

Como agradecimento aos seus anfitriões, passou a encantá-los com belos sons tirados das cordas do instrumento. Ganhou o apelido de Puiara — no idioma Tupi, significa “o dono da música” —, fazendo muitas jovens ficaram completamente apaixonadas por ele

Uma delas era a bela Ocarapoti — “flor silvestre”, em Português —, filha do cacique. O pai, ao perceber o poder de feitiço do branco sobrevivente à fúria do mar, contaminando todos, trazendo poder a ele, decidiu fazer algo para pôr fim àquela situação ameaçadora.

A morte do tocador de violão foi decretada. Tendo o corpo cremado as cinzas tiveram de ser ingeridas por todos. Assim, acreditava-se, seu dom seria distribuído para a tribo. Entretanto, apaixonada, Ocarapoti não se conformou com a decisão tomada pelo pai.

Junto com o violão do amado, refugiou-se em cima do atual Morro do Farol, sem nunca mais descer. Lá no topo da elevação, até o fim dos seus dias, derramava lágrimas. Elas formavam córregos, escorriam para a planície, onde, acumulando, formavam uma lagoa.

Conforme esta crescia em volume, foi assumindo a forma do instrumento tocado pelo amado. Os séculos se passaram, a cidade desabrochou ao seu redor, e a Lagoa do Violão se mantém como prova do amor, capaz de unir dois seres de civilizações tão diferentes.

 

Segundo a lenda, a Lagoa do Violão foi formada com as lágrimas da nativa Ocarapoti. Ela se refugiou no topo do Morro do Farol, chorando a morte do seu amado, Puiara. Ele foi condenado pelo cacique, por encantar a todos com as músicas tiradas do seu violão

 

Cidade de Torres: uma coleção de atrativos de Turismo

 

• Gruta da Santinha

 

 

• Lagoa Itapeva

 

 

• Molhes da Foz do Rio Mampituba

 

 

• Morro das Furnas

 

 

• Morro do Farol

 

 

• Museu do Surfe

 

 

• Ponte Pênsil

 

 

• Rio Mampituba

 

 

• Torre Sul

 

 

Cidade de Torres: preparada para todo tipo de evento

 

Condições naturais, localização geográfica e infraestrutura operacional possibilitam à Cidade de Torres atrair grande número de eventos nacionais e internacionais, durante todo o ano: congressos, convenções, encontros, feiras, reuniões, seminários, simpósios…

Usa seu moderno Centro de Convenções para ser campeã também nos dois segmentos econômicos mais significativos do Turismo: Eventos e Negócios. Um sucesso baseado num moderno Centro de Convenções, capaz de receber mil pessoas de uma única vez.

Amplo suporte multimídia, central de condicionamento de ar, cobertura wireless em todos os ambientes complexo de camarins, elevadores de última geração e sistema de som atendem com extremo conforto e segurança realizações de médio e grande portes.

Reunido a ambientes semelhantes oferecidos por cerimoniais, clubes, hotéis e outras soluções similares, além de serviços de suporte classe premium, permitem à Cidade de Torres atrair iniciativas locais, estaduais, regionais, nacionais e, mesmo, internacionais.

 

 


 

O post “Cidade de Torres, litoral Norte do Estado do Rio Grande do Sul, é um paraíso de Turismo” foi produzido por João Zuccaratto, jornalista especializado em Turismo baseado na Cidade de Vitória, a capital do Estado do Espírito Santo, com apoio da Rede Ficare de Hotéis, através da sua unidade Guarita Park Hotel, situada na Cidade de Torres, localizada no litoral Nordeste do Estado do Rio Grande do Sul.

Clique nos trechos em colorido ao longo do post “Cidade de Torres, litoral Norte do Estado do Rio Grande do Sul, é um paraíso de Turismo” para abrir novas guias, com informações complementares ao aqui sendo tratado. Eles guardam links levando a conteúdos do próprio Turismoria, verbetes da Wikipedia e sites de empresas, entidades, Governos estaduais, Prefeituras etc.

O post “Cidade de Torres, litoral Norte do Estado do Rio Grande do Sul, é um paraíso de Turismo” pode apresentar erros. Se forem apontados, reeditarei o material com as correções.

Todas as fotos e imagens presentes no post “Cidade de Torres, litoral Norte do Estado do Rio Grande do Sul, é um paraíso de Turismo” têm origem identificada. Se o autor de algumas delas discordar do seu uso, basta avisar para ser substituída.

No post “Cidade de Torres, litoral Norte do Estado do Rio Grande do Sul, é um paraíso de Turismo”, a repetição de algumas expressões, como “Cidade de Torres”, é intencional. Elas são as principais palavras-chave dos conteúdos. Colocá-las várias vezes na postagem faz parte das técnicas de Search Engine Optimization — SEO, ou otimização para ferramentas de busca. Ajuda a destacar o trabalho na lista apresentada quando se pesquisa com BingGoogle ou Yahoo!.