Além de comemorações religiosas, exibição de ruínas e manifestações culturais, o Município de Alcântara tem todas as condições para romper seu ostracismo econômico ao dinamizar o turismo voltado a aventura, ciência, contemplação, ecologia, gastronomia, lazer e Melhor Idade.

 

Cidade de Alcântara: igarapés, ilhas, manguezal, rios…

 

A Cidade de Alcântara oferece muitas opções para o turismo, além das atuais, voltadas apenas à cultura, ao histórico e ao religioso. Numa seleção inicial, podemos relacionar mais sete: aventura, ciência, contemplação, ecologia, gastronomia, lazer e Melhor Idade.

Situada de frente para o mar da Baía de São Marcos, junto a igarapés, ilhas, manguezal, rios e outras riquezas naturais, é um convite para aventureiros lançarem-se em passeios exploratórios e mergulhos na natureza, descobrindo trilhas a pé ou pilotando bicicletas.

A dinamização das operações do Centro de Lançamentos de Veículos Espaciais melhor posicionado em todo o mundo ao lado da área urbana é diferencial para ser aproveitado, recepcionando membros das equipes técnicas oriundos de todos os recantos do planeta.

 

Cidade de Alcântara: turismo muito além de suas cultura, história e religiosidade

O turismo da Cidade de Alcântara, no Estado do Maranhão, explora apenas cultura, história e religião. Há espaço para se criar trabalho, gerar renda e distribuir riqueza com aventura, ciência, contemplação, ecologia, gastronomia, lazer e Melhor Idade

 

Cidade de Alcântara: animais, ar puro, pássaros, paisagens…

 

Se a busca é por paz, tranquilidade, momentos sem atropelos, a Cidade de Alcântara e todo o seu entorno são endereços perfeitos. Ainda mais fazendo isso num ambiente rico em verde, ar puro e presença de animais e pássaros cruzando paisagens deslumbrantes.

Aqueles em busca de sabores diferenciados podem ir muito além do Doce de Espécie, degustando pratos relacionados às heranças indígenas, europeias e africanas. E opções para passeios não faltam, facilmente agregados o habitual de apreciar ruínas históricas.

Tudo isso combinado para evitar exigir adrenalina acentuada, corridas contra o tempo, esforço demasiado, estresses inúteis e outras situações voltadas aos mais jovens forma um conjunto capaz de agradar aos mais experientes em busca de novas experiências.

 

Cidade de Alcântara: turismo muito além de suas cultura, história e religiosidade

Aqueles em busca de sabores diferenciados podem ir muito além do Doce de Espécie, iguaria típica da Cidade de Alcântara, hoje presente em todo o Estado do Maranhão. Há opções para se degustar pratos relacionados às heranças indígenas, europeias e africanas

 

Cidade de Alcântara: busca por um turismo mais profissional

 

Entretanto, a proximidade da Cidade de Alcântara com a Cidade de São Luís, uma hora de barco, popularizou um sistema de visitação batizado de bate-volta: chegada durante a manhã e um passeio rápido pelo Centro Histórico, para retorno logo no início da tarde.

Como, para ser considerado turista, precisa passar pelo menos 24 horas no local, há uma distorção. Administração municipal, comunidade, empresários do setor precisam mudar isso, buscando a permanência geradora de pelo menos uma diária em hotéis e pousadas.

Parece pouco, mas não é! Se, atualmente, poucos almoçam, ficando apenas de um dia para outro, além da hospedagem, serão, pelo menos, duas refeições. Somando outros gastos, mesmo pequenos, haverá significativa entrada de recursos ao longo de um ano.

 

Cidade de Alcântara: turismo muito além de suas cultura, história e religiosidade

O turismo na Cidade de Alcântara precisa evoluir do simples bate-volta de hoje em dia para manter os visitantes pelo menos uma noite por lá. Assim, além de gerar uma diária de hospedagem, pelos menos duas refeições e amplia volume daqueles gastos pequenos

 

Cidade de Alcântara: clima quente o ano todo é um diferencial

 

Ajuda bastante a Cidade de Alcântara apresentar clima tropical quente e úmido, e média anual de 29 graus Célsius de temperatura. A população, estimada em 25 mil habitantes, em maioria, descende de quilombolas, vivendo espalhados pela área rural do Município.

Vista do mar, o aglomerado de casas mostra-se cercado por vegetação densa. A porta de entrada é Porto do Jacaré. Ele está unido à parte baixa do Centro Histórico por passarela em alvenaria de pedras, vencendo o trecho de manguezal às margens do Igarapé Jacaré.

Cruzando-a, chega-se à Estação Hidroviária e ao Posto de Informações Turísticas Dali, sobe-se a Ladeira do Jacaré, em direção ao topo da elevação sobre a qual as construções históricas e modernas estão distribuídas ao longo de cerca de 50 becos, ruas e travessas.

 

Cidade de Alcântara: turismo muito além de suas cultura, história e religiosidade

A área urbana da Cidade de Alcântara é muito fácil e rápida de ser visitado, pois são cerca de 50 becos, ruas e travessas, podendo todos os trajetos serem cumpridos a pé, com calma, se o turista não tiver de retornar correndo para o porto por causa da maré

 

Cidade de Alcântara: população vive entre museu a céu aberto

 

Surpresa interessante é encontrar as pessoas da Cidade de Alcântara vivendo em casas simples, térreas, cobertas por telhas e com marcos das portas lavrados em pedra. Todas vizinhas de passado expresso por ruínas remontando três séculos de pujança econômica.

O panorama urbano ali disponível compõe herança ideal para turismo. E esta atividade econômica tem mostrado ser a saída para romper o ostracismo vigente há mais de 100 anos, vindo de uma brutal queda do preço do açúcar aliada à Abolição da Escravatura.

A debacle financeira levou à derrocada dos benefícios provenientes da Corte. Assim, a elite branca simplesmente abandonou casas e terras desvalorizadas para aqueles sem condições de buscar melhores perspectivas: escravos libertos e descendentes de índios.

 

Cidade de Alcântara: turismo muito além de suas cultura, história e religiosidade

Chama atenção na Cidade de Alcântara perceber as famílias e pessoas vivendo em casas simples, térreas, cobertas por telhas e com marcos das portas lavrados em pedra. Todas vizinhas de passado expresso por ruínas remontando três séculos de pujança econômica

 

Cidade de Alcântara: festividades, história, lazer, religiosidade…

 

Não tendo recursos para investir, enfrentando entraves de toda espécie, os herdeiros da Cidade de Alcântara adaptaram-se às privações, criaram outras riquezas apreciadas por visitantes vindos de todo o mundo atrás de festividades, história, lazer, religiosidade…

Assim, superando barreiras até mesmo inimagináveis, o turismo vem crescendo ano a ano dentro da convergência de esquinas, fontes, igrejas, ruas, ruínas, comemorações religiosas, manifestações populares e rico patrimônio acervo de atrações inigualáveis.

 

Cidade de Alcântara: turismo muito além de suas cultura, história e religiosidade

Esta réplica em tamanho real do foguete lançador de satélites Sonda, projeto totalmente brasileiro, é uma das maiores atrações da Casa da Cultura Espacial, um dos atrativos turísticos da Cidade de Alcântara mais procurados pelos visitantes, estrangeiros ou não

 

Alguns dos muitos atrativos turísticos da Cidade de Alcântara

 

Segue um resumo de algumas das atrações do turismo da Cidade de Alcântara, aqui dispostas em ordem alfabética pela identificação oficial de cada uma delas.

 

Cais do Ferry Boat

 

Cidade de Alcântara: turismo muito além das suas cultura, história e religiosidade

Recebe ferry boats cumprindo trajetos de ida e volta entre a Ponta da Madeira, ou Porto do Itaqui, na Cidade de São Luís, e a pequena Vila de Cajupe, situada ao Sul do Centro Histórico da Cidade de Alcântara. Três barcos alternam-se na travessia de hora e meia.

O “Cidade de Pinheiro” é o maior deles, carregando até 900 pessoas e 50 automóveis, muito utilizado em finais de semana, por exemplo; em segundo lugar, o “Alcântara”: para 350 pessoas e 35 carros; por fim, o “Cidade de Curupu”, 348 pessoas e 35 veículos.

 

Cidade de Alcântara: turismo muito além das suas cultura, história e religiosidade

Píer da Ponta da Madeira, ou Porto do Itaqui, com veículos sendo embarcados no ferry boat “Cidade de Alcântara”. A empresa concessionária do serviço já está autorizada a fazer investimentos para melhorar as condições de atracação e atendimento das pessoas

 

Cidade de Alcântara: turismo muito além das suas cultura, história e religiosidade

O ferry boat “Cidade de Alcântara” carregado de automóveis e passageiros cruzando as águas da Baía de São Marcos. A travessia leva mais ou menos hora e meia, dependendo das condições de tempo de das águas e do sentido das correntes marinhas ali presentes

 

Calçamento das Ruas

 

Cidade de Alcântara: turismo muito além das suas cultura, história e religiosidade

Assim como em outras localidades do período colonial pelo Brasil, as principais ruas da Cidade de Alcântara são calçadas com pedras irregulares. O diferencial é algumas delas apresentarem pisos com blocos de cores diferentes, os mais claros formando losangos

 

Capela das Mercês

 

Cidade de Alcântara: turismo muito além das suas cultura, história e religiosidade

Ocupa o centro do terreno onde antes fulgurava o Convento da Ordem dos Mercedários, ou Convento das Mercês. Tratava-se de construção iniciada em 1656 e, infelizmente, já demolida. A Capela das Mercês, obra recente, apesar de pequena, é muito charmosa.

 

Capela de Nossa Senhora do Livramento

 

Cidade de Alcântara: turismo muito além das suas cultura, história e religiosidade

Pequena capela construída na Ilha do Livramento, localizada nas águas da Baía de São Marcos em frente à Cidade de Alcântara. Foi erguida para abrigar a imagem de Nossa Senhora, orientadora de barcos prestes a ir a pique em uma noite de grande tempestade.

Ao chegar à ilha sãos e salvos, os pescadores encontraram a imagem em uma gruta e a levaram para a Igreja Matriz. Em poucos dias, desapareceu, sendo encontrada tempos depois, no mesmo local de onde tinha sido retirada, fenômeno repetido por três vezes.

As pessoas entenderam que Nossa Senhora não queria deixar aquele local, batizado de Ilha do Livramento após os pescadores saírem ilesos daquela situação de grande perigo. Assim, para melhor proteger a imagem das intempéries, lá edificaram a pequena capela.

 

Casa da Câmara e Cadeia

 

Cidade de Alcântara: turismo muito além das suas cultura, história e religiosidade

Casa da Câmara e Cadeia no período Colonial. Paredes grossas e janelas protegidas por gradil de ferro duplo. Portas das celas em chapas de ferro. Já foi penitenciária. Fica na Praça da Matriz, sediando Câmara de Vereadores e Prefeitura da Cidade de Alcântara

 

Casa da Cultura Aeroespacial

 

Cidade de Alcântara: turismo muito além das suas cultura, história e religiosidade

A Casa de Cultura Aeroespacial, fundada em 23 de outubro de 2003, está vinculada ao Centro de Lançamentos de Veículos Espaciais de Alcântara — CLA. Trata-se de uma unidade especializada da Força Aérea Brasileira, instalada no Município de Alcântara.

O espaço busca, de forma didática e simples, tornar familiar para moradores e turistas os segmentos aeroespaciais desenvolvidos pelo Brasil. Faz isso através de ampla exposição de documentos históricos, maquetes de foguetes e satélites, painéis, peças, quadros etc.

Além de um auditório para apresentação e palestras e projeção de vídeos, possui amplos espaços para exposição estática de engenhos espaciais os mais diversos. Chama atenção, por exemplo, uma réplica em tamanho real do Sonda 4, modelo brasileiro de foguete.

 

Casas do Imperador

 

Cidade de Alcântara: turismo muito além das suas cultura, história e religiosidade

Duas construções incompletas revelam sobre famílias ilustres da Cidade de Alcântara rivalizando para hospedar dom Pedro II em visita à região. Como a viagem não ocorreu, as obras foram interrompidas há 150 anos atrás. Hoje, são testemunhas de uma tragédia.

Conta-se que dom Pedro II prometeu visitar a Cidade de Alcântara. Dois senhores ricos locais, o Barão de Mearim e o Barão de Pindaré-Mirim, o primeiro do Partido Liberal, o outro do Partido Conservador, começaram então a disputar quem hospedaria o monarca.

Corria a história de que quem conseguisse a honraria, seria promovido dentro da escala de títulos da nobreza. E poderiam ascender a baronete, cavaleiro, até mesmo escudeiro, o último degrau da hierarquia. Assim, a rivalidade só cresceu, extrapolando seus limites.

Um contratou a morte do outro e ambos acabaram assassinados, levando o imperador a desistir da visita. Com isso, as casas não foram concluídas. Restaram as ruínas: paredes, portais e sacadas de Pedra Lioz exibindo a ostentação que ambos buscavam demonstrar.

 

Cavalo de Troia

 

Cidade de Alcântara: turismo muito além das suas cultura, história e religiosidade

É o casarão mais imponente da Cidade de Alcântara. Recebeu este apelido porque seu construtor e proprietário, o português Chico Taipa, orgulhando-se da sua edificação, comparou-a ao cavalo criado por gregos para derrotar troianos. Situa-se na Rua Grande.

 

Centro da Cultura da Festa do Divino Espírito Santo

 

Cidade de Alcântara: turismo muito além das suas cultura, história e religiosidade

Abriga museu temático sobre a Festa do Divino Espírito Santo, um patrimônio imaterial do Estado do Maranhão. Exposição permanente exibe altares, instrumentos musicais e peças relativas à comemoração religiosa de maior importância da Cidade de Alcântara.

Há, também, mesas de doces, representando o banquete servido durante as festividades. É que, no período da Festa do Divino Espírito Santo, aquele imóvel torna-se residência do Imperador ou, da Imperatriz, personagens importantes daquela belíssima encenação.

 

Convento das Carmelitas

 

Cidade de Alcântara: turismo muito além das suas cultura, história e religiosidade

O declínio econômico a partir do final do século XIX, anos 1800, levou a Cidade de Alcântara ficar praticamente deserta. Muitas das suas imponentes construções acabaram abandonadas. Sem ocupação, sem manutenção, acabaram deterioradas, vindo a desabar.

Um destes casos é o Convento das Carmelitas Descalças, por séculos formando com a Igreja de Nossa Senhora do Carmo conjunto importante. Largado à própria sorte, sem pagar impostos à Administração da cidade, acabou depredado, sobrando apenas ruínas.

 

Doce de Espécie

 

Cidade de Alcântara: turismo muito além das suas cultura, história e religiosidade

Criação de açorianos moradores da Cidade de Alcântara. Feito com massa de farinha de trigo enriquecida com cravo de Índia e recheado com coco ralado. É modelado com uma base firme, de onde sai um cabinho rígido, ao qual se segura para degustar esta delícia.

 

Farol de São Sebastião

 

Cidade de Alcântara: turismo muito além das suas cultura, história e religiosidade

O original foi instalado em 1831, orientando barcos cruzando a Baía de São Marcos, tanto em direção à Cidade de Alcântara quanto à Cidade de São Luís. A navegação moderna, dispensando uso de fachos de luz, levou à troca por equipamento de rádio.

 

Festa de São Benedito

 

Cidade de Alcântara: turismo muito além das suas cultura, história e religiosidade

Uma das mais importantes festividades culturais e religiosas da Cidade de Alcântara, comemorada de 24 a 27 de agosto. São quatro dias de manifestações envolvendo ritos sagrados, como missas e procissões, e releituras profanas, como o Tambor-de-Crioula.

Este último, tornado Patrimônio Imaterial do Estado do Maranhão, é uma espécie de samba de roda ritmado e dançado apenas por mulheres. Trajando saias rodadas bem coloridas, apresentam-se na frente à Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos.

 

Festa do Divino Espírito Santo

 

Cidade de Alcântara: turismo muito além das suas cultura, história e religiosidade

Uma das manifestações culturais e religiosas mais famosas do Estado do Maranhão, tem ligação umbilical com a história da Cidade de Alcântara. Herança dos colonos vindos da Ilha dos Açores, entre 1615 e 1625, e contribuindo para o apogeu econômico da região.

Apesar da origem europeia perdida no tempo, acabou tomada pelos negros. Com ritmo marcado pelo toque das caixeiras e tendo grande distribuição do Doce de Espécie, seu ponto alto acontece no Domingo de Pentecostes, 50 dias após o Domingo de Páscoa.

Os rituais são iniciados na quarta-feira da semana anterior ao Domingo de Pentecostes. O Mastro do Divino, um tronco com uns 15 centímetros de diâmetro e cerca de 10 metros de comprimento, é levado pelos devotos do Porto até a Praça Gomes de Castro.

O trajeto acontece sob intenso foguetório e o cortejo é acompanhado por músicos. Lá chegando, o Mastro recebe a Bandeira do Divino em uma ponta e a outra é fixada no solo. O Mastro e a Bandeira vão ficar ali até serem baixados ao final das festividades.

No dia seguinte, a Quinta da Ascensão, as caixeiras fazem alvorada junto ao Mastro, às quatro da madrugada. Após o raiar do Sol, durante a manhã, seguem com Bandeireiras, Mestre-Sala e Orquestra até chegarem à Casa do Imperador ou à Casa da Imperatriz

Trata-se do Centro Cultural da Festa do Divino, que, naquele período, é transformado na residência de um dos mais importantes personagens do enredo. Ali, todos assistem à missa na qual o Imperador é coroado e uma pomba branca, símbolo da Festa, é solta.

O cortejo entra na Casa do Imperador, onde são servidos doces pelos Mordomos. À tarde, estes são presos. São libertados depois de oferecem prendas ao Divino, junto ao Mastro. A sexta-feira, sem manifestações, é usada para preparar o que vem a seguir.

No sábado, o Mordomo Régio, após solicitar a receber autorização do Imperador, ou da Imperatriz, saúda os demais Mordomos e, depois, recebe o povo em sua casa. Este ritual é repetido no dia seguinte, domingo, logo após a missa, antecedendo a segunda semana.

A partir da segunda feira, e pelos dias a seguir, os demais Mordomos também visitam o Imperador, ou a Imperatriz, e promovem festas. Na sexta-feira, um boi enfeitado com flores, percorre as ruas da Cidade de Alcântara, sendo sacrificado na manhã seguinte.

Depois do sacrifício do boi, Imperador, ou Imperatriz, e Mordomos distribuem esmolas aos pobres. O último domingo é aberto com missa solene durante a manhã. Terminada esta cerimônia, chega a hora do almoço na Casa do Imperador, ou Casa da Imperatriz.

Em continuidade, todos seguem em procissão, até o Mastro. Ali acontece o sorteio do Imperador, ou da Imperatriz, a reinar no ano seguinte. Por fim, é feita a derrubada do Mastro e a retirada da Bandeira do Divino. Esta, bem guardada, aguarda a Festa do próximo ano.

 

Fonte das Pedras

 

Cidade de Alcântara: turismo muito além das suas cultura, história e religiosidade

Edificada pelos franceses na Cidade de Alcântara, em 1613, para abastecer a população. Monumento de grande valor histórico e artístico, apesar de mutilado. É todo em pedra, apresentando formas arredondadas e frontão triangular, além de murada na parte central.

Chama atenção a simplicidade de seu estilo. Mesmo assim, não há perdas na beleza das linhas. A bica original desapareceu e a água, atualmente, é retirada somente com auxílio de vasilhas. Para isso, é aproveitada uma cacimba existente na parte posterior esquerda.

 

Fonte da Mirititina ou Fonte do Miritiva

 

17 —

Anterior a 1747, foi construída pelo capitão-donatário Antônio Coelho de Carvalho. O objetivo era abastecer a população da Cidade de Alcântara com água de boa qualidade, além de possuir propriedades terapêuticas. Acabou usada para a lavagem de roupas.

Reunia líquido de três mananciais que, por canalização, convergiam para uma caixa d’água, daí jorrando continuamente por três bicas. Entretanto, por falta de higienização, serviços de limpeza e obras de manutenção as saídas de água acabaram obstruídas.

 

Forte de São Sebastião de Alcântara

 

Cidade de Alcântara: turismo muito além das suas cultura, história e religiosidade

O Forte de São Sebastião de Alcântara localiza-se de frente para a Baía de São Marcos, na parte do continente, na Cidade de Alcântara, litoral do Estado do Maranhão. O local em que a fortificação foi construída remonta a um presídio, ali estabelecido em 1697.

Obra de defesa fixa, com objetivo de proteger aquela povoação e o porto lá existente, foi erguida pelo então governador da Capitania do Maranhão e Grão-Pará, Joaquim de Melo e Póvoas, sob a invocação de São Sebastião e inaugurado em 17 de julho de 1763.

Abandonado e deixado em precárias condições de conservação, foi reconstruído pelo governador Diogo de Souza, em 1797, sendo rebatizado como Forte do Apóstolo São Matias. Além de quartel para tropas e Casa de Pólvora, recebeu nove peças de artilharia.

Suas instalações serviram para manter aprisionado o governador da Capitania do Piauí, capitão Carlos César Burlamaqui, durante os anos de 1810 a 1811. Conhecido por Forte de Alcântara, com a evolução dos sistemas de defesa do País, foi desarmado em 1880.

Da antiga estrutura daquela fortificação, sobreviveu apenas trecho da muralha de pedra circundando o terreno. Neste, as construções para uso militar há muito desapareceram, surgindo ali dentro um campo de futebol. Os antigos canhões estão dispersos pela área.

 

Igarapé do Jacaré

 

Cidade de Alcântara: turismo muito além das suas cultura, história e religiosidade

Pequeno braço de mar adentrando o continente, local aproveitado para receber o Porto do Jacaré, porta de entrada da via marítima unindo Cidade de Alcântara e Cidade de São Luís, principalmente. Suas margens estão tomadas por densa vegetação de manguezal.

 

Igreja de Nossa Senhora do Carmo

 

Cidade de Alcântara: turismo muito além das suas cultura, história e religiosidade

Edificação iniciada em 1665, também já abrigou um convento, atualmente desativado. Fica na Praça Frei Custódio Alves Serrão, esquina com a Rua Grande. Seu altar-mor, ornado de anjos talhados em madeira, também ambienta painéis de azulejos decorados.

A igreja e o convento foram erguidos em 1646 e 1665, respectivamente, pelos irmãos da Ordem dos Carmelitas Calçados. O altar-mor da primeira é em madeira, sendo decorado com motivos da época e revestido com folha de ouro, belíssima peça de arte brasileira.

Duas portas, com escudos entalhados compõem o ambiente: uma dá acesso ao adro da igreja; a outra, servia ao convento. Púlpitos e pia da sacristia são esculpidos em Pedra de Lioz, vinda de Portugal. Em 1865, o conjunto foi restaurado, por ordem provincial.

A capela foi continuamente cuidada ao longo do tempo, fazendo parte das tradicionais manifestações da Festa do Divino Espírito Santo. O Convento chegou a ser usado como quartel durante alguns anos, abrigando tropas do período Colonial para lá deslocadas.

Depois da retirada dos soldados, acabou abandonado, a partir de 1890, após a Ordem ser destituída de todos os bens, com a morte do derradeiro monge. Agora, o Convento está em ruínas, restando apenas muros e escombros, nada lembrando seu passado de glórias.

 

Cidade de Alcântara: turismo muito além das suas cultura, história e religiosidade

Ao contrário da Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos, construída por negros pobres, o interior da Igreja de Nossa Senhora do Carmo, templo dos abastados, é rico, com o altar-mor apresentando uma decoração primorosa e detalhes em folha de ouro

 

Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos

 

Cidade de Alcântara: turismo muito além das suas cultura, história e religiosidade

Os negros cativos ou libertos, convertidos ao catolicismo, eram impedidos de frequentar a Igreja de Nossa Senhora do Carmo, a Igreja dos Brancos. Assim, solicitam licença ao governador para erguer um templo para eles. E esta autorização foi concedida em 1781.

Como trabalhavam apenas em momentos de folga, demoraram 22 anos para concluir a obra, no início de 1803. O altar-mor foi benzido em 25 de maio daquele ano, recebendo então as imagens da Nossa Senhora do Rosário e de São Benedito, lá presentes até hoje.

Passou a ser conhecida como Igreja dos Pretos, Igreja dos Negros e Igreja do Galo. Suas celebrações começavam depois e acabavam antes dos cultos da Igreja de Nossa Senhora do Carmo, pois maioria dos assistentes precisava correr para atender aos seus senhores.

A praça existente na frente da Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos recebe as comemorações em homenagem a São Benedito, sempre no mês de agosto. A festa une missa e festa popular enriquecida ao som de tambores, vozes de coros, cachaça e vinho.

 

Igreja de São Francisco de Assis

 

Cidade de Alcântara: turismo muito além das suas cultura, história e religiosidade

Hoje apenas ruínas, hão há dados concretos quanto à construção. Entretanto, existe um despacho de 9 de dezembro de 1811, autorizando o início das obras para erguer uma Igreja da Venerável Ordem Terceira Patriarca São Francisco na Cidade de Alcântara.

De toda forma, o que restou da edificação impressiona: paredes com espessura de 1,3 metros, fachada principal de apenas uma entrada exibindo frontão de cantaria com relevo de braços entrecruzados, de Cristo e de São Francisco, centrados por uma cruz.

 

Igreja de Nossa Senhora do Desterro

 

Cidade de Alcântara: turismo muito além das suas cultura, história e religiosidade

A Igreja de Nossa Senhora do Desterro, ou Capela do Desterro, atualmente Igreja São José, padroeiro primitivo da Cidade de Alcântara, está localizada na parte mais antiga do Centro Histórico. A data exata do início de sua construção ainda está desconhecida.

Tudo indica ser ela a primeira edificação católica erguida no Estado do Maranhão. Não passava de simples palhoça perto do mar, a poucos passos da povoação. Em 1641, com a invasão holandesa, a imagem de Nossa Senhora do Desterro ali presente foi destruída.

Com a retomada do território pelos portugueses, os frades Cerveira e Marcos queriam usar o local para erguer ali o Convento de Nossa Senhora das Mercês. Sem alcançar o sucesso nesta intenção, aceitaram a reconstrução do templo, ficando pronta em 1654.

O responsável pelo início dos trabalhos foi José de Lé, morador local. Com a morte deste, os serviços foram concluídos por Antônio Furtado de Queixó. Passaram-se 210 anos, quando, em 1865, seu péssimo estado de conservação exigia reformas urgentes.

A Câmara Municipal chegou a propor sua demolição, para aproveitar a área instalando ali um mercado de peixe e uma praça. Entretanto, a comunidade, reconhecendo o valor histórico do prédio, foi contra a ideia, exigiu a restauração e esta ficou pronta em 1869.

Passados mais 70 anos, em 1942, estando outra vez em ruínas, teve a imagem de São José recolhida à Catedral e as demais abrigadas na Igreja de Nossa Senhora do Rosário. O cônego Frederico Pires Chaves, seu vigário, sozinho, fez novas obras de restauração.

Reaberta, atendeu fiéis por mais 12 anos, até ser tombada pelo serviço de Patrimônio Histórico do Estado do Maranhão, em 1954, recebendo novas intervenções de reparo e conservação. Isto se repetiu em 1978, com restauro completo e bem mais aprofundado.

 

Igreja Matriz de São Matias

 

Cidade de Alcântara: turismo muito além das suas cultura, história e religiosidade

Localizada na Praça da Matriz, sabe-se apenas que, em 1869, foi nomeada comissão, a mando do presidente da Província do Maranhão, para concluir a obra. Resta a fachada principal, vestígios do campanário e das paredes laterais em alvenaria de pedra e cal.

 

Ilha do Livramento

 

Cidade de Alcântara: turismo muito além das suas cultura, história e religiosidade

Situada nas águas da Baía de São Marcos, em frente à Cidade de Alcântara, abriga uma imagem de Nossa Senhora do Livramento em pequena capela. A denominação veio do salvamento de pescadores buscando abrigo e proteção em noite de grande tempestade.

 

Ladeira do Jacaré

 

Cidade de Alcântara: turismo muito além das suas cultura, história e religiosidade

É assim popularmente conhecida a Rua Doutor Neto Guterres, principal acesso à parte elevada do Centro Histórico da Cidade de Alcântara. Sua extremidade ao nível do mar está junto ao Porto do Jacaré, Estação Hidroviária e Centro de Informações Turísticas.

Calçamento de Pedra Cabeça-de-Negro e Pedra de Cantaria. As primeiras são chamadas também de Pedras de Jacaré, sendo pretas, irregulares e rugosas A de Cantaria, também irregulares, mas polidas com o tempo, aparecem ainda nas soleiras das portas das casas.

 

Largo da Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos

 

Cidade de Alcântara: turismo muito além das suas cultura, história e religiosidade

Espaço pavimentado com pedras irregulares, à frente da Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos, local das comemorações da Festa de São Benedito. Ali também são feitas apresentações de diversos grupos de Tambor de Crioula da Cidade de Alcântara.

 

Lenda da Denominação Ilha do Livramento

 

Cidade de Alcântara: turismo muito além das suas cultura, história e religiosidade

Dentro de embarcação ameaçada por enormes ondas formadas por forte tempestade, pescadores voltaram-se a Deus, Jesus e Nossa Senhora, em busca de ajuda. Nem bem tinham concluída sua oração, avistaram uma luz ao longe, e navegaram em sua direção.

Mesmo estando exaustos, e não podendo utilizar as velas devido aos ventos, remaram confiantes, alcançando a praia ilesos e sãos. Logo ao amanhecer escalaram um morro, para agradecer a quem os havia auxiliado a chegar à terra firme em momento de perigo.

Para surpresa de todos, no local de onde partira o sinal luminoso, encontraram pequena gruta. E, dentro dela, uma pequena imagem de Nossa Senhora. De imediato, a batizaram como Nossa Senhora do Livramento, por tê-los liberados do martírio da noite anterior.

Com todo o cuidado do mundo, carregaram a imagem para o barco, transportando-a para a Cidade de Alcântara. Colocada em local de destaque no interior da Igreja Matriz, no dia seguinte havia desaparecido misteriosamente, intrigando a todos os moradores.

Procura daqui, procura dali, surpresa! Foi reencontrada na mesma gruta de onde havia sido retirada. Levada de volta ao altar, voltou a desaparecer. Os pescadores foram até à gruta, reencontrando-a pela segunda vez. Este ritual repetiu-se mais uma oportunidade.

Compreendendo que a imagem de Nossa Senhora do Livramento queria mesmo ficar onde a haviam encontrado, ergueram pequena capela, para abrigá-la e protege-la das intempéries. E passaram a identificar aquele pedaço de terra como Ilha do Livramento.

 

Museu Casa Histórica da Cidade de Alcântara

 

Cidade de Alcântara: turismo muito além das suas cultura, história e religiosidade

Situado na Praça da Igreja Matriz, reúne três antigos sobrados interligados. Os imóveis, pertencentes a ilustres famílias dos tempos áureos da Cidade de Alcântara, Franco de Sá e Guimarães, Ramalho Marques e Viveiros, foram desapropriados para abrigar o museu.

Passado à guarda do Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional — Iphan em 5 de dezembro de 1986, o acervo exibe quase mil peças, incluindo azulejaria, cerâmicas, cristais, fotografias, louças, mobiliário, objetos de metal, prataria, quadros, roupas etc.

O conjunto formado tanto pelas edificações quanto os objetos ali expostos, datados do final do século XVIII, anos 1700, ao início do século XX, anos 1900, permite visualizar os últimos 100 anos do apogeu econômico daquela bela região do Estado do Maranhão.

Além da sua mostra permanente, o Museu Casa Histórica da Cidade de Alcântara tem espaços para exposições eventuais, geralmente realizações voltadas à realidade vivida pela população local, como o dia a dia das suas diversas comunidades de quilombolas.

 

Paços da Quaresma

 

Cidade de Alcântara: turismo muito além das suas cultura, história e religiosidade

Eram cinco pequenos oratórios, representando o martírio sofrido por Jesus Cristo antes de sua crucificação. Construídos na Rua da Amargura, recebiam encenações na véspera da Páscoa, atraindo os moradores da Cidade de Alcântara. Hoje, existe apenas um deles.

 

Palácio Negro

 

Cidade de Alcântara: turismo muito além das suas cultura, história e religiosidade

Construção do final século XIX, anos 1800, propriedade do brigadeiro José Theodoro de Azevedo Coutinho, o Barão de Mearim. Sua filha apaixonou-se por um negro e, sendo seu romance proibido, fugiu com o amado, ajudada por sua escrava, Mãe Kalu.

Capturada e levada à presença do pai, este, na frente de todos, a deserdou e expulsou de casa, juntamente com a escrava, a quem furou olhos e serrou os dentes. Pela “morte” da filha, mandou cerrar todas as janelas com cortinas negras, motivo do apelido do casarão.

Conta-se que, estando ao leito de morte, arrependido, mandou chamar sua filha, vivendo no prostíbulo. Pediu perdão e lhe devolveu a herança. Ela recusou e deixou o recinto ao lado da escrava fiel. Esta morreu com 105 anos, muito tempo após o patrão e a patroa.

 

Passarela do Jacaré

 

Cidade de Alcântara: turismo muito além das suas cultura, história e religiosidade

Construção em alvenaria de pedras irregulares, cruza um pequeno trecho do manguezal existente às margens do Igarapé do Jacaré, fazendo a ligação da plataforma flutuante do Porto do Jacaré à região ao nível do mar do Centro Histórico da Cidade de Alcântara.

 

Pelourinho

 

Cidade de Alcântara: turismo muito além das suas cultura, história e religiosidade

Geralmente associado apenas ao castigo de escravos, o pelourinho era usado para punir todos aqueles condenados por burlar as Leis de então. Este da Cidade de Alcântara tem grande importância arquitetônica, retratando enorme período de opressão e sofrimento.

 

Porto do Jacaré

 

Cidade de Alcântara: turismo muito além das suas cultura, história e religiosidade

Na foz do Igarapé do Jacaré, concentra atividades de comércio, pesca e traslados para a Cidade de São Luís. O cenário ao redor, formado por casarios dos séculos XVIII, anos 1700, a XIX, anos 1800, é um testemunho dos tempos áureos da Cidade de Alcântara.

 

Praça da Igreja Matriz

 

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O nome oficial do local é Praça Gomes de Castro, mas poucos lembram disso. Desde 1648, ambienta o Pelourinho, instalado quando a povoação ascendeu à categoria de Vila. Também presentes as ruínas da Igreja de São Matias, construção iniciada em 1869.

Ampla, bem projetada para a época em que surgiu, o período Colonial, está rodeada por sobrados históricos. Um deles, a antiga Casa de Câmara e Cadeia, atualmente abriga tanto a Prefeitura Municipal quanto a Câmara de Vereadores da Cidade de Alcântara.

 

Rua da Amargura

 

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Antiga Rua Bela Vista, hoje tomada por ruínas, já foi endereço das mais ilustres antigas famílias da Cidade de Alcântara. Suas extremidades ligam dois importantes atrativos turísticos locais, pois estende-se do Farol de São Sebastião ao Forte de São Sebastião.

Acabou recebendo esta denominação popular de Rua da Amargura devido ao choro das mães ao ver a partida dos filhos para estudar em Portugal, cientes da demora do retorno e do risco de grandes viagens na época. Muitos deles jamais voltaram àqueles seus lares.

 

Rua Grande

 

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Uma das principais vias da Cidade de Alcântara, tomada por diversos exemplares da mais autêntica arquitetura colonial do período áureo da economia na região. Seu maior destaque é a edificação apelidada como Cavalo de Troia, um sobrado de três andares.

 

Sobrado de Clóvis Bevilácqua

 

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Residência na qual viveu Clóvis Bevilácqua, jurista, legislador e professor, autor do projeto do Código Civil brasileiro, de 1900. Um dos fundadores da Academia Brasileira de Letras, trabalhou como promotor público na Cidade de Alcântara durante seis anos.

 

Terminal Hidroviário

 

Cidade de Alcântara: turismo muito além das suas cultura, história e religiosidade

Porta de entrada ou de saída para quem usa o Porto do Jacaré em sua visita à Cidade de Alcântara. Localizado ao final da Passarela do Jacaré, junto ao Centro de Informações Turísticas e na extremidade mais baixa da Ladeira do Jacaré, com estrutura de atendimento a turistas.

 


 

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A repetição da expressão “Cidade de Alcântara”, e outras mais, é intencional. Elas são as principais palavras-chave dos conteúdos. Colocá-las várias vezes na postagem faz parte das técnicas de Search Engine Optimization — SEO, ou otimização para ferramentas de busca. Ajuda a destacar o trabalho na lista apresentada quando se pesquisa com BingGoogle ou Yahoo.

Texto redigido a partir de conhecimentos gerais do autor e pesquisas na Internet, principalmente Wikipedia e espaços do Governo do Estado do Maranhão, Prefeitura do Município de Alcântara, entidades ligadas à história e ao turismo do território maranhense presentes na Web e blogs diversos, voltados à cultura e história da Cidade de Alcântara e a viagens.

Não se trata de trabalho científico, podendo apresentar erros. Se eles forem apontados, reeditarei o material com as correções. Informações corretas sobre a história da Cidade de Alcântara podem ser pesquisadas nos dois trabalhos a seguir, dos quais muitas das informações aqui publicadas foram extraída. Basta clicar em qualquer dos títulos para abrir as publicações em PDF:

 

• Turismo, Cultura e a Festa do Divino em Alcântara — MA: Meu Canto não Pode Parar
• Planejamento Turístico: o Caso do Município de Alcântara

 

Todas as fotos têm origem identificada. Se o autor de algumas delas discordar do seu uso, basta avisar que será substituída.

Material produzido a partir da participação na edição 2017 do São João de São Luís, a convite da Revista Maranhão Turismo com apoio da Secretaria de Turismo da Prefeitura da Cidade de São Luís.