Posição estratégica levou à formação de um complexo formado pelo Porto de Itaqui, Terminal de Ponta da Madeira e Terminal de Alumar. Breve, acrescentará novas unidades: Terminal de Grãos e Terminal de Uso Privado, este sendo construído por consórcio entre empresas brasileira e chinesa.

 

Cidade de São Luís: complexo do porto alavanca turismo de negócios

 

A Cidade de São Luís, capital do Estado do Maranhão, com quatro séculos de fundação, destaca-se em praticamente todas as modalidades da segmentação do turismo: aventura, cultura, ecologia, esportes, eventos, gastronomia, história, Melhor Idade, religioso…

Mas uma delas, o turismo de negócios, tem destaque singular, graças ao setor industrial, em constante desenvolvimento. Corporações mundiais, de segmentos diversos, buscam a localização estratégica da Upaon-Açu para desenvolver operações em âmbito global.

Afinal, ela ocupa posição equidistante em relação a grandes centros importadores de produtos do Primeiro Mundo, como os 28 países do Mercado Comum Europeu, a Leste;  e, Canadá e Estados Unidos da América, a Oeste; além da América Central e do Caribe.

Em função deste diferencial, a Cidade de São Luís segue atraindo novos investimentos direcionados a ampliar e aperfeiçoar um dos maiores complexos portuários do mundo. Portos e terminais existentes são modernizados e melhorados; e, breve, nova unidade.

Pequeno parêntesis, apenas para esclarecer questões de linguagem: pela atual legislação em vigor no Brasil, “portos” são públicos; privados chamam-se “terminais”. Assim, na Cidade de São Luís, o Porto de Itaqui é público; e Ponta da Madeira e Alumar, privados.

 

Cidade de São Luís sedia um complexo portuário sem comparação no mundo

O Porto de Itaqui iniciou o aproveitamento da localização estratégica da Cidade de São Luís no comércio internacional, pois ela é equidistante dos maiores centros de consumo do mundo: Europa, a Leste, e América do Norte, América Central e Caribe, a Oeste

 

Cidade de São Luís: portos somam também 400 anos de história

 

A história dos portos na Cidade de São Luís nasceu em 1612, com os franceses. Os barcos simplesmente fundeavam o mais próximo possível da terra e, de lá, pessoas e produtos eram transportados em pequenos botes até pontos seguros para o desembarque.

Se, nos primórdios, o movimento de chegada e partida de barcos era insignificante, com o passar dos anos foi crescendo paulatinamente. Isso transformou a parte da Baía de São Marcos em frente à Cidade de São Luís em área com movimento portuário significativo.

Após expulsão dos franceses, em 1615, e dos holandeses, em 1644, a Coroa Portuguesa inicia programa de ocupação dos territórios ao Norte da Colônia, trazendo pessoas da Europa, de outras colônias na África e na Ásia e das Capitanias Hereditárias do Brasil.

 

Cidade de São Luís sedia um complexo portuário sem comparação no mundo

Mapa de 1629, mostrando a posição da Cidade de São Luís e as demais ocupações ao redor. As qualidades da Baía de São Marcos para atração de navios foram percebidas pelos franceses quase 30 anos antes, em 1612, logo que invadiram o Norte brasileiro

 

Cidade de São Luís: início da internacionalização do porto

 

A criação da Companhia do Comércio do Maranhão, em 1682, integra aquela região ao sistema comercial de Portugal. As plantações de cacau, cana-de-açúcar e tabaco, agora, voltadas ao mercado externo investem maciçamente em mão de obra escrava africana.

Desde seus primórdios, e durante mais de dois séculos, o Estado do Maranhão teve sua economia baseada em agricultura voltada à exportação: açúcar, aguardente, algodão, azeite, baunilha, couro, cravo da Índia, farinha de mandioca, sal e tabaco, dentre outros.

No fim do século XVIII, anos 1700, o aumento da demanda internacional por algodão para atender às indústrias têxteis inglesas estimulou a produção do Estado do Maranhão. E foi dado início a um período definido como a fase de ouro da economia maranhense.

 

Cidade de São Luís sedia um complexo portuário sem comparação no mundo

Ilustração do holandês Frans Jansz, datada de 1645, mostra a esquadra de 18 navios holandeses sitiando a Cidade de São Luís. A população abandonou suas casas e os invasores saquearam todas elas, inclusive capturando cinco mil arrobas de açúcar

 

Cidade de São Luís: começa demanda mundial pelo algodão

 

A Cidade de São Luís perde status em 1737, com a criação do Estado do Grão-Pará e Maranhão, e a Cidade de Belém tornando-se capital. Em 1755, fundada a Companhia Geral de Comércio do Grão-Pará e Maranhão, o Porto da Cidade de São Luís renasce.

A entrada e saída de produtos amplia-se: azeite português, cerveja da Inglaterra, livros, móveis e tecidos chegavam do Velho Continente. A proibição de escravizar indígenas e o crescimento das plantações fazem aumentar a importação de negros cativos da África.

A Guerra de Independência entre as 13 colônias na América do Norte e a Inglaterra, de 1776 a 1783, interrompendo a produção e exportação de algodão no Atlântico Norte, dá espaço para o Estado do Maranhão fornecer a matéria-prima demandada pelos ingleses.

 

Cidade de São Luís sedia um complexo portuário sem comparação no mundo

A Guerra de Independência entre as 13 colônias na América do Norte e a Inglaterra, de 1776 a 1783, abriu espaço para o Estado do Maranhão fornecer algodão para a Europa, ampliando a vinda de navios voltados a comércio internacional à Cidade de São Luís

 

Cidade de São Luís: organização do sistema de trapiches

 

Em mais de um século de operação, o atendimento aos navios nada mudara. Cargas e descargas dos barcos ancorados na Baía de São Marcos eram conduzidas a partir das dezenas de trapiches dispostos à beira d’água, junto ao Centro da Cidade de São Luís.

Para colocar ordem no movimento crescente, e extremamente desorganizado, o Governo da Província do Maranhão abriu concorrência para construção de um porto. Na verdade, uma extensa muralha em alvenaria de pedra com argamassa a base de cal junto ao mar.

Ela também poria fim à erosão provocada pelas marés, evitando o desmoronamento de construções históricas, como o Baluarte de São Cosme e o Baluarte de São Damião. E permitiria aterrar grande manguezal, criando espaço para o surgimento de novos bairros.

E, mais: permitiria a construção de via unindo pontas de ruas terminando no mar e daria melhor estética à vista da cidade. Como vencedor, Diogo de Sousa, conde do Rio Pardo, foi tocando a obra. No meio do caminho, faltando verbas, o serviço não foi completado.

 

Cidade de São Luís sedia um complexo portuário sem comparação no mundo

O Cais da Sagração foi um muro de pedras assentadas com argamassa à base de cal ao longo do litoral fronteiriço ao Centro da Cidade de São Luís. Sua construção melhorou o controle sobre a entrada e saída de mercadorias, aprimorando a cobrança de impostos

 

Cidade de São Luís: nascem Cais da Sagração e Rampa Campos Melo

 

De todo modo, nasce o Cais da Sagração, obrigando empresas de comércio exterior a concentrar a exportação e importação de mercadorias apenas pela Rampa Campos Melo. Isto aprimorou a fiscalização sobre entradas e saídas, melhorando cobrança de impostos.

Mal a estrutura ficou pronta, outro impulso para a produção de algodão no Estado do Maranhão veio da Guerra Civil nos Estados Unidos da América, de 1861 a 1865. Os Estados do Sul daquele país, maiores produtores, interromperam produção e exportação.

Empresas como Southampton & Maranham Company e Maranham Shipping Company, de transporte marítimo a vapor, responsáveis pelo transporte do algodão do Estado da Geórgia e do Estado do Alabama, passaram a operar a partir do Estado do Maranhão.

 

Cidade de São Luís sedia um complexo portuário sem comparação no mundo

Exportações a partir da Cidade de São Luís, principalmente para Inglaterra, começaram a ser feita por navios movidos a vapor no final do século XIX. Proximidade com Europa e outros mercados barateava os fretes, compensando a baixa produtividade da produção

 

Cidade de São Luís: decadência da exportação do algodão

 

Após o fim daqueles combates, aquelas companhias retornaram às suas origens. Com a vitória do Norte sobre o Sul, a modernização das culturas e ganhos de produtividade daí advindos impactaram na qualidade e no preço final do produto pago pelos compradores.

Com práticas ultrapassadas, e ainda usando mão de obra escrava, a produção de algodão do Estado do Maranhão perdeu espaço e entrou em decadência. Mesmo assim, até início do século XX, anos 1900, sua exportação pela Cidade de São Luís tinha expressividade.

As cargas, invariavelmente, seguiam para as indústrias da Inglaterra, transportadas por via marítima, por empresas como Booth Line, Liverpool-Maranham Shipping Company e Red Cross Line. A linha desta última atendia também a Cidade de Iquitos, no Peru.

 

Cidade de São Luís sedia um complexo portuário sem comparação no mundo

A cultura e exportação do algodão sustentou a economia da Cidade de São Luís até o início do século XX. Esta vista da Praça do Comércio, em 1910, dá ideia da qualidade de vida desfrutada pelos moradores, com excelentes casas e ruas calçadas e arborizadas

 

Cidade de São Luís: primeira iniciativa de porto organizado

 

Ainda com cargas sendo embarcadas ou retiradas dos navios estacionados ao largo da Baía de São Marcos, em 6 de agosto de 1918, o Governo Federal outorgou concessão ao Governo do Estado do Maranhão para este iniciar obras capazes de melhorar a situação.

A ideia era ter piers para acostar barcos junto ao Centro Comercial da Cidade de São Luís. A empresa C. H. Walker, contratada para tocar o projeto em 6 de novembro de 1918, não consegue executá-lo. Assim, a concessão é extinta em 31 de julho de 1923.

O sonho dorme durante duas décadas, sendo retomado em 1939, após o Departamento Nacional dos Portos e Vias Navegáveis apontar a região de Itaqui para receber o porto. E, de novo, foram passadas mais duas décadas para a ideia começar a ser materializada.

 

Cidade de São Luís sedia um complexo portuário sem comparação no mundo

Imagem de 1906, da área onde hoje fica o Porto do Itaqui, investimento realizado pelos governos militares no Estado do Maranhão. Local escolhido pela enorme profundidade lá existente, a segundo do mundo, eliminando os altos custos de dragagem periódica

 

Cidade de São Luís — Porto do Itaqui

 

A área onde está o Porto do Itaqui já era conhecida e usada como ponto de fundeio de embarcações antes do século XIX, anos 1800. Entretanto, apenas século e meio após, em 1960, são improvisadas as primeiras ancoragens. E em 1966 são iniciadas as obras.

Um cais com 367 metros de extensão permitiu inaugurar o Porto de Itaqui em 1967, o segundo mais profundo do mundo. Situado no interior da Baía de São Marcos, o canal acesso tem profundidade mínima de 27 metros e largura aproximada de 1,8 quilômetros.

No entorno do Porto do Itaqui, oito pontos para fundeio recebem navios de acordo com suas tonelagens. Em 1972, o cais original foi ampliado: 270 metros de um lado; 80 do outro. A grande estrutura formou o berço 102. Em 1976, vieram os berços 101 e 103.

Em 1994, 104 e 105. E, em 1999, 106 e 107, atendendo de navios com até 200 mil toneladas. No final de 2012, alargamento do Canal Sul, junto aos berços 101 e 102, e entrega do berço 100, para fertilizantes, grãos e exportação de cargas vivas, com o gado.

Ele também é especializado em Navios Panamax, embarcações a com largura máxima para cruzar as eclusas antigas do Canal do Panamá, barateando fretes para o Oceano Pacífico. Em 2015, berço 108, especializado na movimentação de derivados de petróleo.

O Porto do Itaqui é servido por três ferrovias: Carajás, da Cidade de São Luís ao Sul do Estado do Pará, com 900 quilômetros; Norte-Sul, em direção ao Sul do País, ainda não completada; e Transnordestina, Estado do Maranhão a Estado de Sergipe, com 4.238

Este diferencial logístico levou o Governo do Estado a se associar a empresas privadas para construir o berço 99. Batizado como Terminal de Grãos do Maranhão — Tegram, ponto, no final de 2013, será dos principais do País na exportação de arroz, milho e soja.

Quatro silos para armazenar 125 mil toneladas cada um, permitindo exportar até 10 milhões de toneladas por ano, erguidos por CGG Veritas, Consórcio Crescimento, Glencore Xstrata e NovaAgri, investindo cerca de R$ 500 milhões no empreendimento.

 

Cidade de São Luís sedia um complexo portuário sem comparação no mundo

Atual terminal de grãos do Porto de Itaqui. Esta opção de exportação do complexo ali existente será ampliada com novos investimentos estatais e privados, como estruturas de armazenamento e construção do Berço 99, como pode ser observado na imagem abaixo

 

Cidade de São Luís sedia um complexo portuário sem comparação no mundo

 

Cidade de São Luís — Terminal da Alumar

 

O Terminal Portuário Privativo da Alumínios Maranhão — Alumar está localizado na confluência do Estreito dos Coqueiros com Rio dos Cachorros, na Baía de São Marcos, na Cidade de São Luís, aproximadamente a 10 quilômetros ao Sul do Porto do Itaqui.

Recebe, anualmente, cerca de 300 navios graneleiros, capacidade máxima de 76.000 toneladas. Lá, é feito desembarque de bauxita, carvão mineral, coque, óleo combustível, piche e soda cáustica, insumos e matérias-primas utilizados na produção de alumina.

E embarca o excedente de produção de alumina. Tem dois berços para acostagem de navios, denominados Berço 1 e Berço 2, com comprimento total aproximado de 510 metros, equipados com defensas, dolfins protetores de pilares e uma boia de amarração.

O Berço 1, no lado Oeste do Terminal, tem 260 metros de comprimento. Nele, estão um carregador para alumina, tipo linear, com capacidade de 2.000 toneladas por hora, e as instalações para o recebimento de óleo combustível e soda cáustica de base líquida.

No Berço 2, com 220 metros de comprimento, estão dois descarregadores para bauxita, carvão mineral, coque calcinado e piche, com capacidade total de 3.500 toneladas por hora. Os equipamentos deslocam-se sobre trilhos estendidos ao longo dos dois berços.

O complexo dispõe de galpões: um, de 34 mil toneladas, armazenar coque, e outro, de oito mil toneladas, para piche; e de tanques: um de 21.849 metros cúbicos, para óleo combustível, e três outros, somando 54 mil metros cúbicos totais, para soda cáustica.

As instalações se completam com pátios para a armazenagem da bauxita, com 540 mil toneladas de capacidade, e carvão mineral, 75 mil toneladas. Existem, ainda, dois silos especiais para armazenamento da alumina, com a capacidade total 200 mil toneladas.

 

Cidade de São Luís sedia um complexo portuário sem comparação no mundo

O Terminal Privativo da Alumar recebe cerca de 300 navios por ano, desembarcando bauxita, carvão mineral, coque, óleo combustível, piche e soda cáustica, todos insumos e matérias-primas utilizados na produção de alumina. E exporta excedentes desta última

 

Cidade de São Luís — Terminal de Ponta da Madeira

 

O Terminal de Ponta da Madeira, complexo privado de exportação de minério de ferro pertencente à companhia Vale, fica na Cidade de São Luís, a bela capital do Estado do Maranhão. Foi construído de frente para a Baía de São Marcos, junto ao Porto de Itaqui.

Recebe a produção extraída na Serra dos Carajás, situada a Sudoeste do Estado do Pará. O local foi escolhido devido à profundidade natural, de quase 30 metros, durante a maré baixa, eliminando custos com dragagem e aceitando navios graneleiros de grande porte.

Ponta da Madeira e Roterdã, na Holanda, destino de boa parte dos navios carregados no primeiro, são únicos no mundo capazes de receber embarcações de 23 metros de calado, fora terminais de alto-mar, capazes de atender navios de 30 metros de calado e até mais.

A vantagem oferecida pela profundidade natural da baía quase foi contrabalançada pela amplitude da maré. Gerando fortes correntes, quase chegou a pôr a pique o cargueiro gigante Berge Stahl, encomendado especificamente para fazer a rota Ponta da Madeira-Roterdã.

Molhes construídos com blocos de concreto foram colocados em posições estratégicas, abatendo e direcionando as correntes. A Vale quer diversificar as cargas embarcadas no terminal, após concluir a integração entre Estrada de Ferro Carajás e Ferrovia Norte-Sul.

 

Cidade de São Luís sedia um complexo portuário sem comparação no mundo

O Terminal de Ponta da Madeira, complexo privado de exportação de minério de ferro pertencente à companhia Vale, aproveita a profundidade natural, de quase 30 metros, elimina os custos das dragagens periódicas e aceita navios graneleiros de grande porte

 

Cidade de São Luís — Novo Terminal de Uso Privado

 

A Cidade de São Luís vai ganhar novo terminal privado para movimentação de carga geral, contêineres, granéis líquidos e granéis sólidos, na exportação e na importação. O projeto prevê atender a Região Centro-Oeste, Região Nordeste e Região Norte do País.

Um dos maiores terminais privados da Região Nordeste e do País, ocupará área de dois milhões de metros quadrados, com retroárea de 1,5 milhão. Projeto estimado em R$ 1,5 bilhão, levará três anos para operar, para movimentar 25 milhões de toneladas por ano.

O empreendimento, da Construtora WTorre, ganhou sócio: a China Communications Construction Company — CCCC, maior empresa de infraestrutura da China. Ela vai fazer um aporte de R$ 400 milhões e o restante dos recursos será captado no mercado.

 

Cidade de São Luís sedia um complexo portuário sem comparação no mundo

Um dos maiores da Região Nordeste e do País, o Terminal de Uso Privado ocupará área de dois milhões de metros quadrados, com retroárea de 1,5 milhão. Projeto estimado em R$ 1,5 bilhão, levará três anos para iniciar operação de 25 milhões de toneladas por ano

Cidade de São Luís sedia um complexo portuário sem comparação no mundo

Um dos maiores da Região Nordeste e do País, o Terminal de Uso Privado ocupará área de dois milhões de metros quadrados, com retroárea de 1,5 milhão. Projeto estimado em R$ 1,5 bilhão, levará três anos para iniciar operação de 25 milhões de toneladas por ano

 


 

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A repetição da expressão “Cidade São Luís”, e outras mais, é intencional. Elas são as principais palavras-chave dos conteúdos. Colocá-las várias vezes na postagem faz parte das técnicas de Search Engine Optimization — SEO, ou otimização para ferramentas de busca. Ajuda a destacar o trabalho na lista apresentada quando se pesquisa com BingGoogle ou Yahoo.

Texto redigido a partir de conhecimentos gerais do autor e  pesquisas na Internet, principalmente Wikipedia e espaços do Governo do Estado do Maranhão, Prefeitura da Cidade de São Luís e entidades ligadas à história e ao turismo do território maranhense presentes na Web. Não é um trabalho científico, podendo apresentar erros. Se eles forem apontados, reeditarei o material com as correções.

Todas as fotos têm origem identificada. Se o autor de algumas delas discordar do seu uso, basta avisar que será substituída.

Material produzido a partir da participação na edição 2017 do São João de São Luís, a convite da Revista Maranhão Turismo com apoio da Secretaria de Turismo da Prefeitura da Cidade de São Luís.