Aqui estão apenas 15 locais capazes de dar uma pequena ideia do possível de se desfrutar quando se está na Cidade de São Luís. Há outros mais. O melhor a fazer é perder-se por lá, descobrindo por si mesmo segredos fora daqueles roteiros de turismo mais tradicionais. Então, aventurem-se!

 

Completando 405 anos de fundação, a Cidade de São Luís, a bela capital do Estado do Maranhão, é dos mais importantes destinos para visitantes no Nordeste e Norte do País. E oferece diversidade de atrativos turísticos, como cultural, histórico, lazer e natureza.

Possui acervo arquitetônico colonial de cerca de 3.500 prédios, distribuídos por mais de 220 hectares do Centro Histórico, a maior parte Patrimônio da Humanidade, em decisão da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura — Unesco.

Esportes como frescobol, futebol em areia, futevôlei, kitesurf, stand up paddle, surfe e vôlei em areia são populares na Cidade de São Luís em virtude dos 32 quilômetros de extensão de suas praias, algumas alcançando largura de sete quilômetros na maré baixa.

O potencial para turismo científico é enorme com a anunciada internacionalização dos lançamentos de foguetes no Centro de Lançamento de Alcântara, considerado hoje o melhor ponto para se alcançar o espaço, devido estar praticamente na Linha do Equador.

E, mais: a Cidade de São Luís é porta de entrada para dois ícones do turismo mundial: Parque das Chapada das Mesas, no Sudoeste, junto ao Estado do Tocantins, e Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses, junto ao litoral Nordeste do Estado do Maranhão.

Outro destaque é o turismo de negócios, graças à presença do seu setor industrial, em constante desenvolvimento. Grandes corporações e empresas de diversas áreas buscam a Cidade de São Luís devido à privilegiada posição geográfica e localização estratégica.

Ela ocupa posição equidistante em relação a grandes centros importadores de produtos do Primeiro Mundo, como os 28 países do Mercado Comum Europeu, a Leste, e Canadá e Estados Unidos da América, a Oeste, além de diversos outros do Caribe, por exemplo.

Considerando apenas pontos na área urbana, identificamos 88 deles, categorizados por Locais, IgrejasEdificaçõesMuseusPraçasParques e Praias. Nesse post, abordaremos com imagens e resumos 15 locais da Cidade de São Luís merecedoras de uma visita.

 

Beco Catarina Mina

 

Cidade de São Luís: imersão em aventura, compras, cultura, história, passeios...

O Beco Catarina Mina, na Praia Grande, é dos poucos logradouros do Centro Histórico da Cidade de São Luís com nome de mulher. E, talvez, o único homenageando negra: Catarina Rosa Pereira de Jesus. Aliás, pessoa com história de vida das mais curiosas e interessantes.

Originária da Costa da Mina, região do Golfo da Guiné, na África, era das mais belas escravas da cidade. Cuidava do Canto do Tonico, ao pé da ladeira da Rua da Calçada. Era uma barraca de quitutes apreciados pela população, notadamente os homens, principalmente os mais ricos.

Entregava o valor das vendas ao dono, mas guardava as muitas gorjetas recebidas ao longo dos dias. Também conseguia somas maiores prestando favores aos portugueses abastados. Não demorou e acumulou recursos suficientes para pagar a própria alforria, tornando-se livre.

Empreendedora, em poucos anos enriqueceu. Ao mesmo tempo em que comprava alforria de amigos, tornou-se senhora de muitas escravas, com as quais passeava pelas ruas. Elas seguiam atrás, em cortejo, descalças, mas vestidas caprichosamente: brocados, colares, rendas, sedas…

Catarina Mina, à semelhança de seu séquito, vestia roupas finas e exibia braceletes, brincos e joias cobrindo o colo, em igual paridade às damas mais importantes da época. Ao falecer, em testamento, libertou os seus cativos, distribuindo a grande fortuna igualmente entre todos eles.

Em 1930, o Beco Catarina Mina foi rebatizado como Rua Djalma Dutra, herói da Revolta dos 18 do Forte de Copacabana, de 1922. Mas só o original é lembrado. Escadaria entre Avenida Pedro II e Beco da Alfândega, tem 35 degraus em Pedra Lioz, do século XVIII, anos 1800.

 

Cais da Sagração

 

Cidade de São Luís: imersão em aventura, compras, cultura, história, passeios...

Principal porto da Cidade de São Luís, até início da operação do Porto do Itaqui, na década de 1960. Construído nos anos 1860, é uma extensa muralha em alvenaria de pedra, junto ao mar. Além de permitir a atração dos navios junto à terra, sua realização resolveu outros problemas.

Um deles era impedir a erosão causada pelas marés, evitando o desmoronamento do Baluarte de São Cosme e do Baluarte de São Damião do Castelo, situados junto ao Palácio dos Leões. Outro, aterrar toda a área de manguezal, pantanosa, existente entre os Baluartes e Remédios.

Mais um: facilitar a circulação entre a Praia Grande e as ruas terminando no mar. Por fim, dar melhor estética à vista da cidade. Ele iria da Praia Grande ao Convento das Mercês. Porém, por falta de verba, ficou limitado do cais da Praia Grande até próximo à Praça Maria Aragão.

É seccionado por três rampas:  Baluarte de São Cosme, Praia do Caju e Praia das Palmeiras. Projeto do capitão-general Diogo de Sousa, conde do Rio Pardo, imortalizado pelo escritor Josué Montello no romance “Cais da Sagração”, obra exaltando a figura de Mestre Severino.

 

Casa das Tulhas

 

Cidade de São Luís: imersão em aventura, compras, cultura, história, passeios...

O prédio da Casa das Tulhas foi construído em meados do século XVIII, anos 1700, destinado a funcionar como uma espécie de celeiro. Hoje, mais de dois séculos depois, é dos principais locais da Cidade de São Luís onde se pode encontrar produtos típicos do Estado do Maranhão.

Também identificada como Feira da Praia Grande ou Mercado das Tulhas, ocupa edificação retangular no Centro Histórico. Tem quatro entradas, sendo considerada a principal aquela da Rua da Estrela. Parte da área externa é dedicada a lojas comerciais, de artesanato e vestuário.

A Casa das Tulhas fica quase escondida no meio de quarteirão repleto de casarões coloniais. Ao entrar, o visitante é confrontado com enorme diversidade de ingredientes. Andando pelos corredores, é possível encontrar de tudo e até mais em termos das peculiaridades regionais.

Promessas de curas com infusões com cascas de árvores, raízes e sementes: sucupira, para infecção na garganta; coronha, má circulação do sangue e pressão alta; cebolinha branca, expectorante; olho de boi, mal olhado; copaíba, anti-inflamatório; sapucaia, colesterol alto etc.

Bombons, camarão seco, castanhas, compotas de frutas regionais como bacuri, cupuaçu e jaca, doce de buriti, doce de espécie de Alcântara, farinha d’água, folhas de vinagreira, garrafas de tiquira, manteiga de garrafa. Por tudo isto, é ponto para ser visitado pelos turistas.

 

Centro Histórico

 

Cidade de São Luís: imersão em aventura, compras, cultura, história, passeios...

Situado no Centro da Cidade de São Luís, compreende área similar a 220 campos de futebol. Neste espaço, cerca de 2.500 imóveis estão tombados pelo Instituto do Patrimônio Histórico do Estado do Maranhão; e, 1.000, pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional.

Em 1977, parte desse imenso sítio foi declarado como Patrimônio Mundial da Humanidade, pela Unesco, a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura. Isso, devido a ser singular conjunto arquitetônico colonial português adaptado ao clima tropical.

A principal característica arquitetônica do Centro Histórico é mesmo a preocupação com o clima quente e úmido. Entre as soluções da época do Brasil Colônia, uso de azulejos na impermeabilização das fachadas de taipa, plantas em L ou U, grandes telhados e venezianas.

Os prédios ali existentes são classificados em três categorias: casas térreas, sobrados e solares. As casas térreas, geralmente apenas residências para famílias, podem ser meia morada, com porta lateral e duas janelas, ou morada inteira, com porta central e duas janelas de cada lado.

Os sobrados possuem até quatro pavimentos, sendo o térreo destinado ao uso comercial e os outros pisos, residências. E os solares são sobrados suntuosos, possuindo detalhes refinados na decoração de suas fachadas, como balcões gradeados nas janelas, nichos emoldurados etc.

 

Fonte das Pedras

 

Cidade de São Luís: imersão em aventura, compras, cultura, história, passeios...

A Fonte das Pedras, no Centro da Cidade de São Luís, está localizada à frente da Rua de São João e ao lado da Rua do Mocambo e da Rua da Inveja. Foi construída por volta de 1615, no local onde Jerônimo de Albuquerque acampou suas tropas, antes da expulsão dos franceses.

 

Fonte do Bispo

 

Na época formada por dois poços, ganhou esta denominação devido a entrevero entre o bispo, dom Timóteo do Sacramento, e governador da Província do Pará, na pessoa do ouvidor-geral, Mateus Dias da Costa. Este decretou a prisão e o isolamento do primeiro no palácio episcopal.

O bispo, sem poder receber visitas e nem mesmo comprar alimentos, rompeu o cerco e, de vasilha em punho, foi apanhar água na fonte próxima à sua residência. Deu-se então o nome de Fonte do Bispo à nascente, construída em pedra jacaré, com porta revestida de cantaria.

 

Fonte do Ribeirão

 

Cidade de São Luís: imersão em aventura, compras, cultura, história, passeios...

Exemplar valioso da arquitetura colonial, construída em 1796, por Fernando Antônio Soares de Noronha, então governador. No centro de pátio calçado com pedras de cantaria, cercada por paredões, seu frontão é decorado com símbolos religiosos, sobre duas pilastras laterais.

A água sai de cinco carrancas de pedra com biqueiras de bronze, fixadas na parede. O excesso é escoado para a antiga Praia do Caju. Sua galeria subterrânea forma verdadeiro labirinto. Em séculos anteriores, eram canais de ligação entre as igrejas construídas pelos jesuítas na cidade.

Antiga lenda diz existir dentro da fonte uma serpente capaz de destruir a Cidade de São Luís. Isso acontecerá quando cabeça e cauda se encontrarem. Entre Rua dos Afogados e Rua das Barrocas, é tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional desde 1950.

 

Forte da Ponta d’Areia

 

Cidade de São Luís: imersão em aventura, compras, cultura, história, passeios...

O Forte de Santo Antônio da Barra de São Luís, também chamado Forte do Sardinha e Forte da Ponta d´Areia, localiza-se na Ponta de João Dias, atual Ponta da Areia, a Sudoeste do Forte de São Marcos, ambos dominando a barra do canal de acesso ao porto da Cidade de São Luís.

Sua estrutura primitiva é atribuída aos franceses, tendo sido erguido durante os combates de 1614. Foi construído com a técnica da faxina, usando feixe de ramos ou paus curtos para cobrir fossos ou parapeitos de baterias de canhões, muito usada antigamente pelos exércitos.

Derrotados os invasores, em 1º de novembro de 1615 desembarca naquele mesmo local o capitão-mor da Capitania de Pernambuco, Alexandre de Moura. No dia seguinte, ele manda melhorar as defesas ali existentes, dando início à construção de uma estrutura de pau a pique.

Com os anos, ganhou estrutura de alvenaria, formada por pedras fixadas com argamassa à base de cal. Seu formato circular tem diâmetro de 23 braças, cerca de 50 metros. A muralha, 29 palmos, cerca de seis metros, acima do terreno, e 14 palmos, três metros, de espessura.

O parapeito sobre a muralha tem nove palmos, dois metros, de altura. O interior, com piso calçado em Pedra Lioz, trazidas como lastro nos navios vindos de Portugal, protege as instalações Casa do Comandante, Quartel da Tropa, Paiol de Pólvora e Casa da Palamenta.

Esta última guardava todos os apetrechos e as balas esféricas necessários para o uso das 29 peças de artilharia de três calibres diferentes lá montadas: pesados canhões em ferro fundido, carregados com pólvora e munição pela boca e disparados por estopim na culatra da arma.

O Forte da Ponta d’Areia foi cenário final do movimento liderado pelo tenente de Artilharia, Manuel Joaquim Gomes, contra o Governo do presidente da Província do Maranhão, Miguel Inácio dos Santos Freire e Bruce. Sendo deflagrado a 14 de julho de 1824, não durou três dias.

No dia 17, por ordem da Presidência da Província, as baterias de canhões do Forte de São Luís do Maranhão e do Forte de São Marcos bombardearam os revoltosos em fogo cruzado. Em poucos minutos, atingiram a Casa da Pólvora, cuja explosão sufocou aquela rebelião.

Em 1994, decidiu-se reformar o Forte da Ponta d’Areia, capacitando-o a abrigar o Comando Militar. Por tratar de patrimônio tombado, passou por avaliação do Instituto de Patrimônio Artístico e Cultural do Estado do Maranhão, sendo definidas as intervenções a serem feitas.

A parte externa foi revalorizada com reparos na alvenaria e nova pintura. As partes internas das construções ganharam divisórias, para formação de salas de comando. Recentemente, o Instituto do Patrimônio Histórico Artístico Nacional autorizou climatizar todos os ambientes.

Atualmente, 21 bombeiros, em três turnos, se revezam no antigo forte. Se, antes, a defesa era contra invasores de outros países, agora, garante a segurança de banhistas e transeuntes. E, em lugar das armas, o Forte da Ponta d’Areia guarda parte da história da Cidade de São Luís.

 

Forte de São Marcos

 

Cidade de São Luís: imersão em aventura, compras, cultura, história, passeios...

O Forte de São Marcos localiza-se na Ponta de São Marcos, a Oeste da ilha na qual fica a Cidade de São Luís, capital do Estado do Maranhão. Sua instalação domina a área da Baía de São Marcos onde se origina o canal de acesso ao antigo cais e ao complexo portuário atual.

Construção iniciada em 1694, era apenas uma vigia, armada com canhão. Em ponto elevado, permitia avistar navios a distância superior a 16 léguas, cerca de 80 quilômetros. Ao longo do tempo, ganhou estrutura em pedra com argamassa à base de cal, e cinco peças de artilharia.

Em 1779, chuvas fortes fizerem ruir parte da barreira sobre o qual estava assentado, fazendo desabar um pedaço da muralha. Em 1824, junto com o Forte de São Luís do Maranhão, teve papel decisivo no fogo cruzado sobre o Forte da Ponta d’Areia, cuja guarnição se amotinara.

A partir de 1831, ganhou um farol, incorporando às suas funções de defesa a de orientação aos navios cruzando pelo litoral ao aproximando-se da Baía de São Marcos. Apesar de estar sobre terreno instável, durante a década de 1870 passou por amplas reformas e ampliações.

Recebeu nova muralha de pedras assentadas com argamassa à base de cal, com seis pés de altura, dois metros. Ela delimitou área aproximadamente circular com cerca de 500 palmos, 10 metros, de diâmetro, abrigando Casa do Comando, Quartel da Tropa e Casa de Palamenta.

Esta última guardava todos os apetrechos e balas esféricas necessários para o uso das, agora, 13 peças de artilharia de calibres diversos lá montadas: pesados canhões em ferro fundido, carregados com pólvora e munição pela boca e disparados por estopim na culatra da arma.

Destacado do Forte de São Marcos, seis braças, 12 metros, para o Sul, erguia-se o Paiol de Pólvora, em edifício com teto abobadado. O conjunto era guarnecido por destacamento de sete praças, cabo de esquadra e segundo-sargento. Dois presos da Justiça faziam a faxina.

Nas imediações próximas ao mar, pelo lado Norte, antiga fonte fornecia a água potável consumida pela guarnição. Em 1874, estando em mau estado de conservação, foi transferido para o Ministério da Agricultura, para servir de Posto da Repartição dos Telégrafos Elétricos.

Além do farol, para orientar, e do telégrafo, para anunciar, o movimento de navios entrando ou na barra, era utilizado, à época, também como quartel. Atualmente, apesar do farol ainda estar em funcionamento, a estrutura do forte mostra-se em ruínas, sem qualquer conservação.

 

Mercado Central

 

Cidade de São Luís: imersão em aventura, compras, cultura, história, passeios...

O primeiro Mercado Central da Cidade de São Luís foi inaugurado em 1864. Este prédio foi utilizado durante 65 anos. Demolido e reconstruído, foi reinaugurado em 1929. Em virtude dessa reforma, até meados da década de 1940, passou a ser identificado como Mercado Novo.

Naquela época, passou a ser chamado de Largo do Açougue Velho, devido a um curral e a um curtume municipais instalados ao lado. Ocupando um quadrilátero retangular, reúne cerca de 450 estabelecimentos, oferecendo emprego e distribuindo renda para cerca de 2.500 pessoas.

O local é uma mistura de cores, cheiros e sabores. Dentre os alimentos, destacam-se aves, carnes, ervas, grãos, hortaliças, legumes, mariscos e peixes, além de muitas bebidas regionais. E, ainda, artesanato em couro, madeira ou palha e artigos diversos, como gaiolas e vassouras.

 

Pedra da Memória

 

Cidade de São Luís: imersão em aventura, compras, cultura, história, passeios...

A Pedra da Memória é um obelisco instalado em 1841, em homenagem à antecipação da maioridade do imperador dom Pedro II. Originalmente, o monumento ficava no Campo de Ourique, mas, posteriormente, foi transferido para o Cais da Sagração, onde está até hoje.

O marco, em pedra de Cantaria, é também conhecido como Baluarte de São Cosme e São Damião. A estrutura está protegida por muralhas pertencentes ao antigo Forte São Felipe, pequeno reduto de defesa da Cidade de São Luís, dotado de dois canhões desparecidos.

 

Rampa Campos Melo

 

Cidade de São Luís: imersão em aventura, compras, cultura, história, passeios...

O comércio na Cidade de São Luís dependia do transporte fluvial e marinho. O crescimento das trocas de produtos criou a necessidade de se dotar os locais de compra e venda com uma infraestrutura capaz de melhorar o atendimento, realizado às margens da Baía de São Marcos.

Aterros limitados por muro de arrimo erguido com alvenaria de cimento e pedras, bem à beira d’água, exigiram a construção de rampas, dando o acesso à terra firme daqueles chegando por água. Das muitas existentes, apenas uma sobreviveu até os dias hoje: a Rampa Campos Melo.

E vem mantendo sua importância como equipamento público, no desembarque e embarque de pessoas oriundas do interior do Estado do Maranhão ou dos turistas visitando e conhecendo a cidade e suas histórias, além daqueles buscando descobrir as belezas da Cidade de Alcântara.

 

Rua Grande

 

Cidade de São Luís: imersão em aventura, compras, cultura, história, passeios...

Outrora Caminho Grande e Rua Oswaldo Cruz, agora Rua Grande, é a via mais movimentada da Cidade de São Luís. Sozinha, responde pela fama de um dos maiores centros comerciais a céu aberto do Brasil. Dentro no Centro Histórico, convive em harmonia com a modernidade.

Em mais de três séculos de existência, nunca perdeu em charme e importância. Milhares de pessoas caminham diariamente sobre aqueles paralelepípedos, alheios à história ali presente, principalmente a influência sobre o traçado arquitetônico da capital do Estado do Maranhão.

 

Rua Portugal

 

Cidade de São Luís: imersão em aventura, compras, cultura, história, passeios...

Outro dos Sete Tesouros da Cidade de São Luís, ao lado de Azulejaria, Convento das Mercês, Igreja da Sé, Palácio dos Leões, Praça Gonçalves Dias e Teatro Arthur Azevedo. Estende-se da Praça Pinto Martins até Rua da Estrela. Era denominada, inicialmente, de Rua do Trapiche.

Ganhou o novo nome por volta de 1906, por causa das homenagens pela visita da corveta À Pátria, da Real Marinha Portuguesa, à Cidade de São Luís. A beleza dos sobrados restantes revela uma época de grande desenvolvimento e riqueza da economia do Estado do Maranhão.

 

Upaon-Açu

 

Cidade de São Luís: imersão em aventura, compras, cultura, história, passeios...

A Upaon-Açu, a “ilha grande”, na língua dos nativos tupinambás, é a maior atração turística da Cidade de São Luís, capital do Estado do Maranhão, na qual está situada. Denominação totalmente de acordo com sua imensidão, dominante no Arquipélago do Golfão Maranhense.

Seus mais de 1.400 quilômetros quadrados de área abrigam, também, Município do Paço do Lumiar, Município de Raposa e Município de São José de Ribamar. Um espaço reunindo acervo histórico, atrações naturais, belas praias, cultura popular, dinamismo econômico etc.

 


 

Clique nos trechos em colorido ao longo do texto para abrir novas guias, com informações complementares ao aqui sendo tratado. Eles guardam links levando a verbetes da Wikipedia e sites de empresas, entidades, Governos estaduais, Prefeituras etc. 

A repetição da expressão “Cidade São Luís”, e outras mais, é intencional. Elas são as principais palavras-chave dos conteúdos. Colocá-las várias vezes na postagem faz parte das técnicas de Search Engine Optimization — SEO, ou otimização para ferramentas de busca. Ajuda a destacar o trabalho na lista apresentada quando se pesquisa com BingGoogle ou Yahoo.

Texto redigido a partir de conhecimentos gerais do autor e  pesquisas na Internet, principalmente Wikipedia e espaços do Governo do Estado do Maranhão, Prefeitura da Cidade de São Luís e entidades ligadas à história e ao turismo do território maranhense presentes na Web. Não é um trabalho científico, podendo apresentar erros. Se eles forem apontados, reeditarei o material com as correções.

Todas as fotos têm origem identificada. Se o autor de algumas delas discordar do seu uso, basta avisar que será substituída.

Material produzido a partir da participação na edição 2017 do São João de São Luís, a convite da Revista Maranhão Turismo com apoio da Secretaria de Turismo da Prefeitura da Cidade de São Luís.