A soma de cenário remetendo à região Norte da Itália, maior acervo arquitetônico da imigração italiana em meio rural do País e preocupação com preservação do patrimônio histórico material e do patrimônio histórico imaterial rendeu ao Caminhos de Pedra o qualificativo de museu-vivo.

 

Caminhos de Pedra: pioneirismo e referência

 

O Caminhos de Pedra é dos poucos roteiros de turismo oferecidos no Brasil com características e condições para ser classificado como AAA — o triple A usado pelo mercado internacional para identificar produtos, serviços e soluções de qualidade e segurança realmente incontestáveis.

Não é para menos! Desde sua criação, final da década de 1980, além do pioneirismo no setor, tornou-se referência para estudos como Arquitetura, empreendedorismo, gestão de atrativos, Turismo Cultural, Turismo Rural e preservação de patrimônio histórico, dentre diversos outros.

Em resumo, trata-se de passeio desenvolvido ao longo de antiga estrada cruzando pelo interior do Município de Bento Gonçalves, do Município de Farroupilha e do Município de Caxias do Sul, todos ícones em atração de turistas na Serra Gaúcha, Nordeste do Estado do Rio Grande do Sul.

 

Caminhos de Pedra, na Serra Gaúcha, é um dos melhores roteiros de turismo do Brasil

O Caminhos de Pedra é um passeio feito ao longo de antiga estrada cruzando pelo interior do Município de Bento Gonçalves, do Município de Farroupilha e do Município de Caxias do Sul, todos ícones em atração de turistas na Serra Gaúcha, Nordeste do Estado do Rio Grande do Sul

 

Caminhos de Pedra: riqueza antes desprezada

 

Tudo começou na similaridade de visão do mundo de duas personalidades envolvidas com suas comunidades formadas por descendentes de imigrantes europeus: o arquiteto Júlio Posenato, da Cidade de Veranópolis, e engenheiro Tarcísio Vasco Michelon, da Cidade de Bento Gonçalves.

Ambos, desde a infância, sempre deram importância às heranças deixadas por antepassados, como seus ascendentes italianos, imigrantes chegados àquelas terras a partir do final do século XIX, anos 1800, fruto de muita criatividade, dedicação, esperança fé, persistência, trabalho…

Um e outro, dentro de suas atividades e especializações, têm a noção exata do valor agregado pelo patrimônio de bens imateriais e materiais gerado naquele espaço durante os últimos 100 anos. Uma riqueza à vista de todos, mas desprezada por muitos e percebida por bem poucos.

 

Caminhos de Pedra, na Serra Gaúcha, é um dos melhores roteiros de turismo do Brasil

O Caminhos de Pedra é a frutificação da similaridade de visão do mundo de duas personalidades envolvidas com suas comunidades de descendentes de imigrantes: o arquiteto Júlio Posenato, da Cidade de Veranópolis, e engenheiro Tarcísio Vasco Michelon, da Cidade de Bento Gonçalves

 

Caminhos de Pedra: após Mestrado e Doutorado

 

Tarcísio Vasco Michelon é descendente de uma das primeiras famílias a explorar o ramo da hotelaria na Cidade de Bento Gonçalves. Aprendeu desde cedo a importância da atração de visitantes para dar sustentabilidade ao negócio iniciado pelos avós e continuado pelos pais.

Graduado, Júlio Posenato aprofundou seus estudos desenvolvendo Mestrado no qual colocou luz sobre a forma como pioneiros italianos chegados ao Estado do Rio Grande do Sul adaptaram tradições europeias à realidade local na construção de construção das primeiras residências.

Antes de continuar, pequeno parêntesis de importância: imergiu mais ainda nesse aspecto no Doutorado. Mas, agora, analisando o mesmo tema em novo espaço do País: terras capixabas. Depois de aprovada, a pesquisa virou livro: “Arquitetura Italiana no Espírito Santo”.

 

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O Caminhos de Pedra tem origem em pesquisas sobre a forma de construção das residências dos imigrantes italianos no Estado do Espírito Santo e no Estados do Rio Grande do Sul. Realizadas pelo arquiteto Júlio Posenato ao cumprir Mestrado e Doutorado, foram transformadas em livros

 

Caminhos de Pedra: Linha Palmeiro e Linha Pedro Salgado

 

O roteiro Caminhos de Pedra surge a partir de 1987, junto à pesquisa do acervo arquitetônico existente no interior do Município de Bento Gonçalves, feito por Júlio Posenato, fundamentando a dissertação intitulada “Arquitetura Italiana no Rio Grande do Sul”, após editada como livro.

Uma de suas constatações: a maior quantidade de casas antigas, abandonadas ou preservadas, concentrava-se ao longo de um trecho de estrada de terra, com 12 quilômetros de extensão. Ele cobria as antigas Linha Palmeiro, em sua totalidade, e Linha Pedro Salgado, apenas em parte.

Novo parêntesis: “linha” identifica a distribuição das terras aos imigrantes, no final do século XIX. Nas plantas desenhadas em papel, os lotes eram definidos ao longo de retas numeradas. Ao longo de cada uma delas, seriam abertas as picadas, para acesso às propriedades.

 

Caminhos de Pedra, na Serra Gaúcha, é um dos melhores roteiros de turismo do Brasil

O Caminhos de Pedra surge como foram de preservar casas antigas, abandonadas ou preservadas, concentradas ao longo de um trecho de estrada de terra, com 12 quilômetros de extensão. Ele cobria as antigas Linha Palmeiro, em sua totalidade, e Linha Pedro Salgado, apenas em parte

 

Caminhos de Pedra: resgatando comunidades esquecidas

 

Desde o final dos anos 1800, aquelas duas vias integravam a ligação da capital, a Cidade de Porto Alegre, com o Norte do Estado do Rio Grande do Sul. Ambas foram abandonadas em meados da década de 1970, após a construção da nova rodovia, com traçado mais retilíneo e piso asfaltado.

As décadas de decadência, esquecimento e isolamento deixaram legados negativos e positivos. Se, de um lado, levou à perda de patrimônios físicos, também permitiu às comunidades conservar costumes, cultura e história, em detrimento de outros locais do Município.

Mas era necessária ação para reverter o processo generalizado de falência. E proteger, de uma vez por todas, tanto as casas com bases em pedra e estrutura em madeira como em alvenaria. Vistas como sem valor, eram deixadas ruir, ser consumidas por incêndios ou apenas demolidas.

 

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O Caminhos de Pedra, além de reverter processo generalizado de falência, protegeu, de uma vez por todas, tanto as casas com bases em pedra e estrutura em madeira como em alvenaria. Antes vistas como sem valor, eram deixadas ruir, ser consumidas por incêndios ou apenas demolidas

 

Caminhos de Pedra: turismo como solução imediata

 

Também se fazia urgente pôr um ponto final à sensação de desalento com o futuro vivida pelos moradores daquela região, o Distrito de São Pedro, formado, basicamente, pelas localidades de Barracão, Cruzeiro, Santo Antoninho, Santo Antônio, São José da Busa, São Miguel e São Pedro.

As condições para isso eram as melhores possíveis: proximidade com áreas populosas no entorno, acesso fácil, paisagens deslumbrantes, composição de verdadeiro museu ao ar livre e a receptividade natural dos seus habitantes demonstravam haver ali forte potencial para turismo.

Era a solução! Afinal, trata-se de atividade econômica capaz de, com baixíssimos investimentos e prazo curto, trazer resultados significativos em termos de criação de renda, geração de postos de trabalho e distribuição de riqueza — não esquecendo o revigorar da autoestima dos cidadãos.

 

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O Caminho de Pedra ressalta o turismo como atividade econômica capaz de, com baixíssimos investimentos e no curto prazo, trazer resultados significativos em criação de renda, geração de postos de trabalho e distribuição de riqueza — além de revigorar da autoestima dos cidadãos

 

Caminhos de Pedra: evitando concorrência predatória

 

O conhecimento de Júlio Posenato sobre a história e realidade locais levou-o a definir uma solução de fácil implantação: roteiro ao longo do percurso, com paradas em atrativos criados de acordo com as tradições de cada uma das casas preservadas e integradas ao empreendimento.

Cada ponto de visitação seria especializado em um tipo de produto, impedindo a concorrência predatória entre eles. E todos comercializariam, além da produção própria, os itens dos parceiros. Assim, mesmo aqueles sem tempo de completar o circuito estariam bem atendidos.

Plano delineado, Tarcísio Vasco Michelon trouxe financiamento: recursos do empreendimento de hospedagem da família, Hotel Dall’Onder. Quatro casas foram restauradas e seus proprietários receberam preparo para receber visitantes com autenticidade e originalidade.

 

Caminhos de Pedra, na Serra Gaúcha, é um dos melhores roteiros de turismo do Brasil

Como Caminhos de Pedra delineado, Tarcísio Vasco Michelon providenciou o financiamento, com recursos do empreendimento de hospedagem da família: Hotel Dall’Onder. Quatro casas restauradas e proprietários preparados para receber visitantes com autenticidade e originalidade

 

Caminhos de Pedra: sucesso desde seu início

 

O primeiro grupo de turistas, da Cidade de São Paulo, capital do Estado de São Paulo, através da Operadora CVC, chegou em 30 de maio de 1992. Após conhecer Cantina Strapazzon, Casa Merlo, Casa Bertarello e Ferraria Ferri, expressaram satisfação pela beleza da programação.

O sucesso inicial animou idealizadores e comunidade. Vizinhos àqueles primeiros integrantes começaram a procurar a organização para também fazerem parte. Perceberam como era fácil e simples agregar valor às produções artesanais de bordados, doces, salames, vinhos…

Logo, o roteiro Caminhos de Pedra estava presente nas prateleiras das operadoras de turismo em território brasileiro. Avançou também ao exterior: primeiro pelos países limítrofes ao Sul, como Argentina, Paraguai e Uruguai; mais tarde, açambarcou Bolívia, Chile, Peru e outros mais.

 

Caminhos de Pedra, na Serra Gaúcha, é um dos melhores roteiros de turismo do Brasil

Não demorou para o roteiro Caminhos de Pedra estar nas prateleiras de toda operadora de turismo em território brasileiro. Avançou também para o exterior: primeiro pelos países limítrofes ao Sul, como Argentina, Paraguai e Uruguai; mais tarde, açambarcou Bolívia, Chile Peru e outros mais

 

Caminhos de Pedra: revivendo experiências centenárias

 

O número de integrantes expandia-se a olhos vistos. O conjunto das centenárias casas de pedra da rota, além de resgatar herança cultural, permitia reviver experiências de vida dos imigrantes e descendentes, valorizando tradições camponesas ligadas à família, trabalho e religiosidade.

A variedade de produtos coloniais à disposição dos visitantes ia da erva-mate do chimarrão beneficiada em pilão movimentado por força d’água até massas produzidas manualmente com receitas de nonas, passando por peças de roupa diversas, oriundas de teares manuais.

Não podem ser esquecidos vinhos e suco de uva processados sem intervenção industrial e delícias à base do leite de ovelhas, e biscoitos, conservas, doces, embutidos, geleias, iogurtes, pães e queijos e por aí vai. E, ainda, souvenires de lembrança: canecas, camisetas, chaveiros etc.

 

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O número de integrantes do roteiro Caminhos de Pedra expandiu-se rapidamente. O conjunto das casas de pedra da rota, além de resgatar herança cultural, permitia reviver experiências de vida dos imigrantes, valorizando tradições camponesas relacionadas a família, trabalho e religiosidade

 

Caminhos de Pedra: associação criada em 1997

 

Como crescimento por si só não é sinônimo de perfeição, para evitar a degradação da iniciativa, buscou-se uma solução de gestão compartilhada para aquele case de Marketing. A preocupação tinha validade, pois era preciso juntar às tomadas de decisões todos os participantes da mesma.

Assim, em 10 de julho de 1997, nasceu a Associação Caminhos de Pedra, resultado de assessoria prestada pela seccional Estado do Rio Grande do Sul do Serviço Brasileiro de Apoio à Micro e Pequena Empresas — Sebrae-RS. A nova entidade congregava empreendedores e simpatizantes.

O projeto cresceu em sua abrangência, contemplando o resgate do enorme patrimônio cultural: arquitetônico, artesanal, artístico, folclórico, histórico, linguístico, religioso e bem mais, tendo a ver com as heranças dos imigrantes, principalmente italianos, ali estabelecidos a partir de 1875.

 

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Em 10 de julho de 1997, foi criada a Associação Caminhos de Pedra, resultado de assessoria prestada pela seccional Estado do Rio Grande do Sul do Serviço Brasileiro de Apoio à Micro e Pequena Empresas — Sebrae-RS. A nova entidade congregava empreendedores e simpatizantes

 

Caminhos de Pedra: recursos de incentivo à cultura

 

A nova entidade, aceita pelo Conselho de Cultura do Estado do Rio Grande do Sul em 10 de agosto de 1998, passou, então, a poder captar recursos junto a empresas locais, através da Lei de Incentivo à Cultura — facilitando os investimentos em ampliação, infraestrutura, manutenção…

Atualmente, a Associação Caminhos de Pedra conta com cerca de 70 associados e os pontos de visitação oscilam em torno dos 30 — desobrigados de manter a operação de modo continuado, alguns para suas atividades, retornando ou não em momento posterior; e novos são admitidos.

A soma de cenário remetendo à região Norte da Itália, maior acervo arquitetônico da imigração italiana em meio rural do País e preocupação com preservação do patrimônio histórico material e do patrimônio histórico imaterial rendeu ao Caminhos de Pedra o qualificativo de museu-vivo.

 

Caminhos de Pedra, na Serra Gaúcha, é um dos melhores roteiros de turismo do Brasil

Atualmente, a Associação Caminhos de Pedra conta com cerca de 70 associados e os pontos de visitação oscilam em torno dos 30 — desobrigados de manter a operação de modo continuado, alguns para suas atividades, retornando ou não em momento posterior; e novos são admitidos

 

Caminhos de Pedra: patrimônio histórico em 2009

 

Tornado Patrimônio Histórico do Estado do Rio Grande do Sul em 2009, o tombamento abrange as vizinhanças da Linha Palmeiro, no Município de Bento Gonçalves, da Linha Pedro Salgado, no Município de Farroupilha, e a localidade de Caravaggio, esta, no Município de Caxias do Sul.

Não estando de carro ou integrando grupo, pode-se fazer o percurso em ônibus antigo: agências de turismo receptivo locais oferecem o passeio. O sucesso do Caminhos de Pedra é atestado por vários ângulos; um dos principais é visitação média: 100 mil turistas por ano, e em crescimento.

 

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Não estando de carro ou integrando grupo, pode-se fazer o percurso em ônibus antigo: agências de turismo receptivo locais oferecem o passeio. O sucesso do Caminhos de Pedra é atestado por vários ângulos; um dos principais é visitação média: 100 mil turistas por ano, e em crescimento

 

Caminhos de Pedra: um pouco da rica memória

 

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O post “Caminhos de Pedra, na Serra Gaúcha, é um dos melhores roteiros de turismo do Brasil” foi produzido por João Zuccaratto, jornalista especializado em turismo baseado na Cidade de Vitória, capital do Estado do Espírito Santo, em função da sua participação na edição 2018 do Encontro de Agentes de Viagem — Enbrav, a ser realizado de 4 a 7 de novembro de 2018, na Cidade de Bento Gonçalves, Cidade de Carlos Barbosa e Cidade de Garibaldi, ícones do turismo da Serra Gaúcha, região de montanhas situada a Nordeste do Estado do Rio Grande do Sul, evento contando com o apoio dos seguintes empreendimentos e entidades:

 

Clique nos trechos em colorido ao longo do texto do post “Caminhos de Pedra, na Serra Gaúcha, é um dos melhores roteiros de turismo do Brasil” para abrir novas guias, com informações complementares ao aqui sendo tratado. Eles guardam links levando a verbetes da Wikipedia e sites de empresas, entidades, Governos estaduais, Prefeituras etc.

A repetição de diversas expressões ao longo do conteúdo do post “Caminhos de Pedra, na Serra Gaúcha, é um dos melhores roteiros de turismo do Brasil” — como “Caminhos de Pedra” — é intencional. Elas são as principais palavras-chave dos conteúdos. Colocá-las várias vezes na postagem faz parte das técnicas de Search Engine Optimization — SEO, ou otimização para ferramentas de busca. Ajuda a destacar o trabalho na lista apresentada quando se pesquisa com BingGoogle ou Yahoo!.

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• Link de notícias do site da Associação de Jornalistas e Blogueiros do Brasil — Ajobtur; e,

• Revista Receptiva, da Cidade de Bento Gonçalves, um dos ícones do turismo da Serra Gaúcha, região de montanhas localizada a Nordeste do Estado do Rio Grande do Sul.

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• Jornal MG Turismo, da Cidade de Belo Horizonte, capital do Estado de Minas Gerais;

• Blog do Jornal Passaporte, da Cidade de Belém, capital do Estado do Pará;

• Facebook do Jornal Cidade Sorriso, da Cidade de Porto Alegre, capital do Estado do Rio Grande do Sul; e,

• Jornal Turismo & Serviços, da Cidade de Vila Velha, litoral do Estado do Espírito Santo.