Logradouro característico de aglomerado urbano é a praça. Elemento agregador das pessoas vivendo em comunidade, catalisa comunicação, diversão, manifestação, reivindicação e tudo o mais de sociedade organizada. Neste sentido, a Cidade de São Luís tem muito a apresentar.

 

Completando 405 anos de fundação, a Cidade de São Luís, a bela capital do Estado do Maranhão, é dos mais importantes destinos para visitantes no Nordeste e Norte do País. E oferece diversidade de atrativos turísticos, como cultural, histórico, lazer e natureza.

Possui acervo arquitetônico colonial de cerca de 3.500 prédios, distribuídos por mais de 220 hectares do Centro Histórico, a maior parte Patrimônio da Humanidade, em decisão da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura — Unesco.

Esportes como frescobol, futebol em areia, futevôlei, kitesurf, stand up paddle, surfe e vôlei em areia são populares na Cidade de São Luís em virtude dos 32 quilômetros de extensão de suas praias, algumas alcançando largura de sete quilômetros na maré baixa.

O potencial para turismo científico é enorme com a anunciada internacionalização dos lançamentos de foguetes no Centro de Lançamento de Alcântara, considerado hoje o melhor ponto para se alcançar o espaço, devido estar praticamente na Linha do Equador.

E, mais: a Cidade de São Luís é porta de entrada para dois ícones do turismo mundial: Parque das Chapada das Mesas, no Sudoeste, junto ao Estado do Tocantins, e Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses, junto ao litoral Nordeste do Estado do Maranhão.

Outro destaque é o turismo de negócios, graças à presença do seu setor industrial, em constante desenvolvimento. Grandes corporações e empresas de diversas áreas buscam a Cidade de São Luís devido à privilegiada posição geográfica e localização estratégica.

Ela ocupa posição equidistante em relação a grandes centros importadores de produtos do Primeiro Mundo, como os 28 países do Mercado Comum Europeu, a Leste, e Canadá e Estados Unidos da América, a Oeste, além de diversos outros do Caribe, por exemplo.

Considerando apenas pontos na área urbana, identificamos 88 deles, categorizados por Locais, IgrejasEdificaçõesMuseus, Praças, ParquesPraias. Nesse post, abordaremos com imagens e resumos 20 praças da Cidade de São Luís merecedoras de uma visita.

 

Praça Antônio Lobo

 

Cidade de São Luís tem um rico acervo de praças, das históricas às contemporâneas

No início do Beco do Seminário e da Rua São João, homenageia Antônio Francisco Leal Lobo, escritor maranhense. Ocupa espaço criado em 1624, com a construção da Igreja e do Convento de Santo Antônio, por frei Cristóvão de Lisboa, da Província de Santo Antônio.

O local já foi denominado Largo de Santo Antônio. Lá, encontramos, ainda, a Escola Modelo, a Capela da Irmandade de Bom Jesus da Coluna e a Capela da Irmandade de Bom Jesus dos Navegantes. Das duas, partem tradicionais procissões de Quaresma da Cidade de São Luís.

 

Praça Benedito Leite

 

Cidade de São Luís tem um rico acervo de praças, das históricas às contemporâneas

Um dos logradouros mais bonitos da Cidade de São Luís, situa-se entre Beco das Sé, Rua da Palma e Rua de Nazaré. Originalmente, o local era chamado de Largo Velho do Val, ou Vale. E sediou o Recolhimento de Nossa Senhora da Anunciação e Remédios para moças donzelas.

Esta instituição foi fundada pelo padre jesuíta Gabriel Malagrida. Até o início do século XIX, anos 1800, o espaço era ocupado por casebres, apresentando condições sofríveis de habitação. Em 1804, o Governo português manda demolir as moradias, liberando a área por completo.

No lugar, seria construído o Jardim Botânico da Cidade de São Luís. Entretanto, os serviços não foram adiante. Só em 1851 os imóveis vieram abaixo, com o largo assim formado sendo ocupado por belo jardim. Um gradil de ferro protegia as muitas árvores e canteiros de flores.

Com o passar dos anos, reformas realizadas sem critérios técnicos foram descaracterizando o projeto inicial. Ao mesmo tempo, o local trocava de nome: de Largo Velho do Val passou a Jardim 13 de Maio; mudou para Largo do João Velho; e, mais tarde, Praça da Assembleia.

O nome atual lembra um poeta do Estado do Maranhão. Ele, quando governador do Estado, autorizou o engenheiro Anísio Palhano de Jesus a fazer novo projeto paisagístico e tocar a obra, criando a belíssima área admirada e desfrutada por toda a população nos dias atuais.

A intervenção de Anísio Palhano de Jesus incluiu a plantação de figueiras, compondo um jardim com 12 setores. Eles comporiam o Panteon Maranhense, destinado a homenagear, com esculturas, grandes nomes da história do Estado do Maranhão, mas isto não foi levado avante.

Inaugurada dia 6 de março de 1911, aniversário de falecimento de Benedito Pereira Leite, recebeu estátua em bronze do ex-governador, esculpida na França, por Émille Decorchement. Até hoje, somando quase 110 anos de história, sofreu outras intervenções e recuperações.

A mais recente, em 2006, teve supervisão do Instituto Municipal da Paisagem Urbana e do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, pois foi tombada. Seu entorno recebeu calçada em pedra portuguesa, os bancos foram recuperados e o antigo coreto foi reformado.

Este último abrigava uma pequena loja desde as primeiras décadas do século XX, anos 1900. Por fim, foi instalado moderno sistema de iluminação. Durante os trabalhos, confirmou-se ter existido uma via ligando o Largo da Sé à Rua do Giz, conforme contavam histórias da região.

A retirada do piso deixou à mostra pedras de lioz, trazidas de Portugal no período colonial, alinhadas como meio-fio da rua. A descoberta gerou pequena alteração no projeto da reforma da praça: uma faixa no novo piso de alta resistência marcando o ponto inicial da antiga rua.

 

Praça da Alegria

 

Cidade de São Luís tem um rico acervo de praças, das históricas às contemporâneas

Limitada pela Rua do Norte, Rua de Santana e Rua de Santaninha, é mais um logradouro da Cidade de São Luís com várias denominações ao longo da história. Começou como Praça da Forca Velha, pois, em 1812, passou a ser o local das execuções daqueles condenados à morte.

Esta determinação foi do ouvidor geral de crimes, desembargador José Francisco Leal. Como, vistos de longe, os corpos pareciam pular de contentes ao serem soltos no espaço com a corda no pescoço, a população criou uma identificação nada jocosa para o local: Praça da Alegria.

Por volta de 1849, o uso popular acabou impondo esta denominação sobre a antiga. O Poder Público até tentou pôr fim àquela ironia, batizando-a como Praça Saturnino Belo. Não durou muito tempo, voltando à anterior. O Governo municipal buscou uma nova solução, em 1868.

Como Praça Francisco Sotero dos Reis, homenageou uma pessoa extremamente respeitada, além de morador daquele local. Ele, além de grande filósofo, foi o primeiro de diretor do Liceu, responsável pela educação de muitos jovens. Novo fracasso: volta Praça da Alegria.

A última tentativa aconteceu em 1º de agosto de 1889, com Praça 13 de Maio, lembrando a data da extinção da Escravatura no País. Também não deu certo. Hoje, a Praça da Alegria é centro de vendas de flores e belo recanto para ler um livro sentado em um de seus bancos.

 

Praça da Fé

 

 

Construção mais recente, em espaço antes tomado pelo anexo da Secretaria da Fazenda do Estado do Maranhão. Pronta, permitiu visibilidade do conjunto de belos sobrados históricos da Rua Portugal e tornou essa via a principal porta de entrada para o bairro da Praia Grande.

 

Praça da Criança

 

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Esquina da Rua da Estrela com Rua de Nazaré, extremo Norte da Praia Grande. Ocupa espaço de terreno antes usado para depositar lixo. Arquitetura para lazer infantil, tem anfiteatro ao ar livre para apresentação de peças teatrais e projeção de filmes, caixa de areia e play ground.

 

Praça da Misericórdia

 

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Chamava-se Praça Afonso Saulnier de Pierrelevée, homenagem ao primeiro cirurgião do Hospital Português, da Santa Casa de Misericórdia e do Estado do Maranhão. E um dos pioneiros da Região Nordeste do Brasil a implantar prótese na perna de uma sua escrava.

Situada entre a Rua da Misericórdia, Rua de Santa e Rua do Norte, passou a ser denominada como Praça da Misericórdia em função do Hospital da Santa Casa de Misericórdia ficar de frente para uma de suas laterais. Possui boa arborização e um pequeno lago com um chafariz.

 

Praça da Saudade

 

Cidade de São Luís tem um rico acervo de praças, das históricas às contemporâneas

Chamada Praça do Gavião durante certo período, fica entre Rua do Norte, Rua do Passeio, Rua Euclides da Cunha e Rua Medeiros de Albuquerque. Trocou de nome após as reformas feitas pelo prefeito Antônio Bayma, passando a ser denominada como a Praça do Cemitério.

Esse nome veio de estar situada na frente do Cemitério dos Gaviões, mais popular da Cidade de São Luís. Também já foi Praça do Campo Santo, devido ao mesmo motivo. Caracteriza-se por ser importante ponto de concentração e apresentação de grupos carnavalescos e juninos.

 

Praça da Seresta

 

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Terreno antes ocupado por estacionamento de repartições públicas, localizado na confluência da Rua do Giz, Rua João Gualberto, Escadaria Humberto de Campos e Beco da Alfândega. Local de convivência da comunidade, tem bancos, jardineiras e pequeno parlatório elevado.

 

Praça Deodoro

 

Cidade de São Luís tem um rico acervo de praças, das históricas às contemporâneas

No Centro Histórico da Cidade de São Luís, já foi Largo do Quartel, pois um dos prédios no seu entorno, ocupado atualmente pela Biblioteca Pública Benedito Leite, era um quartel. Após o Grito do Ipiranga, em 7 de setembro de 1822, foi rebatizada como Praça da Independência.

A denominação atual veio como homenagem do Município ao marechal Deodoro da Fonseca, personagem destacado do Movimento Republicano, pondo fim ao Regime Monárquico. Com o correr dos anos, passou por diversas reformas, perdendo algumas características originais.

Apesar de uma área liberada para o comércio de ambulantes, sendo, por isso, apelidada como Praça do Camelô, mantém-se como local de grandes manifestações públicas, políticas ou não: comícios, festas, passeatas e, ainda, comemorações de vitórias do Brasil na Copa do Mundo.

 

Praça do Comércio

 

Cidade de São Luís tem um rico acervo de praças, das históricas às contemporâneas

Conhecida também como Largo do Comércio, é um portal de entrada para o Centro Histórico da Cidade de São Luís, tanto para quem vem por mar quanto por terra. Teve outros nomes ao longo do tempo, sendo os dois mais lembrados Praça Fran Pacheco e Praça da Praia Grande.

A denominação atual surgiu por ter sido grande centro de negócios durante os séculos XVIII, anos 1700, e XIX, anos 1800. Foram cerca de dois séculos nos quais a cultura do algodão se manteve como motor do desenvolvimento econômico da cidade e da Província do Maranhão.

A exportação deste produto mantinha a Cidade de São Luís em contato direto com capitais da América do Norte e Europa, ficando o resto do País em segundo plano. Lá também acontecia a venda de escravos vindos da África, negociados para a lavoura ou os serviços domésticos.

Por este longo período de proeminência, está associada a muitas lendas e histórias. Uma delas, comprovada por pesquisadores: em 1868, comerciantes a transformaram em palco de grande confusão, devido a derrame de cédulas falsas. A intervenção da Polícia prendeu muita gente.

A decadência começou a partir dos anos 1930 do século XX, anos 1900. Hoje, o auge daquele passado de glórias é atestado pela presença de uma boa quantidade de casarões em arquitetura colonial portuguesa, destacando-se calçamentos em pedra de cantaria e fachadas de azulejos.

 

Praça do Desterro

 

Cidade de São Luís tem um rico acervo de praças, das históricas às contemporâneas

Situada na parte alta da Cidade de São Luís, apresenta uma das mais belas vistas tanto para o mar da Baía de São Marcos quanto para a margem oposta do Rio Bacanga. Ocupa uma área entre três antigos e históricos becos: Beco da Caela, Beco do Desterro e Beco do Precipício.

No início da colonização, aquele espaço abrigou uma pequena ermida, dedicada à Nossa Senhora do Desterro, daí a denominação atual. Esta, depois de ter sido praticamente demolida, foi reconstruída e, após, tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional.

 

Praça do Panteon

 

A Praça do Panteon está situada bem à frente de Biblioteca Pública do Estado do Maranhão. Limita-se, pelo seu lado Norte, com a Avenida Silva Maia; pelo Sul, com a Avenida Gomes de Castro; pelo Leste, com o Parque Urbanos Santos; e, pelo Oeste, com a Praça Deodoro.

Em seus espaços estão bustos de grandes nomes da história do Estado do Maranhão: Arthur de Azevedo, Coelho Neto, Humberto de Campos, Joaquim Gomes de Sousa, José Nascimento de Morais, Raimundo Correia e Antônio Henriques Leal, transferido do Largo de São João.

 

Praça Dom Pedro II

 

Cidade de São Luís tem um rico acervo de praças, das históricas às contemporâneas

Localizada no Centro Histórico da Cidade de São Luís, é cercada por construções antigas, como Capitania dos Portos, Igreja da Sé, Palácio dos Leões e Palácio Episcopal. Seus dois nomes anteriores a identificavam como vias: Avenida Dom Pedro II e Avenida Maranhense.

 

Praça dos Catraieiros

 

Fica junto à Rampa do Palácio, próxima ao Terminal Hidroviário, ocupando o espaço de um estacionamento. Serve de apoio aos milhares de passageiros buscando transportes marítimos para se deslocar em direção a pontos da Cidade de São Luís e litoral do Estado do Maranhão.

Homenageia os remadores que, secularmente, em pequenos e frágeis barcos e canoas, vêm conduzindo cargas e pessoas de um local a outro da Cidade de São Luís e os seus arredores, espalhados pelas extensas margens da Baía de São Marcos, a Oeste, e Baía do Anil, a Leste.

 

Praça Gonçalves Dias

 

Cidade de São Luís tem um rico acervo de praças, das históricas às contemporâneas

Outro dos Sete Tesouros da Cidade de São Luís, ao lado da Azulejaria, Convento das Mercês, Igreja da Sé, Palácio dos Leões, Rua Portugal e Teatro Arthur Azevedo. No alto do Bairro dos Remédios, oferece vista do pôr do Sol na Baía de São Marcos, com foz do Rio Anil ao fundo.

Ponto de encontro de namorados, é bem apropriado o local ter sido batizado com o nome de um dos maiores poetas do Estado do Maranhão: Gonçalves Dias. Uma estátua homenageia este grande escritor. Diversos outros monumentos tornam aquele amplo espaço mais bonito.

Ornada por palmeiras, seu coreto é tomado por apresentações em dias de festejos da Igreja dos Remédios, lá localizada. No entorno, casarões coloniais, como Palácio Cristo Rei. Os skatistas usam bancos e escadarias em manobras arrojadas. Bom local para se tirar fotografias.

 

Praça João Lisboa

 

Cidade de São Luís tem um rico acervo de praças, das históricas às contemporâneas

Situada no coração do Centro Histórico da Cidade de São Luís, próxima ao antigo Largo do Carmo, ladeada pela Rua do Sol, Rua da Paz e Rua do Sol. Intelectuais usavam os amplos espaços para debater arte, destrinchar literatura, discutir política ou apenas conversar fiado.

Sua denominação remete a um dos mais importantes jornalistas da Cidade de São Luís e do Estado do Maranhão: João Francisco Lisboa. E ele está lembrado duas vezes. A primeira, por estátua em bronze, do escultor francês Jean Magrou, sobre pedestal de mármore, em 1918.

A segunda, com as cinzas do patrono da cadeira 11 da Academia Maranhense de Letras. Por grande período, era também conhecida como Praça da Liberdade. Também teve o apelido de Largo dos Amores, por ser ponto de encontro de namorados. Era uma das paradas dos bondes.

 

Praça Maria Aragão

 

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A construção da praça e de um memorial foi homenagem da população da Cidade de São Luís à médica Maria José Camargo Aragão. De origem pobre, comunista, adentrou a história da política local como exemplo de coragem e dignidade na luta pela democratização do Brasil.

Teve uma vida de superação: primeiro, a fome: depois, o preconceito, por ser negra e mulher no início do século XX, anos 1900; e, no fim, agressão e perseguição pelo sonho de ajudar a humanidade. Venceu oligarquias políticas firmemente estabelecidas no Estado do Maranhão.

O memorial foi projetado por Oscar Niemeyer, amigo pessoal dela. O conjunto apresenta design arrojado: estruturas com grandes balanços e curvas monumentais, desenvolvidas com lajes duplas, nervuradas, nas quais foram utilizados materiais de alta tecnologia na época.

Além do Memorial abrigando acervo com fotos e objetos pessoais de Maria José Camargo Aragão, há espaço voltado a manifestações artísticas e populares, dotado de palco e camarins. Auditório, jardins, lanchonetes e baterias de sanitários complementam aquele belo conjunto.

 

Praça Nauro Machado

 

Cidade de São Luís tem um rico acervo de praças, das históricas às contemporâneas

Fica na Praia Grande, no encontro da Rua da Estela com a Rua da Alfândega, bem em frente à atual Câmara de Vereadores e à Casa das Tulhas. Até pouco tempo atrás, o agora belo espaço era um terreno baldio, usado para o estacionamento de veículos e depósito de entulhos e lixo.

Antes chamada de Praça do Reviver, denominação foi resultado da ação urbanista chamada Projeto Reviver. Seu novo nome remete àquele considerado dos maiores poetas do Estado do Maranhão: Nauro Diniz Machado, nascido na Cidade de São Luís, em 2 de agosto de 1935.

Um dos pontos de encontro indispensáveis para quem passeia pelas ruas do Centro Histórico, o visitante pode aproveitar o espaço e descansar nos bancos ou mesmo na escadaria, sempre à sombra de alguma árvore. A praça também recebe manifestações culturais durante todo o ano.

As pessoas se reúnem para ver apresentações folclóricas e shows musicais. Um dos projetos ali abrigados é a Feira da Lua Cheia. Uma vez por mês, em noite de Lua cheia, além de uma apresentação cultural, as pessoas podem apreciar diversas peças do artesanato maranhense.

 

Praça Odorico Mendes

 

Cidade de São Luís tem um rico acervo de praças, das históricas às contemporâneas

Situada entre Rua dos Remédios e Rua das Hortas, ganhou esta denominação em 14 de julho de 1901, homenageando o tradutor das obras dos poetas gregos Homero e Virgílio. Em 1905, recebeu busto de Odorico Mendes, instalado na lateral de frente para a Rua dos Remédios.

Em 1913, sob aquele monumento, depositaram seus ossos, vindos da Cidade de Londres, pois estavam no Cemitério de Kensal-Green. Também vieram as duas lápides de mármore branco que cobriam o túmulo do escritor, sendo ambas colocadas junto à parte inferior do pedestal.

Elas exibem a seguinte inscrição: “Manoel Odorico Mendes. Exímio poeta brasileiro. Político e patriota extremo. Transladou Homero e Virgílio em fiel conciso verso português. Nasceu no Maranhão (Brasil) a 24 de janeiro de 1799. Morreu em Londres a 17 de agosto de 1864.”

Em 1930, em completa reforma, ganhou nova disposição para os canteiros, rede subterrânea de cabos do sistema de iluminação e postes de concreto. Somente em 1959 tomou a feição moderna exibida nos dias de hoje. Em 2007, novo busto substituiu o original, furtado do local.

Naquele mesmo ano, substituição do piso cimentado, recuperação dos bancos, troca das lixeiras e ajardinamento, pois o logradouro estava desgastado pela ação natural do tempo e pelo vandalismo. Esta obra de manutenção recuperou elementos existentes no passado.

 

Praça Valdelino Cecio

 

Cidade de São Luís tem um rico acervo de praças, das históricas às contemporâneas

Homenagem ao advogado, escritor, pesquisador e poeta da cultura popular do Estado do Maranhão. Também é conhecida como Praça da Pacotilha, pois ocupou o lugar de antigo casarão onde funcionou o famoso jornal “A Pacotilha”, em meados do século XIX, anos 1800.

Está situada na Rua do Giz, esquina com o Beco da Pacotiha e propicia aos frequentadores uma bela vista do bairro da Praia Grande. Espaço é utilizado para manifestações culturais, como rodas de capoeira, tambor de crioula e espetáculos de bonecos e de grupos folclóricos.

 


 

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Texto redigido a partir de conhecimentos gerais do autor e  pesquisas na Internet, principalmente Wikipedia e espaços do Governo do Estado do Maranhão, Prefeitura da Cidade de São Luís e entidades ligadas à história e ao turismo do território maranhense presentes na Web. Não é um trabalho científico, podendo apresentar erros. Se eles forem apontados, reeditarei o material com as correções.

Todas as fotos têm origem identificada. Se o autor de algumas delas discordar do seu uso, basta avisar que será substituída.

Material produzido a partir da participação na edição 2017 do São João de São Luís, a convite da Revista Maranhão Turismo com apoio da Secretaria de Turismo da Prefeitura da Cidade de São Luís.